psicoterapia

Sinais de que você precisa de Terapia

É muito comum as pessoas se perguntarem se precisam ou não fazer psicoterapia, porque ainda existe um grande estigma com relação ao atendimento psicológico e muitas vezes, porque acreditamos que damos conta sozinhos de nossos problemas. Além deste fator, existe a questão financeira, mas tente encarar a psicoterapia como um investimento em você mesmo.

Posso afirmar que todo mundo passa por momentos de tristeza, estresse e conflitos. Vivemos situações que não conseguimos lidar “em carreira solo” e que insistem em continuar, mesmo após tentarmos nos desenvolver e apesar de todo o apoio das pessoas que convivemos, as dificuldades persistem.

Precisamos de psicoterapia quando estivermos enfrentando alguma situação que não sabemos como lidar e como resolver, quando nos sentimos presos a algo que nos incomoda, principalmente se estiver interferindo em sua vida pessoal e profissional.

Portanto se você esta nesta situação ou se identificar com os pontos abaixo relacionados, considere a busca de apoio psicológico o mais breve possível, pois cuidar de sua saúde emocional é muito importante.

  • Sente-se deprimido, estressado, ansioso ou angustiado;
  • Sente dificuldade em lidar com suas emoções;
  • Passou por um trauma e não consegue parar de pensar nisso;
  • Precisa de remédios para dormir ou agüentar o dia a dia;
  • Conflitos nos relacionamentos;
  • Passando por uma fase de sofrimento;
  • Passando por perdas ou separações;
  • Passando por transtornos alimentares, compulsões, fobias, obsessões ou manias;
  • Se sente perdido e busca o seu autoconhecimento.

 

Resumindo, a psicoterapia visa o seu autoconhecimento e nos ajuda a lidar com as nossas emoções. Um psicólogo nos fará perceber as situações que estamos vivendo de forma mais ampla e nos auxiliará a buscar uma solução, sem julgamento ou critica. Tem o papel de nos incentivar a autonomia ao nos fazer perceber, que somos capazes de enfrentar a situação em que nos encontramos.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Sexualidade e Terapia Sexual

Embora Freud já tenha escrito e debatido, no fim do século passado, sobre as questões relativas à sexualidade e ao comportamento sexual, ainda hoje é um dos assuntos mais discutidos.

Você sabe a diferença entre sexualidade e sexo?

Sexo refere-se ao ato físico em que dois ou mais indivíduos realizam o ato sexual, tanto hetero como homossexualmente.

Já a sexualidade vai além da personalidade do ser humano, entendida como algo mais profundo, no íntimo de cada um.

Sexo significa prazer, desejo e, também, perigo, vedação, equívoco e culpa, enquanto a sexualidade, de acordo com Kaplan, associa-se a três fatores inter-relacionais: a identidade sexual, ou seja, como o indivíduo classifica-se biologicamente, a identidade de gênero (forma como o indivíduo se identifica com o masculino e feminino perante a sociedade) e o comportamento sexual, o qual consiste na forma de executar e perceber as experiências sexuais.

Atualmente, a saúde sexual faz parte de um dos pilares de qualidade vida estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde, já que situações mal resolvidas e dificuldades nesse campo, interferem diretamente no bem-estar social e pessoal dos seres humanos.

Além disso, conforme o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, estamos vivendo em um “mundo líquido” em que as relações humanas estão cada vez mais dinâmicas, solúveis e fáceis de sofrerem o processo de evaporação, seja no mundo real ou virtual.

Nada mais é feito para ter durabilidade. Meios eletrônicos, eletrodomésticos, móveis, RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS parecem ter data de validade e quando perdem suas funções são, simplesmente, descartados e substituídos.

Assim, as preocupações com o desempenho e satisfação sexual tem aumentado nos consultórios de ginecologistas e urologistas, afinal, se o sexo não estiver em bom funcionamento, poderá, facilmente, ser substituído.

No entanto, sabe-se que a saúde sexual é multidimensional, com aspectos biológicos, psicológicos (traumas, conflitos entre os parceiros, experiências sexuais negativas) e, até mesmo, socioculturais (tabus, religião, atitudes e crenças dos pais e educadores sobre sexo).

Dessa forma, a psicoterapia deve ser indicada sempre que existir uma predominância de fatores psíquicos nas queixas sexuais, principalmente quando a ação medicamentosa não é suficiente para sanar o problema e em casos de relações conflituosas, autoestima rebaixada, abuso sexual na infância, distúrbios comportamentais, ansiedade e depressão.

Como saber se preciso procurar terapia sexual?

Sempre que identificar uma insatisfação com a qualidade de vida sexual, seja por ausência ou dificuldade para alcançar o orgasmo, falta de desejo ou perda da libido, ejaculação rápida ou disfunção erétil, por exemplo.

É importante saber que a terapia sexual é focal e tem como principal objetivo a harmonia sexual do indivíduo e do casal.

Assim, é capaz de melhorar o relacionamento como um todo, já que aborda não só as questões relacionadas ao sexo, mas a sexualidade como um todo – desde a autoestima do casal até os tabus e conflitos que os impedem de viver uma vida sexual saudável.

 

Texto escrito por: Priscila V. R. Takaki

Especialista em Psicologia Clínica: Terapia Cognitivo-comportamental e Sexualidade Humana.

Problemas no seu Relacionamento Amoroso?

Resolvi escrever sobre o tema de Relacionamento Amoroso, porque esta queixa é uma constante na vida de meus pacientes.

Percebo que as pessoas sofrem muito por não saberem se relacionar.

Vamos lá! O que é isso?

As pessoas entram em um relacionamento e levam consigo toda a sua história de vida, seus receios, seus medos e seus traumas.

Importante contextualizar que nós enquanto seres humanos, temos um lado positivo e um lado que precisamos nos aprimorar, o qual chamarei de lado obscuro. Isto sem dúvida é um fato inquestionável.

No início de um relacionamento, nós temos a tendência a “mostrar” apenas a parte “boa” de nossa personalidade.

Mas a medida que o relacionamento vai se tornando mais sério e se passa a ter segurança, as características que tentamos esconder acabam aparecendo. E com isso, começam a surgir os problemas.

Muitas pessoas até conseguem enxergar no outro este lado “obscuro” mas acreditam que irão conseguir “mudar o companheiro (a)”.

Em primeiro lugar, as pessoas só mudam suas características se tiverem consciência de que precisam mudar e sobretudo, se quiserem que isto aconteça. Fora isso, não se muda ninguém.

Sendo assim, a fala que ouço muito é: Nossa de repente ele mudou, ficou agressivo, triste, bravo, é bagunceiro, etc. Na verdade, as pessoas não mudam desta forma, apenas não haviam mostrado no relacionamento este outro lado de sua personalidade.

Ok, mas e agora?

No momento em que você perceber que algo não vai bem com seu relacionamento, é importante sentar e ter uma conversa franca com seu companheiro (a).

Antes desta conversa, minha recomendação é você também se auto avaliar.

Faça uma lista com três colunas: numa delas coloque todas as características que considera boas em seu companheiro (a), na outra coluna, coloque a lista das características que considera ruins e ao lado desta, coloque para cada aspecto negativo, qual a sua reação.

Por exemplo: meu marido é grosseiro – minha reação é ficar brava e me afastar.

Ocorre que um é grosso, o outro se afasta e desta forma, vai se formando um “muro invisível” entre os dois.

Minha intenção aqui é propor uma analise da situação sobre outra perspectiva, ter empatia com a outra pessoa e se colocar no lugar dela.

As pessoas precisam aprender a falar o que sentem e não deixar tudo guardado em seus corações.

Sendo assim, convido o prezado leitor a uma mais profunda reflexão de suas atitudes no dia-a-dia. Vamos tentar construir um relacionamento melhor com pequenas atitudes, que juntas farão uma grande diferença e poderão salvar o seu relacionamento.

Texto escrito por: Renata T.

Se precisar de ajuda neste processo, consulte um terapeuta na OrienteMe. Os profissionais que atendem na plataforma poderão te orientar e apoiar neste momento.