Mensagem da OrienteMe sobre o Coronavírus

Mensagem da OrienteMe sobre o Coronavírus

Tempo de leitura: 4 minutos

COMO ENFRENTAR ANSIEDADE CAUSADA PELO COVID-19?

A equipe da OrienteMe está solidária com todos os fatos e temos psicólogas preparadas para responder as suas dúvidas, bem como trabalharmos esta questão de saúde mental pública. 

Estamos todos diante de uma situação totalmente nova! Nunca tivemos que enfrentar isolamento, mudança em nossas rotinas e um medo constante de sermos atingidos por uma doença como esta.

De fato, tudo isso pode gerar ansiedade, angústia, agravar casos de depressão ou outros problemas emocionais, sendo assim, precisamos estar atentos aos nossos sentimentos e cuidar de nossa saúde mental.

O primeiro passo é não subestimar ou superestimar os fatos. Devemos nos ater à situação como realmente é. Pesquisas atuais indicam que o perigo de contaminação existe, que aproximadamente 5% das pessoas infectadas têm problemas graves e, dentre elas, metade morre (geralmente são as pessoas afetadas por outras patologias).

Em virtude do pânico coletivo que está se instalando no mundo todo, é de suma importância que possamos refletir sempre sobre os dados reais e não nos deixarmos levar pelo medo excessivo e pela incapacidade de enfrentarmos o nosso dia-a-dia. Confie em informações vindas de fontes com credibilidade (Ministério da Saúde, Instituto Superior de Saúde e Organização Mundial da Saúde) e evite divulgar informações que não sejam de fontes oficiais, atualizadas e credenciadas.

Neste momento em que estamos partindo para um (temporário) isolamento social, você poderá utilizar o recurso da terapia online para cuidar de si mesmo e das pessoas à sua volta. Indicamos abaixo algumas medidas que a OrienteMe está tomando:

  • A OrienteMe disponibilizou um grupo gratuito no Facebook e para a população tirar dúvidas com uma psicóloga. Clique aqui para acessar.
  • Adicionalmente, disponibilizamos um canal gratuito no Instagram para a população compartilhar como está se sentindo com uma psicóloga. Basta entrar em contato no seguinte endereço: @orientemeapp
  • Devido à natureza emergencial da situação, estamos oferecendo um desconto de 20% para qualquer pessoa interessada no atendimento online por meio do cupom SAUDEMENTAL.
  • Publicamos e continuaremos publicando nos próximos dias artigos relacionado ao Novo Coronavírus no nosso blog: OrienteMe Blog.

Vamos passar por esta situação juntos, trazendo o menor prejuízo possível para nossa saúde emocional e das pessoas à nossa volta.

Contem conosco e seguimos em frente!

Em nome da equipe OrienteMe,

Bruno Haidar

CEO e Cofundador

Coronavírus - Como nos cuidar?

Novo Coronavírus – COVID-19 – Como nos cuidar?

Tempo de leitura: 3 minutos

Sentir-se amedrontado por alguma doença com manifestação global é um comportamento normal . No entanto, com a atual enxurrada de informações acerca do Coronavírus, o temor e a preocupação excessiva podem se tornar um verdadeiro sufoco, gerando pânico, paranoias e padecimentos que fazem muitas pessoas sofrerem por antecedência.

É fato que, quando uma nova doença surge, as pessoas se tornam mais aflitas do que o habitual, mas em alguns indivíduos essa preocupação é tanta que ao manifestar o menor sinal que lembra os sintomas da doença, o nervosismo e a tensão batem na porta e a pessoa já começa a pensar o pior. Quando essa cisma ocorre, levando à uma certa obsessão, podemos ter sinais inclusive de Hipocondria.

Outro fator que não ajuda nesse processo são as informações que recebemos dos principais canais de comunicação,  justamente aquelas que são mais alarmantes, como número de mortos, número de contágios, entre outros, quando as informações que deveriam prevalecer são as de prevenção. Recomenda-se o seguinte:

  • Informe – se  em fontes confiáveis e não engaje com notícias sensacionalistas.
  • Foque naquilo que está em seu controle e no autocuidado.

 

Vale salientar que, mesmo estando sob alerta com a determinação de uma pandemia, se desesperar e tomar atitudes de precaução exageradas, deixando de viver e tendo atitudes exacerbadas sem necessidade, não são parte de uma conduta favorável, nem ajudam a lidar com a situação, afinal, a aflição será ainda maior, piorando as circunstâncias.

Devemos seguir as recomendações dadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde)  e fazer a nossa parte. Segue abaixo algumas delas:

  • Medidas básicas de higiene – lavar as mãos frequentemente e utilizar álcool-gel, evitar tocar os olhos, nariz e a boca sem que as mãos estejam limpas;
  • Não dividir toalhas, talheres, copos e outros pertences;
  • Higienizar com álcool objetos tocados com frequência (como o celular);
  • Ao tossir, levar a boca a parte interna do cotovelo (no lugar de levar às mãos);
  • Evitar multidões e evitar sair de casa nesse momento;
  • Usar máscara caso apresente sintomas;
  • Evitar cumprimentar com abraços, e beijos no rosto e aperto de mãos.

 

Mesmo que você não se sinta vulnerável, faça sua parte! Lembre-se, o novo COVID-19 não é o fim do mundo e tomando os critérios corretos de precaução podemos evitar a transmissão do mesmo e consequentemente diminuir os casos de contágio.  

Aproveite o tempo em casa para praticar a meditação, técnicas de relaxamento e cuide da sua alimentação.

  Se observar que sua preocupação, ansiedade ou algum aspecto de sua saúde mental se encontra desequilibrada  procure um Psicólogo, ele poderá te ajudar. Na OrienteMe, é possível falar com seu psicólogo todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que sair de casa. 

Hoje o Conselho Federal de Psicologia,  de acordo com a Resolução CFP nº 11/2018, amplia as possibilidades de oferta de serviços de Psicologia mediados por Tecnologias da informação e comunicação (TICs), mantendo as exigências previstas na profissão e vinculando ao cadastro individual e orientação do profissional junto ao Conselho Regional de Psicologia.

Texto escrito por: Nicole Almeida Ventura

Deseja falar com uma psicóloga sobre suas expectativas e frustrações? Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Nicole? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Coronavírus e a saúde emocional

O Coronavírus e a Saúde Emocional

Tempo de leitura: 2 minutos

No bairro, nós pensamos na questão social: “se um pegar, todos irão pegar”. Na escola, pensamos na questão profissional: “se meu filho pegar, como ficará o meu trabalho?”.

Até então mais de 100 dias, até então mais de 100 mil casos no mundo e abundância de informações.

Na televisão, relatam os casos, no jornal só se fala disso. No elevador a conversa é sobre a epidemia e na internet ficamos divididos entre o que é confiável e o que é fake news.

Sabe o que acontece com o nosso organismo quando entramos nesse estado de hipervigilância neurótica? Alterações de humor, coceiras somáticas, complicações de pele e gastrointestinais, sono superficial, irritações a qualquer tipo de estímulo externo, e o mais importante: a queda da imunidade!

Uma pandemia gera medo na população mundial, e a falta de resposta nos deixa com a sensação de falta de solução, sem sabermos o que fazer. Isso gera um aumento na produção de adrenalina que fica retida e começamos a desencadear um estado de distúrbio de sentido, como mencionado acima. Para quem tem sintomas de ansiedade a questão fica ainda mais delicada; reações agudas como pânico, fobia social e TOC podem aparecer.

Isso vai passar, o Coronavírus será controlado e a vacina vai chegar. Porém, até lá precisamos nos organizar, nos cuidar e acreditar nas orientações do governo e dos sistemas de saúde. Os profissionais de saúde estão dando o seu melhor em todas as áreas. O que pode ficar se não tomarmos os devidos cuidados são os danos emocionais, que  podem levar anos para passarem e deixar até algumas sequelas.

Vamos tomar as medidas prescritas pelo Ministério de Saúde; lavar bem as mãos, se alimentar devidamente, evitar aglomerações, mas também é importante cuidar das nossas emoções.

Sentiu-se ansioso, com dificuldade no sono, irritadiço, percebeu que tem sentido mais medo ou perdido o controle sobre si mais facilmente? Procure ajuda, converse com um amigo, faça terapia, aproveite esse período para conhecer e controlar suas próprias emoções.

Não levar a sério nossas emoções pode descontrolar nossa imunidade e, com a imunidade baixa nem o corpo mais saudável que você conhece fica imune!

Texto escrito por: Gabriella Jurno

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Depressão no ambiente de trabalho

Como a depressão pode afetar sua equipe?

Tempo de leitura: 4 minutos

Hoje em dia muitas empresas estão preocupadas com a saúde emocional de seus colaboradores, fato que é muito positivo. No entanto, principalmente no ambiente corporativo, ainda existe muito estigma e preconceito por parte das pessoas, em assumir que estão passando por problemas emocionais.

Este fato está diretamente relacionado com o receio de serem “rotuladas”, prejudicadas ou até mesmo perderem seus empregos.

Por isso é fundamental que se entenda claramente o que é a depressão e como ela se manifesta.

A depressão pode ser ocasionada por diversos fatores biológicos e psicológicos, e até mesmo de ordem hereditária.

É muito comum a depressão ser confundida com um estado passageiro de tristeza e isso pode dificultar a busca por ajuda especializada, fato que pode fazer com que a doença se agrave cada vez mais.

Fique atento aos principais sintomas: desânimo, tristeza profunda, isolamento, perda de interesse por atividades que antes davam prazer, falta de atenção e concentração. A depressão afeta a produtividade individual, a capacidade de trabalhar em equipe e o desempenho geral no trabalho.

É muito importante ressaltar que em nosso trabalho, vivemos muitas situações adversas, estresse, cobranças, etc. e estes fatores podem ter grande influência no quadro depressivo.

O primeiro passo é compreender que a depressão é uma doença que seus funcionários podem ter e que devemos respeitá-los assim como se respeita quem não a tem.

O fato de a pessoa ter depressão não significa que não é um bom funcionário, nos mostra apenas que neste momento, precisa de ajuda. Fazer com que se sinta produtivo, sendo funcional em seu trabalho pode ser uma boa forma de recuperação. Sendo assim, é fundamental ter isso em mente e começar a desconstruir crenças equivocadas sobre essa e qualquer outra doença mental, mesmo porque ninguém está imune a elas.

Frente ao cenário de grande crescimento da depressão, torna-se fundamental que as empresas tenham uma atuação mais efetiva, promovendo programas de saúde emocional, um ambiente saudável de trabalho e o bem estar nas equipes.

Percebo que essas práticas contribuem diretamente, para o engajamento dos funcionários, favorecendo que as pessoas queiram se manter trabalhando na empresa.

DICAS PARA PROMOVER UM AMBIENTE CORPORATIVO SAUDÁVEL

Canal aberto para comunicação: muito importante deixar claro para os colaboradores que você enquanto líder, está aberto para falar sobre qualquer tipo de problema que a pessoa esteja passando, seja ele profissional ou pessoal. Estabelecer uma postura de acolhimento e ajuda.

Confidencialidade: as pessoas só irão falar de seus problemas, principalmente no que se refere à saúde emocional, se tiverem certeza de que as informações serão mantidas sob sigilo e, sobretudo que não serão julgadas.

Promova o feedback construtivo: o feedback é fundamental para o desenvolvimento dos colaboradores, mas deve ser um momento construtivo. Devemos ressaltar as características positivas e apontar os pontos de melhoria. Sempre finalize um feedback com um plano de ação.

Exerça o verdadeiro papel de um líder: desenvolva empatia com seus colaboradores, conheça profundamente os membros de sua equipe, delegue, acompanhe e sobre tudo procure inspirar as pessoas. Mostre que o bem estar e o ambiente saudável são valorizados na prática.

Incentive a busca por ajuda profissional: mesmo que a empresa promova campanhas de saúde emocional e tente manter um ambiente saudável, a ajuda de um profissional especializado é fundamental nos casos de depressão. Um psicólogo auxiliará a pessoa na busca do autoconhecimento, bem como aprender a lidar com suas emoções.

Finalizando, preste atenção aos sinais que os colaboradores de sua equipe apresentam e tenha certeza de que cuidar da saúde emocional é extremamente importante.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Qualidade de vida

Qualidade de Vida e Bem-Estar

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Você sabe o que é qualidade de vida? Qualidade de vida é o jeito que cada um escolhe viver bem. Qualidade de vida é uma opção pessoal. Só que, para tomar uma decisão consciente, as pessoas precisam de informações. É por isso que qualidade de vida tem a ver com escolhas de bem-estar, mesmo que limitadas pelos padrões de convivência social.

Uma vida de qualidade envolve o bem físico, emocional e psicológico, o meio em que a pessoa vive, como são suas relações sociais, com família e amigos, e também como é sua saúde e bem-estar.

A saúde é, quase sempre, um dos primeiros itens que vem à cabeça quando pensamos em bem-estar, pois um depende do outro: a saúde contribui para melhorar o bem-estar de um indivíduo e a qualidade de vida interfere na saúde.

Nesse âmbito, a saúde emocional é muito importante, estar bem consigo mesmo e com o mundo ao seu redor, se conhecer, saber o que realmente gosta.

Para manter uma boa qualidade de vida, é preciso ter hábitos saudáveis, cuidar do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, definir objetivos de vida que fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre seu próprio destino.

O tempo é com certeza um dos problemas que mais atrapalham a manter uma qualidade de vida atual, pois as pessoas têm cada vez uma separação menor entre prazer e trabalho, fazendo com que muitas vezes não sobre tempo para buscar atividades que ajudem a manter seu corpo e mentes sãos. Isso deixa claro que a organização é uma etapa importante do processo para se atingir uma vida de qualidade.

A falta de organização e a imposição de padrões pelas mídias fazem com que muitas vezes as pessoas procurem por extremos com a intenção de atingir corpos perfeitos ou outras buscas que tem menos a ver com seu bem-estar do que parecem.

Pesquisas mostram que nossas relações sociais têm relação direta com nossa saúde, tanto que muitas vezes os problemas de relações interpessoais são relacionados com problemas de saúde, como problemas emocionais, cardiovasculares e problemas gástricos.

O estresse é um dos problemas que evitam que uma boa qualidade de vida seja alcançada. O comportamento quase automático tomado no cotidiano muitas vezes impede a consciência do que fazer e por onde começar a ter seu bem-estar.

O trabalho é a uma das maiores causas de estresse das pessoas, desencadeando ansiedade em muitos casos. O estresse é uma porta de entrada para maus-hábitos, como alimentação desregulada, aumento excessivo do consumo de álcool, o tabagismo e o uso de antidepressivos também entram na lista.

A busca pelo relaxamento pode ser feita de várias formas, desde a ingestão de alimentos relaxantes, capazes de atuar contra a ansiedade, a prática de exercícios físicos, a escolha de um momento para fazer algo que seja realmente interessante e pessoal.

Diante de tudo que foi exposto, podemos concluir que o segredo para ter uma vida feliz e longa e saudável é: invista na qualidade dela! Fazer terapia é um dos investimentos!

Texto escrito por: Ludmila Ribeiro Franco Oliveira

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Terapia ajuda a trabalhar melhor

Como a terapia pode ajudar os colaboradores no ambiente de trabalho?

Tempo de leitura: 3 minutos

Estamos na era do conhecimento exponencial, na qual as constantes transformações influenciam nossa relação com o mundo e trazem uma necessidade frequente de adaptação. No ambiente de trabalho, elas são rápidas e fazem com que, nós eternos aprendizes, busquemos a todo momento desenvolver novas habilidades.

A busca pelo sucesso na carreira é muitas vezes estressante, pois lidar com as dificuldades do ambiente corporativo muitas vezes provocam reações indesejadas e frustrações. Abrir mão da saúde física e mental, além do convívio familiar, pode causar desequilíbrio e insatisfação, levando cada vez mais profissionais para terapias, psiquiatras e até mesmo a mesas de cirurgias.

As causas mais comuns geradas por essa falta de equilíbrio são: ansiedade, fadiga, problemas familiares, insônias, dores de cabeça, irritabilidade e impaciência. Algumas formas de minimizarmos ou até driblarmos a falta de equilíbrio é estar com a saúde em dia. Os checkups anuais são fundamentais, não deixando para ir ao médico quando sentir algum sintoma diferente, fora do seu estado normal. Lembre-se de que o autocuidado é um grande aliado e o autocontrole é fundamental para um profissional de sucesso.

A máxima de que se nada mudarmos teremos sempre os mesmos resultados, vale em situações profissionais de muita pressão. O processo terapêutico nos ajuda a ajustar as expectativas, priorizar necessidades e nos permite ampliar o autoconhecimento, proporcionando autocompaixão a partir do momento em que aprendemos a encarar de frente as falhas com compreensão e despertando uma perspectiva positiva sobre nossas escolhas.

O trabalho é um ofício que deve ser acima de tudo prazeroso, que proporcione satisfação, descobertas, novos aprendizados e, portanto, avaliar o que realmente é importante no que se refere às missões e metas profissionais. Não permita que o estresse determine a vida diária e crie um plano de ação para melhorar a rotina, privilegiando o bem-estar e a autoestima.

Com disciplina, podemos criar mais tempo para o que é realmente é valioso, e, como consequência, os níveis de baixa produtividade no trabalho reduzirão consideravelmente. E os beneficiários disso? Claro que nós, profissionais, e também as empresas, que terão colaboradores mais engajados, produtivos e felizes!

 

Texto escrito por: Priscila Ximenes

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Como lidar com o retorno após as férias?

Desânimo na volta das férias: O que fazer?

Tempo de leitura: 3 minutos

Acabaram as férias e agora? É fato que para muitas pessoas retornar ao trabalho após as férias pode ser um grande peso, dar ansiedade, angústia, insônia, desânimo, cansaço, dores musculares, dores de cabeça, etc.

Normalmente estes sintomas podem surgir nas duas primeiras semanas após o retorno ao trabalho, pois a pessoa precisa readaptar-se à rotina de tarefas e preocupações do dia-a-dia.

Mas vale ressaltar que se os sintomas não forem tratados, podem ocasionar problemas mais graves como: síndrome do pânico, doenças gástricas e do coração.

Se isso acontece com você, procure analisar qual o gatilho para tamanho desconforto, que pode estar diretamente ligado a insatisfação profissional, podendo ser com a empresa, com o ambiente de trabalho, com a sua chefia ou quem sabe com a sua própria carreira.

Outro ponto importante é que devemos nos preparar psicologicamente e entender que as férias são fundamentais, no entanto, é um período que tem seu início, meio e fim. Podemos começar a preparar também o ambiente de trabalho, de maneira que torne esse retorno, menos doloroso e mais organizado.

 

DICAS PARA EVITAR ESTA SITUAÇÃO:

 

Se planeje financeiramente: Normalmente as férias geram gastos específicos, como viagens e passeios, sendo assim, planeje seu orçamento para não ter problemas financeiros após o seu retorno.

Cuide de sua ansiedade: Durante suas férias procure se desligar dos problemas do trabalho e tente descansar até o último dia. Tente ter uns dias de descanso após o retorno de uma viagem, isso é fundamental para que você se organize para o retorno. Evite ficar pensando no que deve fazer ou nos problemas que terá na volta ao trabalho.

Adapte-se no primeiro dia: O primeiro dia é para observação e adaptação, não adianta querer mostrar serviço. Admita que precisa se familiarizar com o que está acontecendo na empresa.

Organize seu espaço: Reorganizar sua mesa pode ser uma ótima maneira de voltar ao trabalho. Aproveite para planejar suas pendências e projetos. Se possível jogue fora papéis ou materiais que não precisará mais.

Adquira e mantenha hábitos saudáveis: Ao retornar às suas rotinas é fundamental que você tenha momentos de prazer. Procure se dedicar a atividades que goste de fazer, por exemplo: prática de esportes, algum hobby, etc. A ideia é ter prazer nas pequenas coisas e continuar com a “bateria recarregada”.

Reveja o seu trabalho: Se o seu retorno ao trabalho esta “pesando” em sua vida, talvez seja hora de refletir se está conduzindo sua carreira de forma adequada. Esta reflexão é muito importante e com base em suas análises pode dar outro rumo em sua carreira. Existem várias possibilidades, transferência de área ou participar de um recrutamento interno, ou até mesmo buscar uma nova recolocação no mercado de trabalho.

Enfim, o importante é você entender os motivos que te deixam tão frustrado por voltar das férias. Tente pensar de forma diferente e aproveite o descanso que você teve para voltar à rotina com muita energia, pensar em novos projetos, metas e, quem sabe, planejar as próximas férias.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Saúde Mental – O que as empresas podem fazer?

O que é saúde mental?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade. ´

Segundo a OMS, as situações de competição são as principais causas de estresse associado ao trabalho. Estatísticas apontam que 1 a cada 5 pessoas no trabalho podem sofrer de algum problema de saúde mental. Esses problemas vão impactar diretamente no ambiente de trabalho, causando perda de produtividade e faltas ao trabalho, entre outros.

Globalmente, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão e 260 milhões vivem com transtornos de ansiedade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Estimativas da instituição afirmam que os dois distúrbios custam à economia US$ 1 trilhão ao ano em perda de produtividade.

Esta situação ocorre em todos os setores e segmentos organizacionais, no entanto, vale destacar os dados do segmento financeiro.

Com base em dados do INSS, obtidos pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, reportagem de Rodolfo Wrolli mostra a “epidemia” que afeta os trabalhadores do sistema financeiro em todo o Brasil, já que a categoria bancária teve crescimento de apenas 1% nesses oito anos. O total de bancários afastados por doença cresceu 30% entre 2009 e 2017. Pelo menos metade desses casos foram decorrentes de transtornos mentais e comportamentais, que cresceram 61,5% no período, e enfermidades relacionadas a lesões por esforço repetitivo, que tiveram incremento de 13%. 

Quais são as principais causas?

Torna-se fundamental identificar nas empresas, quais as principais situações que servem como gatilho para desencadear as doenças emocionais em seus colaboradores.

Abaixo as situações mais recorrentes:

  • Grande carga de trabalho;
  • Tarefas inadequadas às competências dos funcionários;
  • Falta de clareza na definição das funções e objetivos organizacionais;
  • Comunicação ineficaz e falta de apoio das lideranças;
  • Má gestão nas mudanças organizacionais;
  • Políticas inadequadas de saúde e segurança;
  • Bullying e o assédio psicológico;
  • Possibilidade de desemprego.

 

Como as empresas podem prevenir e/ou tratar a saúde mental de seus colaboradores?

É de grande importância que as empresas consigam agir de forma preventiva, evitando este tipo de situação. O melhor a fazer será o tratamento da saúde mental dos colaboradores, garantindo o apoio e reabilitação dos mesmos.

Existem diversas formas de se prevenir e tratar esta situação, como por exemplo:

  • Realizar um mapeamento da saúde mental dos colaboradores através de assessment especializado;
  • Avaliar o grau de risco da saúde mental dos colaboradores;
  • Encaminhar os colaboradores para psicólogos especializados.

 

Desta forma, podemos garantir o acompanhamento da saúde mental dos colaboradores e promover além de boa qualidade de vida, melhor performance nos resultados.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Se você deseja conhecer o que a OrienteMe pode oferecer para sua empresa e equipe, entre em contato conosco aqui.

psicoterapia

Sinais de que você precisa de Terapia

É muito comum as pessoas se perguntarem se precisam ou não fazer psicoterapia, porque ainda existe um grande estigma com relação ao atendimento psicológico e muitas vezes, porque acreditamos que damos conta sozinhos de nossos problemas. Além deste fator, existe a questão financeira, mas tente encarar a psicoterapia como um investimento em você mesmo.

Posso afirmar que todo mundo passa por momentos de tristeza, estresse e conflitos. Vivemos situações que não conseguimos lidar “em carreira solo” e que insistem em continuar, mesmo após tentarmos nos desenvolver e apesar de todo o apoio das pessoas que convivemos, as dificuldades persistem.

Precisamos de psicoterapia quando estivermos enfrentando alguma situação que não sabemos como lidar e como resolver, quando nos sentimos presos a algo que nos incomoda, principalmente se estiver interferindo em sua vida pessoal e profissional.

Portanto se você esta nesta situação ou se identificar com os pontos abaixo relacionados, considere a busca de apoio psicológico o mais breve possível, pois cuidar de sua saúde emocional é muito importante.

  • Sente-se deprimido, estressado, ansioso ou angustiado;
  • Sente dificuldade em lidar com suas emoções;
  • Passou por um trauma e não consegue parar de pensar nisso;
  • Precisa de remédios para dormir ou agüentar o dia a dia;
  • Conflitos nos relacionamentos;
  • Passando por uma fase de sofrimento;
  • Passando por perdas ou separações;
  • Passando por transtornos alimentares, compulsões, fobias, obsessões ou manias;
  • Se sente perdido e busca o seu autoconhecimento.

 

Resumindo, a psicoterapia visa o seu autoconhecimento e nos ajuda a lidar com as nossas emoções. Um psicólogo nos fará perceber as situações que estamos vivendo de forma mais ampla e nos auxiliará a buscar uma solução, sem julgamento ou critica. Tem o papel de nos incentivar a autonomia ao nos fazer perceber, que somos capazes de enfrentar a situação em que nos encontramos.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Resolução 11/2018 atendimento online psicologia online terapia online

Terapia online funciona?

No Brasil, ainda existe muita dúvida com relação à terapia online. Será que funciona? Vou me adaptar? Será que os resultados são mais rápidos ou demorados?

Existem diversas pesquisas feitas no exterior que comprovam a eficácia da terapia online. Em alguns dos casos, estes estudos mostram um efeito ainda mais durador e rápido do que a terapia feita presencialmente.

Quando comparando a terapia presencial com a terapia online, um estudo feito pela universidade de Zurich relatou que, “a equipe assumiu que as duas formas de terapia estavam em pé de igualdade. Não apenas [a] teoria foi confirmada, mas os resultados da terapia online superaram suas expectativas”. No final do tratamento de pacientes com depressão moderada,  53% dos pacientes de terapia on-line não apresentaram mais depressão, em comparação com 50% na terapia presencial. Três meses após o término do tratamento, 57% dos pacientes de terapia on-line não apresentaram depressão, em comparação de 42% com a terapia convencional “.

Em outro estudo, feito pela Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, “os clientes e terapeutas online classificaram seus impactos como igualmente fortes ou mais fortes do que os clientes anteriores na terapia presencial.”

“A hipótese de “online calming”, ou “acalmar online”, propõe que os terapeutas e os clientes acharam o ambiente online mais confortável e menos ameaçador do que o ambiente face-a-face. Alguns de nossos clientes afirmaram anonimamente que eram capazes de aceitar a terapia on-line melhor do que a terapia presencial… os clientes experimentam uma influência calmante do ambiente online”.

“Se a terapia on-line é mais confortável, ela pode oferecer uma alternativa menos ameaçadora à psicoterapia presencial, especialmente para aqueles que lutam com transtornos de ansiedade”.

Existem casos graves como esquizofrenia ou casos de ideação suicida onde o tratamento online não é recomendado. Mas em geral, pessoas com queixas relacionadas à ansiedade, tristeza, questões relacionadas ao trabalho, sexualidade, entre outros, têm obtido resultados muito positivos.

Este ano aconteceu um grande avanço relacionado a terapia online no Brasil. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou a Resolução CFP nº 11/2018, que atualiza a Resolução CFP nº 11/2012 sobre atendimento psicológico online. A nova Resolução aumenta as formas de serviços de Psicologia através da tecnologia, mantendo as requisições da profissão, de forma que as pessoas terão mais liberdade para serem atendidas online e os psicólogos menos barreiras para atender.

Entenda as principais mudanças da Resolução 11/2018 aqui.

Se está pensando em fazer terapia online, conheça a OrienteMe!  Na OrienteMe você pode falar com seu psicólogo todos os dias de segunda à sexta-feira sem precisar marcar horário, pelo app ou site. Para começar, basta clicar aqui, fazer seu cadastro, escolher o seu plano e pronto, você será conectada com o profissional com perfil mais compatível para te atender.

Desejamos um ótimo começo de terapia online!