Técnica respiração calmante

Técnica de Respiração Calmante

Tempo de leitura: 3 minutos

Este período de incertezas e isolamento pode mexer com nosso estado emocional, gerando estresse, ansiedade, pânico, etc., principalmente nas pessoas que já tem tendência e histórico anterior. Portanto, é fundamental aprender a fazer exercícios de respiração e meditação.

É o que vamos chamar de respiração quadrada. Quadrada porque é feita em 4 etapas e todas com a mesma duração. É como um quadrado, uma forma com quatro lados iguais. Neste caso, é uma respiração feita em quatro etapas, com duração semelhante.

Técnica de Respiração:

As quatro etapas são: inspiração, pausa cheio, expiração e pausa vazio.

Preparação:

Sente-se confortavelmente. Observe a sua respiração, percebendo o ritmo da sua respiração. Coloque a sua atenção no seu corpo, deixando todo o resto de lado. Mantenha a boca fechada durante o exercício deixando a respiração acontecer suavemente pelas narinas.

Agora inicie:

1 –  Deixe o ar entrar em seu corpo, enquanto você conta lentamente até três: um….dois….três….

2 –  Segure o ar nos pulmões, contando lentamente até três.

3 –  Solte lentamente o ar, contando lentamente até três.

4 –  Após a expiração mantenha-se sem ar, contando lentamente até três.

1 – Volte ao passo 1 e continue repetindo este ciclo, sem pressa…

Faça inicialmente estes ciclos por um minuto e veja como você se sente.

Se estiver bem, retome e aumente o tempo de exercício para 3 minutos.

Agora pare o exercício e se observe.

Se você tiver feito o exercício corretamente, provavelmente vai estar se sentindo mais relaxado e menos ansioso.

Se estiver sentindo tontura, é provável que você exagerou um pouco nas etapas de inspiração e expiração e não deu as pausas necessárias.

É muito importante um equilíbrio entre as quatro etapas. As pausas são tão importantes quanto inspirar ou expirar.

A tontura tende a passar sozinha, mas se você quiser ajudar a diminuir a tontura, retome o exercício com o cuidado de fazer a respiração DEGAVAR, SEM PRESSA, respeitando cada etapa: inspiração, pausa cheio, expiração e pausa vazio.

O exercício deve ser confortável. Se sentir desconforto, pare e deixe para fazer outro dia.

Você pode achar mais confortável contar até 4 em cada etapa, não importa; o importante é manter uma respiração lenta e regular, em quatro etapas. Faça uma contagem mental, você não precisa falar os números. Mantenha a boca fechada e respire pelo nariz.

Se o exercício te ajudar, pode praticá-lo todo dia. Se quiser, você pode aumentar o tempo do exercício, fazer 5 ou 10 minutos de cada vez.

Sob estado de ansiedade a respiração tende a ficar rápida e superficial e a pessoa frequentemente tem a sensação de não ter ar suficiente. Este exercício corrige esta distorção, ajudando a diminuir o estado de hiperventilação, que causa várias sensações típicas do estado ansioso como tontura e formigamento.

Este exercício é um CALMANTE NATURAL, um típico trabalho de auto-gerenciamento.

Ao trabalhar com a ansiedade precisamos aumentar o sentimento de potência, aprender como podemos influir sobre nosso estado interno.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Deseja falar com uma psicóloga sobre suas expectativas e frustrações? Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Coronavírus e a saúde emocional

O Coronavírus e a Saúde Emocional

Tempo de leitura: 2 minutos

No bairro, nós pensamos na questão social: “se um pegar, todos irão pegar”. Na escola, pensamos na questão profissional: “se meu filho pegar, como ficará o meu trabalho?”.

Até então mais de 100 dias, até então mais de 100 mil casos no mundo e abundância de informações.

Na televisão, relatam os casos, no jornal só se fala disso. No elevador a conversa é sobre a epidemia e na internet ficamos divididos entre o que é confiável e o que é fake news.

Sabe o que acontece com o nosso organismo quando entramos nesse estado de hipervigilância neurótica? Alterações de humor, coceiras somáticas, complicações de pele e gastrointestinais, sono superficial, irritações a qualquer tipo de estímulo externo, e o mais importante: a queda da imunidade!

Uma pandemia gera medo na população mundial, e a falta de resposta nos deixa com a sensação de falta de solução, sem sabermos o que fazer. Isso gera um aumento na produção de adrenalina que fica retida e começamos a desencadear um estado de distúrbio de sentido, como mencionado acima. Para quem tem sintomas de ansiedade a questão fica ainda mais delicada; reações agudas como pânico, fobia social e TOC podem aparecer.

Isso vai passar, o Coronavírus será controlado e a vacina vai chegar. Porém, até lá precisamos nos organizar, nos cuidar e acreditar nas orientações do governo e dos sistemas de saúde. Os profissionais de saúde estão dando o seu melhor em todas as áreas. O que pode ficar se não tomarmos os devidos cuidados são os danos emocionais, que  podem levar anos para passarem e deixar até algumas sequelas.

Vamos tomar as medidas prescritas pelo Ministério de Saúde; lavar bem as mãos, se alimentar devidamente, evitar aglomerações, mas também é importante cuidar das nossas emoções.

Sentiu-se ansioso, com dificuldade no sono, irritadiço, percebeu que tem sentido mais medo ou perdido o controle sobre si mais facilmente? Procure ajuda, converse com um amigo, faça terapia, aproveite esse período para conhecer e controlar suas próprias emoções.

Não levar a sério nossas emoções pode descontrolar nossa imunidade e, com a imunidade baixa nem o corpo mais saudável que você conhece fica imune!

Texto escrito por: Gabriella Jurno

Deseja falar com uma psicóloga sobre suas expectativas e frustrações? Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Gabriella? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Qualidade de vida

Qualidade de Vida e Bem-Estar

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Você sabe o que é qualidade de vida? Qualidade de vida é o jeito que cada um escolhe viver bem. Qualidade de vida é uma opção pessoal. Só que, para tomar uma decisão consciente, as pessoas precisam de informações. É por isso que qualidade de vida tem a ver com escolhas de bem-estar, mesmo que limitadas pelos padrões de convivência social.

Uma vida de qualidade envolve o bem físico, emocional e psicológico, o meio em que a pessoa vive, como são suas relações sociais, com família e amigos, e também como é sua saúde e bem-estar.

A saúde é, quase sempre, um dos primeiros itens que vem à cabeça quando pensamos em bem-estar, pois um depende do outro: a saúde contribui para melhorar o bem-estar de um indivíduo e a qualidade de vida interfere na saúde.

Nesse âmbito, a saúde emocional é muito importante, estar bem consigo mesmo e com o mundo ao seu redor, se conhecer, saber o que realmente gosta.

Para manter uma boa qualidade de vida, é preciso ter hábitos saudáveis, cuidar do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, definir objetivos de vida que fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre seu próprio destino.

O tempo é com certeza um dos problemas que mais atrapalham a manter uma qualidade de vida atual, pois as pessoas têm cada vez uma separação menor entre prazer e trabalho, fazendo com que muitas vezes não sobre tempo para buscar atividades que ajudem a manter seu corpo e mentes sãos. Isso deixa claro que a organização é uma etapa importante do processo para se atingir uma vida de qualidade.

A falta de organização e a imposição de padrões pelas mídias fazem com que muitas vezes as pessoas procurem por extremos com a intenção de atingir corpos perfeitos ou outras buscas que tem menos a ver com seu bem-estar do que parecem.

Pesquisas mostram que nossas relações sociais têm relação direta com nossa saúde, tanto que muitas vezes os problemas de relações interpessoais são relacionados com problemas de saúde, como problemas emocionais, cardiovasculares e problemas gástricos.

O estresse é um dos problemas que evitam que uma boa qualidade de vida seja alcançada. O comportamento quase automático tomado no cotidiano muitas vezes impede a consciência do que fazer e por onde começar a ter seu bem-estar.

O trabalho é a uma das maiores causas de estresse das pessoas, desencadeando ansiedade em muitos casos. O estresse é uma porta de entrada para maus-hábitos, como alimentação desregulada, aumento excessivo do consumo de álcool, o tabagismo e o uso de antidepressivos também entram na lista.

A busca pelo relaxamento pode ser feita de várias formas, desde a ingestão de alimentos relaxantes, capazes de atuar contra a ansiedade, a prática de exercícios físicos, a escolha de um momento para fazer algo que seja realmente interessante e pessoal.

Diante de tudo que foi exposto, podemos concluir que o segredo para ter uma vida feliz e longa e saudável é: invista na qualidade dela! Fazer terapia é um dos investimentos!

Texto escrito por: Ludmila Ribeiro Franco Oliveira

Deseja falar com uma psicóloga sobre suas expectativas e frustrações? Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Ludmila? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Como lidar com o retorno após as férias?

Desânimo na volta das férias: O que fazer?

Tempo de leitura: 3 minutos

Acabaram as férias e agora? É fato que para muitas pessoas retornar ao trabalho após as férias pode ser um grande peso, dar ansiedade, angústia, insônia, desânimo, cansaço, dores musculares, dores de cabeça, etc.

Normalmente estes sintomas podem surgir nas duas primeiras semanas após o retorno ao trabalho, pois a pessoa precisa readaptar-se à rotina de tarefas e preocupações do dia-a-dia.

Mas vale ressaltar que se os sintomas não forem tratados, podem ocasionar problemas mais graves como: síndrome do pânico, doenças gástricas e do coração.

Se isso acontece com você, procure analisar qual o gatilho para tamanho desconforto, que pode estar diretamente ligado a insatisfação profissional, podendo ser com a empresa, com o ambiente de trabalho, com a sua chefia ou quem sabe com a sua própria carreira.

Outro ponto importante é que devemos nos preparar psicologicamente e entender que as férias são fundamentais, no entanto, é um período que tem seu início, meio e fim. Podemos começar a preparar também o ambiente de trabalho, de maneira que torne esse retorno, menos doloroso e mais organizado.

 

DICAS PARA EVITAR ESTA SITUAÇÃO:

 

Se planeje financeiramente: Normalmente as férias geram gastos específicos, como viagens e passeios, sendo assim, planeje seu orçamento para não ter problemas financeiros após o seu retorno.

Cuide de sua ansiedade: Durante suas férias procure se desligar dos problemas do trabalho e tente descansar até o último dia. Tente ter uns dias de descanso após o retorno de uma viagem, isso é fundamental para que você se organize para o retorno. Evite ficar pensando no que deve fazer ou nos problemas que terá na volta ao trabalho.

Adapte-se no primeiro dia: O primeiro dia é para observação e adaptação, não adianta querer mostrar serviço. Admita que precisa se familiarizar com o que está acontecendo na empresa.

Organize seu espaço: Reorganizar sua mesa pode ser uma ótima maneira de voltar ao trabalho. Aproveite para planejar suas pendências e projetos. Se possível jogue fora papéis ou materiais que não precisará mais.

Adquira e mantenha hábitos saudáveis: Ao retornar às suas rotinas é fundamental que você tenha momentos de prazer. Procure se dedicar a atividades que goste de fazer, por exemplo: prática de esportes, algum hobby, etc. A ideia é ter prazer nas pequenas coisas e continuar com a “bateria recarregada”.

Reveja o seu trabalho: Se o seu retorno ao trabalho esta “pesando” em sua vida, talvez seja hora de refletir se está conduzindo sua carreira de forma adequada. Esta reflexão é muito importante e com base em suas análises pode dar outro rumo em sua carreira. Existem várias possibilidades, transferência de área ou participar de um recrutamento interno, ou até mesmo buscar uma nova recolocação no mercado de trabalho.

Enfim, o importante é você entender os motivos que te deixam tão frustrado por voltar das férias. Tente pensar de forma diferente e aproveite o descanso que você teve para voltar à rotina com muita energia, pensar em novos projetos, metas e, quem sabe, planejar as próximas férias.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Deseja falar com uma psicóloga sobre suas expectativas e frustrações? Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Apoio emocional

Como apoiar uma pessoa que precisa de ajuda?

Tempo de leitura: 4 minutos

Nos últimos anos, muito tem se falado sobre problemas de saúde emocional e tenho percebido que, hoje em dia, as pessoas apresentam mais consciência da importância deste tema.

No entanto, acho fundamental ressaltar que problemas com ansiedade, depressão, pânico, relacionamentos, etc. sempre existiram, só eram tratados de forma mais velada, principalmente por conta do preconceito.

A sociedade tem falado mais sobre esses assuntos e, com as redes sociais, muitas pessoas estão abrindo o “seu coração” e expondo mais suas dores.

Frente a este cenário, acho fundamental refletirmos: Como ajudar pessoas que estão sofrendo emocionalmente? O que falar para alguém que esta em depressão ou numa crise de ansiedade? O que dizer na hora do luto ou no término de um relacionamento? Como ajudar alguém que foi abusado emocionalmente ou sexualmente?

Tenho observado e percebo que um grande número de pessoas não estão preparadas para colaborar de forma positiva com quem esta sofrendo. Por este motivo, considero primordial dar algumas dicas para que possamos ajudar, cada vez mais, quem esta vivenciando um momento ou situação difícil.

DICAS PARA AJUDAR UMA PESSOA COM SOFRIMENTO EMOCIONAL:

Perceba os sinais de pedido de socorro: Nem sempre as pessoas pedem ajuda. Muita gente sofre em silêncio porque imagina que não será compreendido, por isso é importante estar atento aos sinais: mudanças de comportamento, isolamento social, mudanças na aparência física, tipo de postagem feita nas redes sociais, doenças físicas, etc. Isso pode estar acontecendo com pessoas próximas de você sem que perceba.

Pergunte o que você pode fazer para ajudar:  Converse abertamente com a pessoa para saber que tipo de ajuda ela precisa. Demonstre o quanto se importa com ela.

Não julgue: Ainda enfrentamos muito preconceito e falta de conhecimento com relação aos problemas emocionais, por isso é fundamental não julgar a “dor do outro”. Se você não tem nada de bom a dizer, opte pelo silêncio, mas não emita julgamentos.

Ouça verdadeiramente: Muitas pessoas têm o hábito de ouvir já pensando na resposta, mas na maioria das vezes, a pessoa que está triste, deprimida, com raiva, etc., precisa apenas de um ouvido amigo. Deixe essa pessoa desabafar, isso  pode ser uma ajuda muito importante. 

Fique perto: Se em sua percepção essa pessoa está em perigo iminente, não a deixe sozinha. Procure ajuda de profissionais nos serviços de emergência.

Oriente a pessoa a buscar por ajuda profissional: Uma vez que você tenha acolhido alguém que está sofrendo, ajude essa pessoa a dar um passo além, ou seja, buscar um profissional especializado.

Espero que estas dicas básicas possam te auxiliar a ajudar o próximo. Aproveite este momento e reflita sobre a importância da empatia e do não julgamento.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Deseja falar com uma psicóloga sobre suas expectativas e frustrações? Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Fobia Social

Fobia Social. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é fobia social?

Transtorno de ansiedade social, ou fobia social, é um transtorno que tem como principal característica o medo excessivo de ser o centro da atenção de outras pessoas.

A pessoa tende a se considerar inadequada, ocasionando um receio muito grande de se sentir observada pelos outros, se submeter a situações sociais, pois tem receio de ser ridicularizado ou humilhado.

A análise psicológica normalmente nos mostra que a pessoa com fobia social apresenta a tendência a colocar muita importância na opinião dos outros, podendo desencadear crises de ansiedade num grau tão intenso que pode chegar a alterações fisiológicas agudas.

Importante não confundir a fobia social com timidez, medo, síndrome do pânico, agorafobia ou ansiedade frente a situações novas na rotina de qualquer pessoa.

Quais são as causas da Fobia Social?

Este transtorno pode surgir em qualquer momento da vida de uma pessoa, principalmente após estresses traumáticos, bullying, violência doméstica ou maus tratos, etc. Está normalmente associada a vivências negativas onde a pessoa foi julgada, analisada ou rejeitada. 

Quais são os sintomas?

Podemos ter sintomas de exposição a situações e sintomas físicos. Como segue:

Situações de Exposição:

  • Falar publicamente;
  • Comer ou beber em público;
  • Usar transporte público;
  • Praticar algum esporte onde possa ser observado;
  • Falar numa reunião ou dar uma palestra;
  • Participar de festas ou eventos sociais;
  • Ser fotografado ou filmado;
  • Falar ao telefone;
  • Encontros amorosos;
  • Ir a lojas ou fazer compras;
  • Receber criticas;
  • Iniciar uma conversa com alguém.

 

Sintomas físicos:

  • Palpitações e batimento cardíaco acelerado;
  • Falta de ar;
  • Boca seca;
  • Dor no estômago ou náuseas;
  • Tontura ou vertigem;
  • Sensação de desmaio;
  • Tremores;
  • Rosto avermelhado;
  • Suor;
  • Embaçamento da visão;
  • Tensão muscular;
  • Voz trêmula ou gagueira;
  • Transpiração excessiva;
  • Sensação que a garganta está travada ou dificuldade em engolir;
  • Esquecer o que ia falar momentaneamente.

 

Como tratar?

Quando a pessoa perceber que possui os sintomas acima apresentados há 6 meses ou mais e sua vida social e/ou profissional estão comprometidas, deverá buscar ajuda especializada de imediato.

Importante ressaltar, que se a fobia social não for tratada, a tendência é que o distúrbio evolua gradualmente, comprometendo a qualidade de vida da pessoa.

No processo terapêutico serão trabalhadas as emoções que levaram a pessoa a desenvolver este transtorno de forma assertiva.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Doenças Psicossomáticas. O que são? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que são doenças psicossomáticas?

As doenças psicossomáticas são a manifestação de uma doença física ou não, motivada por causas mentais (nossas emoções, sentimentos e pensamentos). Vale ressaltar que já foi comprovado, que o corpo físico e a mente estão interligados, ou seja, acabamos somatizando sintomas físicos que a medicina não consegue explicar a origem e nem constituem um quadro clinico específico. Como por exemplo, é muito comum, pessoas com doenças psicossomáticas comparecerem em consultas médicas ou pronto-socorros devido a estes sintomas, mas os médicos costumam apresentar dificuldades para encontrar a causa.

Quais são os sintomas mais comuns das doenças psicossomáticas?

Muitos dos sintomas físicos que podem indicar doenças psicossomáticas são:

  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tremores;
  • Respiração rápida e falta de ar;
  • Suor frio ou excessivo;
  • Boca seca;
  • Enjôos;
  • Dor no estômago;
  • Sensação de nó na garganta;
  • Dor no peito, nas costas e na cabeça;
  • Manchas vermelhas ou roxas na pele.

 

Estes sintomas acontecem porque o estresse e a ansiedade fazem aumentar a atividade nervosa do cérebro, além de elevar os níveis de hormônios no sangue, como adrenalina e cortisol. Muitos órgãos do corpo, como intestinos, estômago, músculos, pele e coração têm ligação direta com o cérebro, e são os mais afetados por estas alterações.

As doenças que podem ser desencadeadas ou agravadas por situações de estresse, principalmente doenças inflamatórias, como artrite reumatóide, ou doenças como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável.

Qual a causa da doença psicossomática?

Podemos destacar muitas situações que facilitam o desenvolvimento da somatização, como por exemplo: depressão, ansiedade e estresse. Normalmente as pessoas mais afetas são as que sofrem situações como:

  • Desgaste profissional e carga horária de trabalho muito extensa;
  • Traumas na infância ou após eventos marcantes;
  • Situações de violência psicológica e de desmotivação;
  • Elevado grua de cobrança pessoal;
  • Ansiedade e tristeza.

 

Quando procurar ajuda?

É fundamental que as pessoas que tiverem sintomas físicos que não são diagnosticados em consultas ou exames clínicos, procurem ajuda psicológica, visando avaliar as causas emocionais destes sintomas.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

ataque de panico

Síndrome do Pânico. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é Síndrome do Pânico?

A Síndrome do Pânico é um dos transtornos de ansiedade que provoca grande sofrimento pessoal e impacto na vida diária das pessoas.

A pessoa que apresenta esta síndrome tem uma repentina sensação de apreensão, medo ou terror, em geral associada com sentimentos de desastre iminente.

Em geral existe uma grande preocupação de que os ataques e suas conseqüências aconteçam novamente, assombrando a pessoa constantemente.

Quais são os principais sintomas?

  • Tontura;
  • Sudorese;
  • Respiração difícil ou ofegante;
  • Medo de ficar louco, morrer ou perder o controle;
  • Arrepios;
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto;
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;
  • Sensação de desmaio e tremores;
  • Sensação de estar com a garganta fechando;
  • Dificuldade para engolir.

 

Quando buscar ajuda?

A partir do momento em que você sentir no mínimo 4 dos sintomas acima relacionados, é importante que busque ajuda de um psicólogo.

O que fazer se você tiver um ataque de pânico?

  • Tente não lutar contra o que você está sentindo;
  • Relaxe e faça exercícios de respiração;
  • Desenvolva e aplique o poder do pensamento e postura positivas;
  • Entenda o seu corpo;
  • Foque em sensações físicas conhecidas;
  • Concentre sua atenção num objeto;
  • Imagine um local que lhe traga felicidade.

 

Lembre-se desses fatos sobre os ataques de pânico:

  • Um ataque de pânico não pode causar insuficiência cardíaca ou um ataque cardíaco;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você parar de respirar;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você desmaiar;
  • Um ataque de pânico não o leva a “enlouquecer”;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você perder o controle de si mesmo (poder pode, mas apenas se você permitir).

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

psicoterapia

Sinais de que você precisa de Terapia

É muito comum as pessoas se perguntarem se precisam ou não fazer psicoterapia, porque ainda existe um grande estigma com relação ao atendimento psicológico e muitas vezes, porque acreditamos que damos conta sozinhos de nossos problemas. Além deste fator, existe a questão financeira, mas tente encarar a psicoterapia como um investimento em você mesmo.

Posso afirmar que todo mundo passa por momentos de tristeza, estresse e conflitos. Vivemos situações que não conseguimos lidar “em carreira solo” e que insistem em continuar, mesmo após tentarmos nos desenvolver e apesar de todo o apoio das pessoas que convivemos, as dificuldades persistem.

Precisamos de psicoterapia quando estivermos enfrentando alguma situação que não sabemos como lidar e como resolver, quando nos sentimos presos a algo que nos incomoda, principalmente se estiver interferindo em sua vida pessoal e profissional.

Portanto se você esta nesta situação ou se identificar com os pontos abaixo relacionados, considere a busca de apoio psicológico o mais breve possível, pois cuidar de sua saúde emocional é muito importante.

  • Sente-se deprimido, estressado, ansioso ou angustiado;
  • Sente dificuldade em lidar com suas emoções;
  • Passou por um trauma e não consegue parar de pensar nisso;
  • Precisa de remédios para dormir ou agüentar o dia a dia;
  • Conflitos nos relacionamentos;
  • Passando por uma fase de sofrimento;
  • Passando por perdas ou separações;
  • Passando por transtornos alimentares, compulsões, fobias, obsessões ou manias;
  • Se sente perdido e busca o seu autoconhecimento.

 

Resumindo, a psicoterapia visa o seu autoconhecimento e nos ajuda a lidar com as nossas emoções. Um psicólogo nos fará perceber as situações que estamos vivendo de forma mais ampla e nos auxiliará a buscar uma solução, sem julgamento ou critica. Tem o papel de nos incentivar a autonomia ao nos fazer perceber, que somos capazes de enfrentar a situação em que nos encontramos.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Renata? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

zona de conforto

Saia da Zona de Conforto

Hoje em dia muito tem se falado sobre a necessidade de sair da “zona de conforto”. Mas o que é isso afinal?

A psicologia define a zona de conforto, como um conjunto de ações, pensamentos e/ou comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não promovem nenhum tipo de ansiedade, medo ou risco. 

A pessoa tem uma sensação de segurança e embora apresente momentos de insatisfação, permanece na zona de conforto, pois sabe como lidar com as situações que vive em seu dia-a-dia, onde tudo é muito previsível e teoricamente não correrá nenhum risco.

No entanto, a maioria das pessoas tem o desejo de mudanças em suas vidas, querem abrir espaço para o novo e sem dúvida, isso demanda num primeiro momento, muita energia e determinação.

Se você está realmente disposto a promover mudanças em sua vida, veja as seguintes dicas:

1. Reflita quais são os seus medos e encare-os de frente;

2. Procure fazer algo diferente de tudo o que já tem feito em sua vida, como uma viagem, um corte de cabelo, um novo estilo de se vestir, etc.;

3. Procure posicionar-se e dê sua opinião, seja no ambiente familiar, com amigos ou no trabalho;

4. Procure sair da rotina, inclua pequenas mudanças, como por exemplo: mudar o caminho para o trabalho;

5. Desenvolva um novo projeto, seja profissional ou pessoal;

6. Procure conhecer pessoas novas e ampliar a sua rede de relacionamentos;

Sair da zona de conforto pode ser mais simples do que imagina e o maior estimulo é mostrar para si mesmo que você é capaz e pode se desafiar, enfrentando os seus medos!

Texto escrito por: Renata Tavolaro