alertas ao suicidio

Suicídio Sinais de Alerta e Onde Buscar Ajuda

Os dados sobre suicídio são realmente alarmantes, segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, cerca de 800 mil pessoas morrem no mundo ao ano por este motivo. 

Falar sobre o suicídio é muito importante, pois a informação é a melhor forma de prevenção. Conversar com alguém que tem pensamentos suicidas sobre o ato não irá fazer com que a pessoa se mate, mas sim abrir espaço para diálogo franco que pode fazer toda a diferença e salvar uma vida.

Importante ressaltar que não existe uma forma totalmente assertiva de identificar alguém em uma crise suicida, mas é possível observarmos sinais e avisos de que a pessoa tem esta intenção.

Muitas pessoas falam que a pessoa com pensamentos suicidas não dá sinais, mas isso não é verdade e as pessoas próximas podem perceber. É extremamente raro que um suicídio ocorra sem sinais.

É fundamental que você seja compreensivo e não julgue a pessoa que está nesta situação. Estes indicadores não são ameaças ou chantagens, mas sim avisos.

Veja os sinais de alerta abaixo, mas lembre-se de que não devem ser analisados isoladamente.

– Comentários freqüentes sobre morte;

– Desejo de se ferir e/ou se de fato a pessoa está se ferindo;

– Isolamento social;

– Desfazer-se de objetos pessoais;

– Desânimo e tristeza profundos;

– Falta de esperança quanto ao futuro;

– Demonstrar calma ou despreocupação depois de um período de grande tristeza ou depressão;

– Mudanças repentinas e extremas na rotina de vida.

O suicida é uma pessoa que sofre muito e não consegue enxergar esperanças. Não está ligado com força ou fraqueza e dizer isso só piora a situação.

Caso conheça alguém que está evidenciando sinais de alerta para o suicídio, converse sobre o que percebeu sem julgamentos e de forma muito carinhosa. Faça com que pessoa busque ajuda profissional de forma imediata. Lembre-se de que você pode ajudar a salvar uma vida.

Onde buscar ajuda para prevenir o suicídio?

Existem diversas possibilidades para buscar ajuda profissional, tais como:

o   Psicólogo ou Psiquiatra presenciais;

o   Centros de Atenção Psicossocial – CAPS;

o   Unidades Básicas de Saúde – UBS;

o   Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24h;

o   CVV – Centro de Valorização da Vida – ligar no número 188.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

empatia

Empatia. O que é? Dicas de como desenvolver a empatia.

O que é Empatia?

A empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro e sentir o que eles sentem e pensam. Esta competência comportamental é fundamental para construir relacionamentos significativos e conviver em harmonia.

Existem pessoas que tem uma habilidade natural de sentir empatia e outros têm um pouco mais dificuldade de se relacionar, mas a boa notícia é que podemos desenvolver esta competência.

Uma das coisas mais importantes é que para desenvolver a empatia, devemos aprender a interpretar os sentimentos dos outros, pois na maior parte das vezes, esta comunicação é não-verbal, ou seja, as pessoas emitem sinais do que desejam. Por isso, é fundamental observar os gestos, a postura, a entonação da voz e até o silêncio.

No entanto, antes de interpretar os outros, devemos olhar para nós mesmos e buscar o autoconhecimento, pois quanto mais consciente estivermos de nossas emoções, entenderemos o outro com mais facilidade.

Minha intenção aqui é propor uma analise da situação sobre outra perspectiva, ter empatia com a outra pessoa e se colocar no lugar dela. Ter uma atitude mais humanizada em seus relacionamentos profissionais e pessoais.

Dicas de como desenvolver a empatia:

Abaixo destaco algumas pequenas atitudes que podem juntas fazer uma grande diferença no desenvolvimento de sua empatia.

  • Busque o seu autoconhecimento e entenda suas emoções;
  • Perceba que não é preciso concordar com alguém para sentir empatia por ele;
  • Não acredite que somente a sua visão da situação é a correta, pois todos terão pontos de vista diferentes;
  • Aprenda a ouvir e observar atentamente;
  • Tente não fazer pré-julgamentos;
  • Mostre a outra pessoa que se importa com ela;
  • Pergunte às pessoas como elas se sentem;
  • Pratique a empatia com alguém de sua confiança.

 

Lembre-se de que os relacionamentos, principalmente os profissionais, não precisam ser baseadas apenas na competitividade, pois quando há empatia em uma equipe, as chances de se alcançar bons resultados, é muito maior do que quando é levado em conta apenas o resultado individual. Incentivar esta habilidade, harmoniza o ambiente de trabalho e promove a construção de laços mais ricos na empresa.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Fobia Social

Fobia Social. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é fobia social?

Transtorno de ansiedade social, ou fobia social, é um transtorno que tem como principal característica o medo excessivo de ser o centro da atenção de outras pessoas.

A pessoa tende a se considerar inadequada, ocasionando um receio muito grande de se sentir observada pelos outros, se submeter a situações sociais, pois tem receio de ser ridicularizado ou humilhado.

A análise psicológica normalmente nos mostra que a pessoa com fobia social apresenta a tendência a colocar muita importância na opinião dos outros, podendo desencadear crises de ansiedade num grau tão intenso que pode chegar a alterações fisiológicas agudas.

Importante não confundir a fobia social com timidez, medo, síndrome do pânico, agorafobia ou ansiedade frente a situações novas na rotina de qualquer pessoa.

Quais são as causas da Fobia Social?

Este transtorno pode surgir em qualquer momento da vida de uma pessoa, principalmente após estresses traumáticos, bullying, violência doméstica ou maus tratos, etc. Está normalmente associada a vivências negativas onde a pessoa foi julgada, analisada ou rejeitada. 

Quais são os sintomas?

Podemos ter sintomas de exposição a situações e sintomas físicos. Como segue:

Situações de Exposição:

  • Falar publicamente;
  • Comer ou beber em público;
  • Usar transporte público;
  • Praticar algum esporte onde possa ser observado;
  • Falar numa reunião ou dar uma palestra;
  • Participar de festas ou eventos sociais;
  • Ser fotografado ou filmado;
  • Falar ao telefone;
  • Encontros amorosos;
  • Ir a lojas ou fazer compras;
  • Receber criticas;
  • Iniciar uma conversa com alguém.

 

Sintomas físicos:

  • Palpitações e batimento cardíaco acelerado;
  • Falta de ar;
  • Boca seca;
  • Dor no estômago ou náuseas;
  • Tontura ou vertigem;
  • Sensação de desmaio;
  • Tremores;
  • Rosto avermelhado;
  • Suor;
  • Embaçamento da visão;
  • Tensão muscular;
  • Voz trêmula ou gagueira;
  • Transpiração excessiva;
  • Sensação que a garganta está travada ou dificuldade em engolir;
  • Esquecer o que ia falar momentaneamente.

 

Como tratar?

Quando a pessoa perceber que possui os sintomas acima apresentados há 6 meses ou mais e sua vida social e/ou profissional estão comprometidas, deverá buscar ajuda especializada de imediato.

Importante ressaltar, que se a fobia social não for tratada, a tendência é que o distúrbio evolua gradualmente, comprometendo a qualidade de vida da pessoa.

No processo terapêutico serão trabalhadas as emoções que levaram a pessoa a desenvolver este transtorno de forma assertiva.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Doenças Psicossomáticas. O que são? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que são doenças psicossomáticas?

As doenças psicossomáticas são a manifestação de uma doença física ou não, motivada por causas mentais (nossas emoções, sentimentos e pensamentos). Vale ressaltar que já foi comprovado, que o corpo físico e a mente estão interligados, ou seja, acabamos somatizando sintomas físicos que a medicina não consegue explicar a origem e nem constituem um quadro clinico específico. Como por exemplo, é muito comum, pessoas com doenças psicossomáticas comparecerem em consultas médicas ou pronto-socorros devido a estes sintomas, mas os médicos costumam apresentar dificuldades para encontrar a causa.

Quais são os sintomas mais comuns das doenças psicossomáticas?

Muitos dos sintomas físicos que podem indicar doenças psicossomáticas são:

  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tremores;
  • Respiração rápida e falta de ar;
  • Suor frio ou excessivo;
  • Boca seca;
  • Enjôos;
  • Dor no estômago;
  • Sensação de nó na garganta;
  • Dor no peito, nas costas e na cabeça;
  • Manchas vermelhas ou roxas na pele.

 

Estes sintomas acontecem porque o estresse e a ansiedade fazem aumentar a atividade nervosa do cérebro, além de elevar os níveis de hormônios no sangue, como adrenalina e cortisol. Muitos órgãos do corpo, como intestinos, estômago, músculos, pele e coração têm ligação direta com o cérebro, e são os mais afetados por estas alterações.

As doenças que podem ser desencadeadas ou agravadas por situações de estresse, principalmente doenças inflamatórias, como artrite reumatóide, ou doenças como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável.

Qual a causa da doença psicossomática?

Podemos destacar muitas situações que facilitam o desenvolvimento da somatização, como por exemplo: depressão, ansiedade e estresse. Normalmente as pessoas mais afetas são as que sofrem situações como:

  • Desgaste profissional e carga horária de trabalho muito extensa;
  • Traumas na infância ou após eventos marcantes;
  • Situações de violência psicológica e de desmotivação;
  • Elevado grua de cobrança pessoal;
  • Ansiedade e tristeza.

 

Quando procurar ajuda?

É fundamental que as pessoas que tiverem sintomas físicos que não são diagnosticados em consultas ou exames clínicos, procurem ajuda psicológica, visando avaliar as causas emocionais destes sintomas.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Compulsões. O que são? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que são as compulsões?

Definimos compulsão como o desejo incontrolável de fazer algo, ou seja, é a necessidade recorrente da pessoa em fazer a mesma coisa várias vezes, sem uma necessidade real/concreta, que ocorre automaticamente. Está diretamente ligada a situações que provocam prazer imediato.

Importante ressaltar que os comportamentos compulsivos podem adquirir características patológicas, de certa forma incontroláveis.

Normalmente quem tem uma compulsão, quando satisfaz a sua “necessidade”, consegue um alívio de ansiedade, angústia e uma momentânea gratificação emocional. No entanto, após a efetivação de sua compulsão, as pessoas tem uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo.

Quando se tem um comportamento compulsivo, é muito comum as pessoas começarem a contabilizar prejuízos que podem ser financeiros, pessoais e de relacionamento, provocados pelo descontrole.

Quais são os principais tipos de Compulsões?

  • Compulsão por jogos;
  • Compulsão por atividades físicas;
  • Compulsão por compras;
  • Compulsão por trabalho;
  • Compulsão por comer;
  • Compulsão por acumular objetos;
  • Compulsão por sexo;
  • Tricotilomania (arrancar de forma recorrente os próprios cabelos por prazer).

 

Principais sintomas das compulsões?

  • Impulsividade e falta de controle de sua vontade;
  • Alívio imediato no momento em que cede à compulsão;
  • Sentimento de culpa e/ou vergonha, após um episódio de compulsão;
  • Tentam se enganar e/ou mentir a respeito de seu comportamento compulsivo;
  • Irritabilidade e pensamento obsessivo, quando não consegue alimentar sua compulsão;
  • Vergonha de contar aos outros o que faz com frequência;
  • Sensação de frustração e fracasso após a efetivação da compulsão.

 

Como tratar?

Em primeiro lugar é necessário a pessoa entender e aceitar que se tem uma compulsão e procurar por ajuda profissional. O momento certo para isso acontecer, é quando se percebe que seu comportamento está afetando sua rotina/qualidade de vida e sozinho não está conseguindo impor limites, ou mudar seus hábitos compulsivos.

No processo terapêutico, irá aprender a lidar com suas emoções e direcionar cada uma delas para não “descontar” o desequilíbrio emocional em nenhum tipo de compulsão.  É fundamental analisar suas emoções e identificar novas formas para aliviar a pressão interna.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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ataque de panico

Síndrome do Pânico. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é Síndrome do Pânico?

A Síndrome do Pânico é um dos transtornos de ansiedade que provoca grande sofrimento pessoal e impacto na vida diária das pessoas.

A pessoa que apresenta esta síndrome tem uma repentina sensação de apreensão, medo ou terror, em geral associada com sentimentos de desastre iminente.

Em geral existe uma grande preocupação de que os ataques e suas conseqüências aconteçam novamente, assombrando a pessoa constantemente.

Quais são os principais sintomas?

  • Tontura;
  • Sudorese;
  • Respiração difícil ou ofegante;
  • Medo de ficar louco, morrer ou perder o controle;
  • Arrepios;
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto;
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;
  • Sensação de desmaio e tremores;
  • Sensação de estar com a garganta fechando;
  • Dificuldade para engolir.

 

Quando buscar ajuda?

A partir do momento em que você sentir no mínimo 4 dos sintomas acima relacionados, é importante que busque ajuda de um psicólogo.

O que fazer se você tiver um ataque de pânico?

  • Tente não lutar contra o que você está sentindo;
  • Relaxe e faça exercícios de respiração;
  • Desenvolva e aplique o poder do pensamento e postura positivas;
  • Entenda o seu corpo;
  • Foque em sensações físicas conhecidas;
  • Concentre sua atenção num objeto;
  • Imagine um local que lhe traga felicidade.

 

Lembre-se desses fatos sobre os ataques de pânico:

  • Um ataque de pânico não pode causar insuficiência cardíaca ou um ataque cardíaco;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você parar de respirar;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você desmaiar;
  • Um ataque de pânico não o leva a “enlouquecer”;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você perder o controle de si mesmo (poder pode, mas apenas se você permitir).

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Agorafobia. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é Agorafobia?

Agorafobia é um distúrbio de ansiedade que na maioria das vezes se desenvolve após crises de pânico. Refere-se ao medo de andar nas ruas, dificuldade de sair sozinho de casa, dificuldade de ir a certos lugares como mercados ou cinema, pois sente forte apreensão difícil de compreender e muitas vezes surge a necessidade de ter alguém ao lado para lhe dar segurança.

As pessoas com agorafobia apresentam a tendência a ter baixa auto-estima e insegurança, sentem-se bastante ansiosos e angustiados com a possibilidade de serem expostos novamente a determinada situação que estimule a sua fobia.

É muito comum a pessoa ter o que é chamado de “medo do medo”, e esse medo do seu próprio medo, fazendo com que evite todas as situações onde o ataque ocorreu e até mesmo aquelas situações onde ele nunca se manifestou.

Quais são os principais medos da Agorafobia?

  • Estar longe de casa ou de pessoas que dêem segurança;
  • Andar de carro, ônibus, trem, metrô ou avião.
  • Locais fechados e lotados como cinema, supermercados, restaurantes, etc.;
  • Situações nas quais a saída seja difícil como congestionamentos, estádios, ocupar o banco de trás de um carro, etc.;
  • Fila de banco;
  • Túneis, passarelas, pontes;
  • Elevadores;
  • Viajar;
  • Multidões.

Quais são os principais sintomas da Agorafobia?

  • Falta de ar;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tontura;
  • Suor excessivo;
  • Formigamento;
  • Dores no peito;
  • Hiperventilação;
  • Calafrios;
  • Diarréia;
  • Desmaios;
  • Náuseas.

 

Dicas para tratar a Agorafobia?

  • Busque tratamento especializado;
  • Reeduque a mente;
  • Terapia de exposição, onde o profissional irá te ensinar a encarar os problemas e medos;
  • Pratique exercícios físicos;
  • Faça exercícios de meditação e respiração.

Quando procurar por ajuda?

A partir do momento que sua vida começa a ter prejuízos, quando há sofrimento psíquico ou quando você deixa de praticar sua rotina do dia a dia está na hora de procurar por ajuda especializada de um psicólogo.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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burnout, estresse, carreira, como lidar

Burnout. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

 O que é Burnout?

O termo Burnout tem origem na língua inglesa, a partir da união de dois termos: burn out, que respectivamente significam queimar e fora. A união dos termos é melhor traduzida por algo como “ser consumido pelo fogo”.

A Síndrome de Burnout, como é denominada, revela uma condição de estresse ligado ao trabalho, provocando falta de energia, sensação de sobrecarga emocional constante e de esgotamento físico e mental.  O profissional fica em constante estado de alerta, como se precisasse estar ligado 24 horas por dia. Normalmente trabalha em excesso, não consegue se desligar no trabalho e de suas responsabilidades, permanecendo incessantemente preocupado em verificar notificações do celular e e-mails.

Quais são os principais sintomas do Burnout?

Os principais sintomas psicológicos, são:

  • Irritabilidade
  • Desinteresse
  • Perda do senso de humor
  • Indiferença
  • Distração
  • Insatisfação
  • Perda de memória
  • Indecisão
  • Diminuição da auto-estima

 

A exaustão pode inclusive levar a pessoa à depressão, começando a afetar outras áreas da vida da pessoa e não apenas a profissional.

Como conversar com o meu gestor sobre Burnout? 

Normalmente as pessoas tem receio de expor estes sintomas, pois podem acreditar que isso demonstrará fragilidade no ambiente profissional. No entanto, é primordial conversar com seu gestor o quanto antes e explicar o que esta sentindo. Não espere chegar ao esgotamento completo antes de informá-lo.

O momento de falar é quando você perceber que realmente está indo além das suas energias e que a situação o esta impedindo de desempenhar suas atividades profissionais com tranqüilidade, comprometendo seus resultados.

Importante explicar quais são os sintomas que você esta sentindo. Fale com objetividade e proponha uma solução imediata. O ideal é pedir um afastamento, procurar por um psicólogo e encarar esta situação como algo a ser tratado. Se você for um bom profissional, a empresa com certeza verá benefícios na sua ausência.

Como deixar o ambiente de trabalho mais leve?

Em primeiro lugar é primordial que você faça o diagnóstico com um psicólogo especializado e comece o tratamento de imediato. Pereba que isso não te desmerece e que neste momento o importante é cuidar de si mesmo. Procure encarar como um sinal de alerta para modificar alguns comportamentos em sua rotina de vida.

Seguem algumas dicas que podem ajudá-lo a enfrentar a síndrome de burnout e tornar o seu dia-a-dia no trabalho mais leve:

  • Cuide de sua qualidade de vida: faça atividade física regularmente, durma bem, tome muita água e se alimente bem;
  • Mantenha uma vida social ativa;
  • Reorganize suas tarefas e estabeleça prioridades;
  • Aprenda a dizer não;
  • Tenha um horário para olhar seus e-mails;
  • Busque o autoconhecimento;
  • Tenha um hobby, algo que te de momentos de prazer;
  • Faça planejamentos futuros;
  • Procure ajuda de um psicólogo.

 

Como tratar a Síndrome de Burnout?

O tratamento da Síndrome de Burnout é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos). O tratamento normalmente surte efeito entre um e três meses, mas pode perdurar por mais tempo, conforme cada caso.

Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilos de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e desenvolva atividades de lazer com pessoas próximas – amigos, familiares, cônjuges etc.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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dicas para combater a depressão

Dicas para Combater a Depressão

A depressão é uma doença que se caracteriza por uma tristeza profunda e duradoura. Para sair de um estado depressivo, é fundamental que você procure ajuda de um psicólogo e/ou psiquiatra, para que se seja indicado o melhor tratamento.

Vale ressaltar que buscar por ajuda especializada poderá ser fundamental não apenas buscar a cura de sua depressão, mas também te proporcionará saúde emocional e autoconhecimento.

Abaixo destaco algumas dicas que você pode colocar em prática de imediato:

  • Melhorar a autoconfiança;
  • Não se isolar;
  • Evitar o estresse;
  • Evitar passar o tempo todo em redes sociais;
  • Evitar os pensamentos negativos;
  • Não ter pena de si mesmo;
  • Buscar o autoconhecimento;
  • Aprender a dizer não;
  • Não se importar com a opinião dos outros;
  • Fazer exercício físico regularmente;
  • Passear em locais ao ar livre e muito luminosos;
  • Expor-se ao sol por 15 minutos, diariamente;
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Dormir bem, de preferência entre 6 a 8 horas por dia;
  • Ouvir música, ir ao cinema ou teatro.

 

Muito importante você encarar a depressão como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento emocional. Saiba que é possível ressignificar muitas crenças em nossas vidas, nos tornando pessoas melhores e mais fortalecidas.

Você não está sozinho, dê o primeiro passo para sua cura e busque por ajuda!

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Técnica Pomodoro – Melhorar a Atenção, Concentração e a Memória

Melhorar a Atenção, Concentração e a Memória

Estresse e tensão, assim como outros fatores, nos levam a dificuldades de atenção e memória e percebemos isso principalmente no momento em que precisamos focar nos estudos para uma prova ou exame, ou até mesmo na realização de estudos e projetos em nosso trabalho.

Estes momentos de dificuldade de concentração não significam que você possui algum problema, todos passam por isso, é muito comum. Existem técnicas que nos auxiliam a melhorar nossa atenção, concentração e memória e pode ser aplicado em todas as atividades que executamos e a técnica Pomodoro é uma delas!

Criada no fim da década de 1980, a técnica se baseia na ideia de que fluxos de trabalho divididos em blocos podem melhorar a agilidade do cérebro e estimular o foco. Depois de muita pesquisa, o italiano Francesco Cirillo chegou ao período de 25 minutos como sendo o tempo ideal para esses blocos, também conhecidos como “pomodoros”.

Como você deve aplicar a ténica:

1) Faça uma lista com as tarefas que estão pendentes;

2) Programe um cronômetro para 25 minutos (vale usar o despertador do celular);

3) Escolha uma das tarefas e trabalhe nela sem interrupções, ou seja, não vale entrar no Facebook e nem no WhatsApp, por exemplo. Não mude o seu foco de atenção;

4) Quando o despertador tocar, faça uma pausa de 5 minutos (a sugestão mais indicada é que você se levante e faça algum exercício, como caminhada ou alongamento, mas vale qualquer outra coisa que ajude a relaxar);

5) Retome o trabalho depois da pausa por mais de 25 minutos (“pomodoros”);

6) A cada quatro “pomodoros”, faça uma pausa mais longa: 30 minutos até voltar ao trabalho;

7) Risque a tarefa da sua lista depois que terminá-la ou você pode deixá-la em aberto e continuar em outro momento, inciando então outra atividade utilizando da mesma técnica.

No início não é fácil, você irá se distrair, não conseguirá cumprir o “pomorodo” (25 minutos de concentração na atividade), mas isso é uma questão de prática! Anote os momentos em que você não conseguiu concluir o tempo de 25m por algum motivo. Registrar estes momentos em que você se distratiu é muito bom para que consiga perceber quais as fontes de distração e aprender como lidar com elas para evitá-las.

Se lembrar de algo que precisa fazer ou tiver uma ideia enquanto executa um “pomodoro”, anote em um papel como “atividades não planejadas” e volte a trabalhar até terminar os 25 minutos. Se a interrupção for algo que não pode adiar, cancele o “pomodoro” e comece quando retomar.

O ideal é que você utilize da técnica todos os dias que precisar estudar. Criar uma lista de atividades ajuda a estabelecer o seu foco. Você pode anotar quantos “pomodoros” usou, ao lado de cada tarefa da sua lista. A ideia é que, com o passar do tempo, você descubra quantos “pomodoros” usa para fazer suas atividades, o que ajuda a estimar os prazos para realizá-las. Outro ponto positivo é que seu cérebro irá se adaptar a este tempo de concentração e você perceberá que praticamente não precisará do dispertador para a marcação!

Texto escrito por: Cintia Diniz

Se precisar de mais dicas para melhorar a atenção, concentração e memória, fale com um de nossos psicólogos! Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Cintia? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.