Doenças Psicossomáticas. O que são? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que são doenças psicossomáticas?

As doenças psicossomáticas são a manifestação de uma doença física ou não, motivada por causas mentais (nossas emoções, sentimentos e pensamentos). Vale ressaltar que já foi comprovado, que o corpo físico e a mente estão interligados, ou seja, acabamos somatizando sintomas físicos que a medicina não consegue explicar a origem e nem constituem um quadro clinico específico. Como por exemplo, é muito comum, pessoas com doenças psicossomáticas comparecerem em consultas médicas ou pronto-socorros devido a estes sintomas, mas os médicos costumam apresentar dificuldades para encontrar a causa.

Quais são os sintomas mais comuns das doenças psicossomáticas?

Muitos dos sintomas físicos que podem indicar doenças psicossomáticas são:

  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tremores;
  • Respiração rápida e falta de ar;
  • Suor frio ou excessivo;
  • Boca seca;
  • Enjôos;
  • Dor no estômago;
  • Sensação de nó na garganta;
  • Dor no peito, nas costas e na cabeça;
  • Manchas vermelhas ou roxas na pele.

 

Estes sintomas acontecem porque o estresse e a ansiedade fazem aumentar a atividade nervosa do cérebro, além de elevar os níveis de hormônios no sangue, como adrenalina e cortisol. Muitos órgãos do corpo, como intestinos, estômago, músculos, pele e coração têm ligação direta com o cérebro, e são os mais afetados por estas alterações.

As doenças que podem ser desencadeadas ou agravadas por situações de estresse, principalmente doenças inflamatórias, como artrite reumatóide, ou doenças como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável.

Qual a causa da doença psicossomática?

Podemos destacar muitas situações que facilitam o desenvolvimento da somatização, como por exemplo: depressão, ansiedade e estresse. Normalmente as pessoas mais afetas são as que sofrem situações como:

  • Desgaste profissional e carga horária de trabalho muito extensa;
  • Traumas na infância ou após eventos marcantes;
  • Situações de violência psicológica e de desmotivação;
  • Elevado grua de cobrança pessoal;
  • Ansiedade e tristeza.

 

Quando procurar ajuda?

É fundamental que as pessoas que tiverem sintomas físicos que não são diagnosticados em consultas ou exames clínicos, procurem ajuda psicológica, visando avaliar as causas emocionais destes sintomas.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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ataque de panico

Síndrome do Pânico. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é Síndrome do Pânico?

A Síndrome do Pânico é um dos transtornos de ansiedade que provoca grande sofrimento pessoal e impacto na vida diária das pessoas.

A pessoa que apresenta esta síndrome tem uma repentina sensação de apreensão, medo ou terror, em geral associada com sentimentos de desastre iminente.

Em geral existe uma grande preocupação de que os ataques e suas conseqüências aconteçam novamente, assombrando a pessoa constantemente.

Quais são os principais sintomas?

  • Tontura;
  • Sudorese;
  • Respiração difícil ou ofegante;
  • Medo de ficar louco, morrer ou perder o controle;
  • Arrepios;
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto;
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;
  • Sensação de desmaio e tremores;
  • Sensação de estar com a garganta fechando;
  • Dificuldade para engolir.

 

Quando buscar ajuda?

A partir do momento em que você sentir no mínimo 4 dos sintomas acima relacionados, é importante que busque ajuda de um psicólogo.

O que fazer se você tiver um ataque de pânico?

  • Tente não lutar contra o que você está sentindo;
  • Relaxe e faça exercícios de respiração;
  • Desenvolva e aplique o poder do pensamento e postura positivas;
  • Entenda o seu corpo;
  • Foque em sensações físicas conhecidas;
  • Concentre sua atenção num objeto;
  • Imagine um local que lhe traga felicidade.

 

Lembre-se desses fatos sobre os ataques de pânico:

  • Um ataque de pânico não pode causar insuficiência cardíaca ou um ataque cardíaco;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você parar de respirar;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você desmaiar;
  • Um ataque de pânico não o leva a “enlouquecer”;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você perder o controle de si mesmo (poder pode, mas apenas se você permitir).

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Agorafobia. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é Agorafobia?

Agorafobia é um distúrbio de ansiedade que na maioria das vezes se desenvolve após crises de pânico. Refere-se ao medo de andar nas ruas, dificuldade de sair sozinho de casa, dificuldade de ir a certos lugares como mercados ou cinema, pois sente forte apreensão difícil de compreender e muitas vezes surge a necessidade de ter alguém ao lado para lhe dar segurança.

As pessoas com agorafobia apresentam a tendência a ter baixa auto-estima e insegurança, sentem-se bastante ansiosos e angustiados com a possibilidade de serem expostos novamente a determinada situação que estimule a sua fobia.

É muito comum a pessoa ter o que é chamado de “medo do medo”, e esse medo do seu próprio medo, fazendo com que evite todas as situações onde o ataque ocorreu e até mesmo aquelas situações onde ele nunca se manifestou.

Quais são os principais medos da Agorafobia?

  • Estar longe de casa ou de pessoas que dêem segurança;
  • Andar de carro, ônibus, trem, metrô ou avião.
  • Locais fechados e lotados como cinema, supermercados, restaurantes, etc.;
  • Situações nas quais a saída seja difícil como congestionamentos, estádios, ocupar o banco de trás de um carro, etc.;
  • Fila de banco;
  • Túneis, passarelas, pontes;
  • Elevadores;
  • Viajar;
  • Multidões.

Quais são os principais sintomas da Agorafobia?

  • Falta de ar;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tontura;
  • Suor excessivo;
  • Formigamento;
  • Dores no peito;
  • Hiperventilação;
  • Calafrios;
  • Diarréia;
  • Desmaios;
  • Náuseas.

 

Dicas para tratar a Agorafobia?

  • Busque tratamento especializado;
  • Reeduque a mente;
  • Terapia de exposição, onde o profissional irá te ensinar a encarar os problemas e medos;
  • Pratique exercícios físicos;
  • Faça exercícios de meditação e respiração.

Quando procurar por ajuda?

A partir do momento que sua vida começa a ter prejuízos, quando há sofrimento psíquico ou quando você deixa de praticar sua rotina do dia a dia está na hora de procurar por ajuda especializada de um psicólogo.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Técnica Pomodoro – Melhorar a Atenção, Concentração e a Memória

Melhorar a Atenção, Concentração e a Memória

Estresse e tensão, assim como outros fatores, nos levam a dificuldades de atenção e memória e percebemos isso principalmente no momento em que precisamos focar nos estudos para uma prova ou exame, ou até mesmo na realização de estudos e projetos em nosso trabalho.

Estes momentos de dificuldade de concentração não significam que você possui algum problema, todos passam por isso, é muito comum. Existem técnicas que nos auxiliam a melhorar nossa atenção, concentração e memória e pode ser aplicado em todas as atividades que executamos e a técnica Pomodoro é uma delas!

Criada no fim da década de 1980, a técnica se baseia na ideia de que fluxos de trabalho divididos em blocos podem melhorar a agilidade do cérebro e estimular o foco. Depois de muita pesquisa, o italiano Francesco Cirillo chegou ao período de 25 minutos como sendo o tempo ideal para esses blocos, também conhecidos como “pomodoros”.

Como você deve aplicar a ténica:

1) Faça uma lista com as tarefas que estão pendentes;

2) Programe um cronômetro para 25 minutos (vale usar o despertador do celular);

3) Escolha uma das tarefas e trabalhe nela sem interrupções, ou seja, não vale entrar no Facebook e nem no WhatsApp, por exemplo. Não mude o seu foco de atenção;

4) Quando o despertador tocar, faça uma pausa de 5 minutos (a sugestão mais indicada é que você se levante e faça algum exercício, como caminhada ou alongamento, mas vale qualquer outra coisa que ajude a relaxar);

5) Retome o trabalho depois da pausa por mais de 25 minutos (“pomodoros”);

6) A cada quatro “pomodoros”, faça uma pausa mais longa: 30 minutos até voltar ao trabalho;

7) Risque a tarefa da sua lista depois que terminá-la ou você pode deixá-la em aberto e continuar em outro momento, inciando então outra atividade utilizando da mesma técnica.

No início não é fácil, você irá se distrair, não conseguirá cumprir o “pomorodo” (25 minutos de concentração na atividade), mas isso é uma questão de prática! Anote os momentos em que você não conseguiu concluir o tempo de 25m por algum motivo. Registrar estes momentos em que você se distratiu é muito bom para que consiga perceber quais as fontes de distração e aprender como lidar com elas para evitá-las.

Se lembrar de algo que precisa fazer ou tiver uma ideia enquanto executa um “pomodoro”, anote em um papel como “atividades não planejadas” e volte a trabalhar até terminar os 25 minutos. Se a interrupção for algo que não pode adiar, cancele o “pomodoro” e comece quando retomar.

O ideal é que você utilize da técnica todos os dias que precisar estudar. Criar uma lista de atividades ajuda a estabelecer o seu foco. Você pode anotar quantos “pomodoros” usou, ao lado de cada tarefa da sua lista. A ideia é que, com o passar do tempo, você descubra quantos “pomodoros” usa para fazer suas atividades, o que ajuda a estimar os prazos para realizá-las. Outro ponto positivo é que seu cérebro irá se adaptar a este tempo de concentração e você perceberá que praticamente não precisará do dispertador para a marcação!

Texto escrito por: Cintia Diniz

Se precisar de mais dicas para melhorar a atenção, concentração e memória, fale com um de nossos psicólogos! Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Cintia? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

psicoterapia

Sinais de que você precisa de Terapia

É muito comum as pessoas se perguntarem se precisam ou não fazer psicoterapia, porque ainda existe um grande estigma com relação ao atendimento psicológico e muitas vezes, porque acreditamos que damos conta sozinhos de nossos problemas. Além deste fator, existe a questão financeira, mas tente encarar a psicoterapia como um investimento em você mesmo.

Posso afirmar que todo mundo passa por momentos de tristeza, estresse e conflitos. Vivemos situações que não conseguimos lidar “em carreira solo” e que insistem em continuar, mesmo após tentarmos nos desenvolver e apesar de todo o apoio das pessoas que convivemos, as dificuldades persistem.

Precisamos de psicoterapia quando estivermos enfrentando alguma situação que não sabemos como lidar e como resolver, quando nos sentimos presos a algo que nos incomoda, principalmente se estiver interferindo em sua vida pessoal e profissional.

Portanto se você esta nesta situação ou se identificar com os pontos abaixo relacionados, considere a busca de apoio psicológico o mais breve possível, pois cuidar de sua saúde emocional é muito importante.

  • Sente-se deprimido, estressado, ansioso ou angustiado;
  • Sente dificuldade em lidar com suas emoções;
  • Passou por um trauma e não consegue parar de pensar nisso;
  • Precisa de remédios para dormir ou agüentar o dia a dia;
  • Conflitos nos relacionamentos;
  • Passando por uma fase de sofrimento;
  • Passando por perdas ou separações;
  • Passando por transtornos alimentares, compulsões, fobias, obsessões ou manias;
  • Se sente perdido e busca o seu autoconhecimento.

 

Resumindo, a psicoterapia visa o seu autoconhecimento e nos ajuda a lidar com as nossas emoções. Um psicólogo nos fará perceber as situações que estamos vivendo de forma mais ampla e nos auxiliará a buscar uma solução, sem julgamento ou critica. Tem o papel de nos incentivar a autonomia ao nos fazer perceber, que somos capazes de enfrentar a situação em que nos encontramos.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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raiva

O que fazer quando sentir raiva?

Um grande número de pessoas tem propensão de sentir raiva e qualquer motivo é razão para sentir o sangue “subir”, a face “ferver”, o coração acelerar e explodir! Normalmente perdem a razão com facilidade, gritam, brigam, xingam, etc. E na maioria das vezes, se arrependem de suas atitudes e se sentem culpados.

Podemos citar vários exemplos de possíveis gatilhos deste tipo de comportamento, como por exemplo, fechadas no trânsito, receber uma má notícia, ouvir algo que não gostaria, ser contrariado, etc.

Importante deixar claro, que o sentimento de raiva é uma emoção inerente do ser humano e qualquer um pode ter um raro momento de fúria, principalmente quando enfrenta uma situação muito ruim.

Por este motivo, é fundamental perceber se essa sensação está saindo do seu controle, identificando a freqüência e a intensidade destes momentos. Reconhecer o problema, é o primeiro passo para que a raiva, não interfira negativamente em suas relações sociais e profissionais, dominado a sua vida.

Se este for o seu caso, é necessário que aprenda algumas estratégias para acalmar-se nos momentos de fúria.

DICAS:

  • Aceite que a raiva é uma emoção e que você pode precisar de ajuda para refletir sobre o tema;
  • Pensar no quanto ela impacta sua vida;
  • Reavaliar uma situação é uma das mais potentes formas de minimizar a raiva. Pense consigo mesmo: “Não é comigo. Esta pessoa deve estar tendo um dia muito ruim.”
  • Controle o seu primeiro impulso;
  • Pratique um exercício de respiração;
  • Faça uma contagem regressiva, partindo do número 60;
  • Imagine um cenário tranqüilo, ou seja, mude o foco de seus pensamentos;
  • Concentre-se em pensamentos positivos;
  • Registre os momentos de raiva.

 

Concluindo, quando perceber que sozinho não está conseguindo administrar a raiva com eficácia, não ignore esta emoção, aceite e busque por auxilio profissional. O psicólogo pode ajudar a identificar a origem da raiva e te ensinar formas assertivas de lidar com ela.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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A psicologia no trânsito

Inicialmente, acho fundamental contextualizar os conceitos de violência e agressividade frente a Psicologia.

Conceitualmente, estudos de Psicologia nos mostram que normalmente uma pessoa recorre a violência quando sua vida está em perigo e precisa se defender.

E a agressividade, se define como um comportamento diferente da violência em si, por ser uma construção social, ou seja, é aprendido. Apesar de estar diretamente relacionado com o repertório inato de violência, o ato de agressão só se mantém se forem devidamente reforçados pelo meio ambiente em que vive, ao longo de sua vida.

A Psicologia com foco no trânsito é uma área muito nova e quem vem crescendo de forma contínua, principalmente pela necessidade de se entender os motivos da agressividade no trânsito.

Podemos observar que as pessoas utilizam os carros como se fossem verdadeiras “armas”. O trânsito virou extremamente caótico, onde as pessoas revelam seus instintos mais selvagens.

De fato não sabemos quem estará compartilhando o trânsito conosco e sendo assim, estamos todos sujeitos a presenciar ou experimentar o ataque de fúria de alguém.

Frente a este cenário de guerra me pergunto, porque as pessoas ficam agressivas e liberam seus instintos no trânsito?

Analisando o comportamento destas pessoas, percebo que muitas tem um histórico de agressão em outras instâncias de sua vida. Normalmente tiveram experiências traumáticas, onde a raiva e o estresse prevaleceram.

Estudos nos mostram que algumas pessoas “mudam” seu comportamento quando estão no comando de seus carros e os motivos mais alegados, são que elas se sentem “poderosas”.

Analisando todo o contexto, podemos dizer que muitos buscam autoafirmação, como se precisassem compensar algo que as fez ou faz sentirem-se inferiores.

Temos também as pessoas que acabam utilizando o trânsito como válvula de escape, com o objetivo único de extravasar ou descontar sua raiva.

Em resumo, o comportamento agressivo no trânsito pode nos mostrar que é uma forma de “descarregar” a tensão de questões psíquicas (conscientes ou não) das pessoas.

Frente a este cenário entendo que é fundamental uma maior disseminação, da necessidade de se buscar o equilíbrio emocional, junto a um psicólogo.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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crítica construtiva crítica destrutiva

Como se faz uma crítica?

Provavelmente você se perguntando ‘Por que devemos fazer críticas a alguém?’

A crítica é uma ferramenta muito valiosa na comunicação, pois nem sempre as pessoas se comportam de forma adequada em alguns contextos e a crítica bem realizada vai ajudar a pessoa a ter uma visão realista de si e a partir disso ter a possibilidade de mudar esses comportamentos.

Vou te contar 2 formas muito eficazes para realizar uma crítica sem prejudicar suas relações. Vamos Juntos?

Antes de qualquer coisa, precisamos compreender que existem 2 tipos de críticas: Crítica Construtiva e Crítica destrutiva.

CRITICA CONSTRUTIVA

– Ajudar o outro a entender qual comportamento específico ela necessita melhorar, é muito pontual e ajuda o outro a se desenvolver pessoalmente.

“Olha meu amigo, quando você conversa comigo durante a aula, eu me desconcentro e tiro notas ruins!”

CRITICA DESTRUTIVA

– Apenas aponta os erros da pessoa, desqualificando o outro como um todo, não auxilia no desenvolvimento pessoal.

“Tirei notas ruins porque você sempre me atrapalha!”

 

Vamos para as duas formas mais adequadas de realizar a crítica:

1ª forma: DESCREVER / EXPRESSAR / ESPECIFICAR / SOLUÇÃO

DESCREVER de forma objetiva o comportamento que precisar ser modificado, quando ocorre, frequência com que ocorre.

EXPRESSAR o que você sente quando esse comportamento ocorre.

ESPECIFICAR claramente o que a pessoa deve mudar em seu comportamento.

– Indicar uma possível SOLUÇÃO e as consequências positivas que podem acontecer com a modificação desse comportamento.

 

2ª forma: TÉCNICA DO SANDUICHE

– Inicie com um elogio.

– Pontue a crítica seguindo as dicas anteriores.

– Finalize com um novo elogio.

Realizar ou receber uma crítica nem sempre é fácil e muito menos agradável, pode gerar um sentimento de frustração e tristeza, mas é muito importante refletir sobre o que foi exposto. E ao realizar uma crítica, TREINE, fale em voz alta com você mesmo e se coloque no lugar do outro, como você sentiria se recebesse a crítica dessa forma? Você seria capaz de compreender? Assim fica muito mais fácil!

Texto escrito por: Andressa Oliva

O que é o Transtorno Bipolar?

O que é o Transtorno Bipolar?

O transtorno bipolar, conhecido também como doença maníaco-depressiva, é uma condição da saúde mental que causa alterações extremas de humor que incluem variações emocionais acentuadas (mania, hipomania e depressão).

Quando a pessoa fica deprimida, pode se sentir triste ou sem esperança e perder interesse ou prazer na maioria das atividades. Quando o humor muda para mania ou hipomania (menos extrema do que mania), a pessoa pode se sentir eufórica, cheia de energia ou incomumente irritável. Essas mudanças de humor podem afetar o sono, a energia, as atividades, o julgamento, o comportamento e a capacidade de pensar com clareza.

Episódios de alterações de humor podem ocorrer raramente ou várias vezes por ano. Enquanto a maioria das pessoas experimentam alguns sintomas emocionais entre os episódios, alguns podem não experimentar nenhum.

A pessoa pode controlar suas alterações de humor e outros sintomas seguindo um tratamento. Na maioria dos casos, o transtorno bipolar é tratado com medicamentos e aconselhamento psicológico (psicoterapia).

Mania e Hipomania

Mania e hipomania são dois tipos distintos de episódios, mas eles têm os mesmos sintomas. A mania é mais grave do que a hipomania e causa problemas mais visíveis no trabalho, nas atividades escolares e sociais, além de dificuldades de relacionamento. A mania também pode desencadear uma ruptura com a realidade (psicose) e requer hospitalização.

Tanto um episódio maníaco quanto um hipomaníaco incluem alguns destes sintomas:

  • Aumento de energia ou agitação
  • Sensação exagerada de bem-estar e autoconfiança (euforia)
  • Diminuição da necessidade de sono
  • Pensamentos descontrolados
  • Distração
  • Má tomada de decisão – por exemplo, compras descontroladas, assumir riscos sexuais ou fazendo investimentos tolos.

 

Episódio depressivo maior

Um episódio depressivo maior inclui sintomas que são graves o suficiente para causar uma dificuldade perceptível nas atividades do dia a dia, como trabalho, escola, atividades sociais ou relacionamentos. Um episódio inclui cinco ou mais destes sintomas:

  • Sensação deprimida, como se sentir triste, vazio, sem esperança ou choroso (em crianças e adolescentes, a sensação pode aparecer como irritabilidade)
  • Perda de interesse ou não sentir prazer em todas, ou quase todas as atividades
  • Perda ou ganho de peso significativo
  • Insônia ou dormir demais
  • Inquietação ou comportamento lento
  • Fadiga ou perda de energia
  • Sensação de inutilidade ou culpa excessiva/inadequada
  • Diminuição da capacidade de pensar ou se concentrar
  • Pensando, planejando ou tentando suicídio

 

Causas

A causa exata do transtorno bipolar é desconhecida, mas vários fatores podem estar envolvidos, tais como:

  • Diferenças biológicas. Pessoas com transtorno bipolar parecem ter mudanças físicas em seus cérebros. O significado dessas mudanças ainda é incerto, mas pode eventualmente ajudar a identificar as causas.
  • Genética. O transtorno bipolar é mais comum em pessoas que têm um parente de primeiro grau, como um irmão ou pai, com a condição. Pesquisadores estão tentando encontrar genes que possam estar envolvidos em causar transtorno bipolar.
  • Fatores de risco Fatores que podem aumentar o risco de desenvolver transtorno bipolar ou atuar como um gatilho para o primeiro episódio incluem:
  • Ter um parente de primeiro grau, como pais ou irmãos, com transtorno bipolar
  • Períodos de alto estresse, como a morte de um ente querido ou outro evento traumático
  • Abuso de drogas ou álcool

 

Complicações

Se não tratado, o transtorno bipolar pode resultar em sérios problemas que afetam diversas áreas da vida, tais como:

  • Problemas relacionados ao uso de drogas e álcool
  • Tentativas de suicídio
  • Problemas legais ou financeiros
  • Relacionamentos danificados
  • Desempenho insatisfatório no trabalho ou escolar

 

Prevenção

Não há maneira de prevenir o transtorno bipolar. No entanto, receber o tratamento no primeiro sinal do transtorno pode ajudar a evitar que o transtorno bipolar ou outras condições de saúde mental se agravem.

Se você foi diagnosticado com transtorno bipolar, algumas estratégias podem ajudar a evitar que sintomas menores se transformem em episódios de mania ou depressão:

  • Preste atenção aos sinais de aviso.Abordar os sintomas precocemente pode impedir que os episódios se agravem. Você pode ter identificado um padrão para seus episódios bipolares e o que os desencadeia. Ligue para o seu médico se você sentir que está caindo em um episódio de depressão ou mania. Envolva os membros da família ou amigos na observação de sinais de alerta.
  • Evite drogas e álcool.Usar álcool ou drogas recreativas pode piorar seus sintomas e torná-los mais propensos a voltar.
  • Tome seus medicamentos exatamente como indicado.Você pode ficar tentado a interromper o tratamento – mas não o faça. Interromper a medicação ou reduzir sua dose por conta própria pode causar efeitos de abstinência ou os sintomas podem piorar ou retornar.

 

FONTE: https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/bipolar-disorder/symptoms-causes/syc-20355955

7 maneiras simples de lidar com o estresse

Se você se sente estressado com frequência, parabéns, você faz parte da raça humana. Nós somos programados pela evolução para experimentar o estresse. Fome, desejo, excitação e agitação são formas de estresse que nos impelem a agir. Nossa abordagem para lidar com o estresse deve ser sobre gestão e não eliminação. Recupere sua saúde mental com essas sete estratégias para gerenciar o estresse.

Lembre-se da grande foto

Parte do aprendizado de como lidar com o estresse está em manter nossas lutas em perspectiva.Embora o foco no presente seja incrivelmente recompensador e seja um mecanismo eficaz de enfrentamento, manter uma visão de longo prazo é benéfico. Você não mantém seu carro na pista olhando para o chão embaixo; você fica na pista olhando para onde você quer ir. A próxima vez que você estiver tentando lidar com o estresse, pergunte a si mesmo o quanto suas preocupações atuais afetarão sua felicidade a longo prazo por uma semana, um mês ou vários anos no futuro. Não é fácil fazer isso no momento, mas, com a prática, você pode aprender a enfrentar preocupações temporárias com uma quantidade saudável de objetividade imparcial.

Não negligencie o momento presente

Concentrar-se no presente é uma estratégia eficaz para lidar com o estresse. Depois de ver o quadro geral e o que você deseja realizar, a escala de um objetivo complexo pode ser assustadora. Quando você está sobrecarregado, concentrar-se na tarefa atual pode reduzir o estresse que você sente ao assumir um projeto desafiador. Às vezes, você precisa ver a grande figura. Às vezes, você deve se concentrar no presente. Estas não são regras absolutas, mas ferramentas para lidar com o estresse.

Exercício, comer bem e dormir

Uma estratégia poderosa para reprogramar sua resposta ao estresse, o exercício libera endorfinas que promovem sentimentos de bem-estar. Exercitar-se pela manhã, cria uma sensação de realização que ajuda a lidar com o estresse durante todo o dia. Cada vez mais, as pesquisas mostram como uma dieta balanceada promove um bioma intestinal saudável afetando a química do corpo no nível de regulação do humor, aumentando sua capacidade de lidar com o estresse. Finalmente, durma o suficiente. Nada mais ajudará se você não estiver dormindo bem.

Desestresse de maneiras que permitam manter seus objetivos

Todos nós nos refugiamos em nosso sorvete favorito, ou vamos para os bares com os amigos depois de uma semana difícil. Entregar-se à comida, álcool ou entrar em coma na frente da TV pode ser atraente. Se você é como a maioria das pessoas e o arrependimento, geralmente, supera sua satisfação temporária, tente substituir essas indulgências por maneiras positivas de lidar com o estresse. Exercitar-se, praticar um hobby com amigos, meditar, ler por prazer, manter um diário, dançar ou ir a um clube são formas positivas de desestressar.

Concentre-se no que você pode controlar

Os problemas do mundo são importantes. Simplesmente assistir as notícias pode ser estressante e, ninguém quer se sentir apático. No entanto, se você está se estressando com coisas que estão fora de seu controle, você está desperdiçando energia. Concentre-se no que você pode controlar e sua capacidade de lidar com problemas maiores aumentará.

Mantenha uma perspectiva positiva

Permanecer positivo não significa ignorar as coisas que lhe causam estresse. Significa reconhecer que uma perspectiva positiva pode ser um elemento crucial para conseguir o que você quer. Significa ser proativo em sua abordagem para resolver problemas e aceitar desafios. Não desanime; ser positivo requer prática!

Assumir a responsabilidade é uma coisa maravilhosa

Apesar de todo debate sobre o determinismo, assumir a responsabilidade por sua vida é bom. Nada parece pior do que ser manipulado por forças fora de seu controle. Todos nós já estivemos lá: presos em um círculo de pensamentos repetindo as maneiras como as pessoas em nossas vidas aumentaram nossas dificuldades. Também sabemos o quão pouco esses pensamentos nos ajudaram a trazer mudanças positivas em nossas vidas. O objetivo de assumir responsabilidades não é absolver outras delas; é para nos capacitarmos. Você ficará surpreso com a forma como gerencia sua própria vida afetará sua capacidade de lidar com o estresse.

Considerações finais

Por mais que todos compartilhemos a experiência comum de estresse, ninguém viveu sua vida. Às vezes, o estresse pode parecer um pouco esmagador. Reconhecer que todos experimentam isso não reduz a importância de lidar com o estresse em nossas vidas.

Felizmente, não precisamos reinventar a roda. Estamos na posição privilegiada de nos beneficiarmos de conselhos respeitados pela ciência comportamental moderna para nos ajudar a aprender como lidar com o estresse e assumir o controle de nosso próprio bem-estar.

Escrito por: Maria Lúcia T.

Referências: Power of Positivity

Se tiver encontrando desafios para lidar com o estresse, fale com um terapeuta! Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Conheça a plataforma! www.orienteme.com.br.