Qualidade de vida

Qualidade de Vida e Bem-Estar

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Você sabe o que é qualidade de vida? Qualidade de vida é o jeito que cada um escolhe viver bem. Qualidade de vida é uma opção pessoal. Só que, para tomar uma decisão consciente, as pessoas precisam de informações. É por isso que qualidade de vida tem a ver com escolhas de bem-estar, mesmo que limitadas pelos padrões de convivência social.

Uma vida de qualidade envolve o bem físico, emocional e psicológico, o meio em que a pessoa vive, como são suas relações sociais, com família e amigos, e também como é sua saúde e bem-estar.

A saúde é, quase sempre, um dos primeiros itens que vem à cabeça quando pensamos em bem-estar, pois um depende do outro: a saúde contribui para melhorar o bem-estar de um indivíduo e a qualidade de vida interfere na saúde.

Nesse âmbito, a saúde emocional é muito importante, estar bem consigo mesmo e com o mundo ao seu redor, se conhecer, saber o que realmente gosta.

Para manter uma boa qualidade de vida, é preciso ter hábitos saudáveis, cuidar do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, definir objetivos de vida que fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre seu próprio destino.

O tempo é com certeza um dos problemas que mais atrapalham a manter uma qualidade de vida atual, pois as pessoas têm cada vez uma separação menor entre prazer e trabalho, fazendo com que muitas vezes não sobre tempo para buscar atividades que ajudem a manter seu corpo e mentes sãos. Isso deixa claro que a organização é uma etapa importante do processo para se atingir uma vida de qualidade.

A falta de organização e a imposição de padrões pelas mídias fazem com que muitas vezes as pessoas procurem por extremos com a intenção de atingir corpos perfeitos ou outras buscas que tem menos a ver com seu bem-estar do que parecem.

Pesquisas mostram que nossas relações sociais têm relação direta com nossa saúde, tanto que muitas vezes os problemas de relações interpessoais são relacionados com problemas de saúde, como problemas emocionais, cardiovasculares e problemas gástricos.

O estresse é um dos problemas que evitam que uma boa qualidade de vida seja alcançada. O comportamento quase automático tomado no cotidiano muitas vezes impede a consciência do que fazer e por onde começar a ter seu bem-estar.

O trabalho é a uma das maiores causas de estresse das pessoas, desencadeando ansiedade em muitos casos. O estresse é uma porta de entrada para maus-hábitos, como alimentação desregulada, aumento excessivo do consumo de álcool, o tabagismo e o uso de antidepressivos também entram na lista.

A busca pelo relaxamento pode ser feita de várias formas, desde a ingestão de alimentos relaxantes, capazes de atuar contra a ansiedade, a prática de exercícios físicos, a escolha de um momento para fazer algo que seja realmente interessante e pessoal.

Diante de tudo que foi exposto, podemos concluir que o segredo para ter uma vida feliz e longa e saudável é: invista na qualidade dela! Fazer terapia é um dos investimentos!

Texto escrito por: Ludmila Ribeiro Franco Oliveira

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psicoterapia

Sinais de que você precisa de Terapia

É muito comum as pessoas se perguntarem se precisam ou não fazer psicoterapia, porque ainda existe um grande estigma com relação ao atendimento psicológico e muitas vezes, porque acreditamos que damos conta sozinhos de nossos problemas. Além deste fator, existe a questão financeira, mas tente encarar a psicoterapia como um investimento em você mesmo.

Posso afirmar que todo mundo passa por momentos de tristeza, estresse e conflitos. Vivemos situações que não conseguimos lidar “em carreira solo” e que insistem em continuar, mesmo após tentarmos nos desenvolver e apesar de todo o apoio das pessoas que convivemos, as dificuldades persistem.

Precisamos de psicoterapia quando estivermos enfrentando alguma situação que não sabemos como lidar e como resolver, quando nos sentimos presos a algo que nos incomoda, principalmente se estiver interferindo em sua vida pessoal e profissional.

Portanto se você esta nesta situação ou se identificar com os pontos abaixo relacionados, considere a busca de apoio psicológico o mais breve possível, pois cuidar de sua saúde emocional é muito importante.

  • Sente-se deprimido, estressado, ansioso ou angustiado;
  • Sente dificuldade em lidar com suas emoções;
  • Passou por um trauma e não consegue parar de pensar nisso;
  • Precisa de remédios para dormir ou agüentar o dia a dia;
  • Conflitos nos relacionamentos;
  • Passando por uma fase de sofrimento;
  • Passando por perdas ou separações;
  • Passando por transtornos alimentares, compulsões, fobias, obsessões ou manias;
  • Se sente perdido e busca o seu autoconhecimento.

 

Resumindo, a psicoterapia visa o seu autoconhecimento e nos ajuda a lidar com as nossas emoções. Um psicólogo nos fará perceber as situações que estamos vivendo de forma mais ampla e nos auxiliará a buscar uma solução, sem julgamento ou critica. Tem o papel de nos incentivar a autonomia ao nos fazer perceber, que somos capazes de enfrentar a situação em que nos encontramos.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Sexualidade e Terapia Sexual

Embora Freud já tenha escrito e debatido, no fim do século passado, sobre as questões relativas à sexualidade e ao comportamento sexual, ainda hoje é um dos assuntos mais discutidos.

Você sabe a diferença entre sexualidade e sexo?

Sexo refere-se ao ato físico em que dois ou mais indivíduos realizam o ato sexual, tanto hetero como homossexualmente.

Já a sexualidade vai além da personalidade do ser humano, entendida como algo mais profundo, no íntimo de cada um.

Sexo significa prazer, desejo e, também, perigo, vedação, equívoco e culpa, enquanto a sexualidade, de acordo com Kaplan, associa-se a três fatores inter-relacionais: a identidade sexual, ou seja, como o indivíduo classifica-se biologicamente, a identidade de gênero (forma como o indivíduo se identifica com o masculino e feminino perante a sociedade) e o comportamento sexual, o qual consiste na forma de executar e perceber as experiências sexuais.

Atualmente, a saúde sexual faz parte de um dos pilares de qualidade vida estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde, já que situações mal resolvidas e dificuldades nesse campo, interferem diretamente no bem-estar social e pessoal dos seres humanos.

Além disso, conforme o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, estamos vivendo em um “mundo líquido” em que as relações humanas estão cada vez mais dinâmicas, solúveis e fáceis de sofrerem o processo de evaporação, seja no mundo real ou virtual.

Nada mais é feito para ter durabilidade. Meios eletrônicos, eletrodomésticos, móveis, RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS parecem ter data de validade e quando perdem suas funções são, simplesmente, descartados e substituídos.

Assim, as preocupações com o desempenho e satisfação sexual tem aumentado nos consultórios de ginecologistas e urologistas, afinal, se o sexo não estiver em bom funcionamento, poderá, facilmente, ser substituído.

No entanto, sabe-se que a saúde sexual é multidimensional, com aspectos biológicos, psicológicos (traumas, conflitos entre os parceiros, experiências sexuais negativas) e, até mesmo, socioculturais (tabus, religião, atitudes e crenças dos pais e educadores sobre sexo).

Dessa forma, a psicoterapia deve ser indicada sempre que existir uma predominância de fatores psíquicos nas queixas sexuais, principalmente quando a ação medicamentosa não é suficiente para sanar o problema e em casos de relações conflituosas, autoestima rebaixada, abuso sexual na infância, distúrbios comportamentais, ansiedade e depressão.

Como saber se preciso procurar terapia sexual?

Sempre que identificar uma insatisfação com a qualidade de vida sexual, seja por ausência ou dificuldade para alcançar o orgasmo, falta de desejo ou perda da libido, ejaculação rápida ou disfunção erétil, por exemplo.

É importante saber que a terapia sexual é focal e tem como principal objetivo a harmonia sexual do indivíduo e do casal.

Assim, é capaz de melhorar o relacionamento como um todo, já que aborda não só as questões relacionadas ao sexo, mas a sexualidade como um todo – desde a autoestima do casal até os tabus e conflitos que os impedem de viver uma vida sexual saudável.

 

Texto escrito por: Priscila V. R. Takaki

Especialista em Psicologia Clínica: Terapia Cognitivo-comportamental e Sexualidade Humana.

Problemas no seu Relacionamento Amoroso?

Resolvi escrever sobre o tema de Relacionamento Amoroso, porque esta queixa é uma constante na vida de meus pacientes.

Percebo que as pessoas sofrem muito por não saberem se relacionar.

Vamos lá! O que é isso?

As pessoas entram em um relacionamento e levam consigo toda a sua história de vida, seus receios, seus medos e seus traumas.

Importante contextualizar que nós enquanto seres humanos, temos um lado positivo e um lado que precisamos nos aprimorar, o qual chamarei de lado obscuro. Isto sem dúvida é um fato inquestionável.

No início de um relacionamento, nós temos a tendência a “mostrar” apenas a parte “boa” de nossa personalidade.

Mas a medida que o relacionamento vai se tornando mais sério e se passa a ter segurança, as características que tentamos esconder acabam aparecendo. E com isso, começam a surgir os problemas.

Muitas pessoas até conseguem enxergar no outro este lado “obscuro” mas acreditam que irão conseguir “mudar o companheiro (a)”.

Em primeiro lugar, as pessoas só mudam suas características se tiverem consciência de que precisam mudar e sobretudo, se quiserem que isto aconteça. Fora isso, não se muda ninguém.

Sendo assim, a fala que ouço muito é: Nossa de repente ele mudou, ficou agressivo, triste, bravo, é bagunceiro, etc. Na verdade, as pessoas não mudam desta forma, apenas não haviam mostrado no relacionamento este outro lado de sua personalidade.

Ok, mas e agora?

No momento em que você perceber que algo não vai bem com seu relacionamento, é importante sentar e ter uma conversa franca com seu companheiro (a).

Antes desta conversa, minha recomendação é você também se auto avaliar.

Faça uma lista com três colunas: numa delas coloque todas as características que considera boas em seu companheiro (a), na outra coluna, coloque a lista das características que considera ruins e ao lado desta, coloque para cada aspecto negativo, qual a sua reação.

Por exemplo: meu marido é grosseiro – minha reação é ficar brava e me afastar.

Ocorre que um é grosso, o outro se afasta e desta forma, vai se formando um “muro invisível” entre os dois.

Minha intenção aqui é propor uma analise da situação sobre outra perspectiva, ter empatia com a outra pessoa e se colocar no lugar dela.

As pessoas precisam aprender a falar o que sentem e não deixar tudo guardado em seus corações.

Sendo assim, convido o prezado leitor a uma mais profunda reflexão de suas atitudes no dia-a-dia. Vamos tentar construir um relacionamento melhor com pequenas atitudes, que juntas farão uma grande diferença e poderão salvar o seu relacionamento.

Texto escrito por: Renata T.

Se precisar de ajuda neste processo, consulte um terapeuta na OrienteMe. Os profissionais que atendem na plataforma poderão te orientar e apoiar neste momento.