home office

Como se desligar do trabalho quando você faz home office?

Tempo de Leitura: 4 minutos

Vivemos em tempo de pandemia e entre as diversas tendências emergentes vimos crescer o número de trabalhadores em home office .

Trabalhar remotamente, em home office, oferece muitos benefícios e, embora já tenha sido um luxo há algum tempo atrás, agora é um dos pilares das grandes e pequenas empresas para aumentar o desempenho, viabilizar a continuidade dos negócios e alcançar equilíbrio entre vida profissional e pessoal, além de uma tentativa de evitar o desemprego.

Trabalhar em casa pode parecer ótimo, mas pode ser problemático se não for bem gerenciado. A primeira coisa que você precisa entender é que, se você não tomar medidas para separar o trabalho da sua vida pessoal, isso se tornará um problema. Isso afeta algumas pessoas mais do que outras, mas é garantido que essa é uma questão com a qual você irá se deparar em algum momento.

O primeiro passo na sua jornada de home office é escolher uma área específica da sua casa para trabalhar. Pode ser um quarto vazio que você converta em um escritório, uma mesa para o seu computador e materiais, etc. Independentemente do espaço, estabeleça uma área da sua casa como seu espaço de trabalho e comprometa-se a trabalhar neste espaço todos os dias. Verifique se o seu espaço de trabalho está silencioso e confortável para que você possa se concentrar nas suas tarefas. – Esse é o primeiro passo para não misturar casa e trabalho

Desempenhar uma função do seu trabalho em casa pode ser invasivo em sua vida pessoal. Isso porque, se você está sempre em casa e perto do seu trabalho, seu trabalho entra na sua vida doméstica. Sim, o risco é real, mas somente se você permitir.

Para minimizar o risco do home office nos “engolir”, o ideal é definir um horário de trabalho. Cumprir um cronograma determinado de trabalho aumentará o desempenho e desenvolverá um horário de trabalho saudável.

No final do dia, desligue o laptop e defina seu status no aplicativo de trabalho como “ausente”. Você (e sua equipe) serão gratos.

Aproveite as vantagens de se estar em casa: descubra quando você é mais produtivo e crie seu cronograma de trabalho em torno dos períodos de pico de produtividade. Cada indivíduo é mais produtivo em diferentes momentos do dia, por exemplo, algumas pessoas são pessoas da manhã e são mais produtivas e focadas durante a manhã. Para outros, o tempo mais produtivo na jornada de trabalho é à noite. Use sua produtividade a seu favor.

Ao trabalhar em casa você não tem um chefe no seu “pescoço” e pode ser um desafio acompanhar o que você deve fazer durante o dia de trabalho. É fácil perder de vista as prioridades, tarefas e prazos.

Comece o seu dia revendo as prioridades do dia. Quando você criar sua lista de tarefas, atenha-se a ela. É tentador simplesmente entrar no seu e-mail de tempos em tempos. Defina metas e prazos para cada tarefa. Depois de concluir cada tarefa, remova-a da lista. Essa técnica simples é eficaz e gratificante. Mantenha a lista de tarefas simplesmente anotando rapidamente todas as coisas que precisam ser feitas no início de cada dia.

Evite a TV e outras distrações digitais, para que você possa se concentrar no seu trabalho e fazer o que precisa ser feito. Em vez disso, escute músicas que complementam seu estilo de trabalho.

Mexa-se e alongue-se regularmente. O exercício naturalmente aumenta a produção de endorfinas, o que aumenta os níveis de felicidade, prazer e interesse, todos importantes para a produtividade.

Trabalhar em casa fornece grandes oportunidades para você se conectar com alguns de seus principais valores como família e comunidade enquanto oferece um serviço de qualidade à sua empresa. Requer disciplina, foco e comprometimento, mas a flexibilidade para definir você mesmo. Você pode criar uma cultura de trabalho em casa que represente você, não apenas a cultura da sua organização 

Garanta que você esteja focado no melhor e mais adequado uso do seu tempo durante o horário de trabalho.

Comunique as pessoas da casa qual é o seu horário de expediente e que você não está disponível durante esse período. Você precisa dizer não e manter sua programação. Crie um intervalo de tempo para cada uma das atividades do dia. Isso ajuda na comunicação com os outros quanto ao seu horário de trabalho e de lazer.

Definitivamente, você precisará separar seu trabalho da sua vida pessoal, mesmo que essas duas coisas estejam acontecendo no mesmo lugar.

Como você provavelmente já supôs, autogestão e disciplina são o nome do jogo quando se trabalha em casa. Uma prática realmente saudável é definir horas de trabalho estritas para si mesmo.

Fica muito fácil continuar trabalhando o dia todo e depois a noite toda, porque você tem uma visão para a empresa para a qual está alcançando e há sempre muito trabalho a ser feito. Além disso, ninguém está dizendo para você parar.

Você deve estar consciente dos perigos potenciais para sua saúde ao fazer isso e limitar o hábito de se sobrecarregar. Se você definir o horário das 7h às 18h, por exemplo, terá que parar às 18h todos os dias. Isso não apenas fornece estrutura e equilíbrio para você, mas também ajuda bastante na vida familiar.

Ir para o computador logo depois de acordar – ou pior, puxá-lo para a cama com você – é um erro. Eu sei: você só quer disparar uma coisa rápida. Mas eu prometo que você será sugado. E ser sugado às 6 ou 7 da manhã significa que você terá um dia de 10 horas às 16 ou 17 horas. Faça isso a semana toda, e você vai se esgotar. Em vez disso, antes de abrir o laptop, siga uma rotina matinal.

Certifique-se de fazer pausas como faria em um escritório comum. Hora do almoço? Em vez de comer no seu computador, vá para outra sala ou cadeira e faça uma refeição adequada.

Embora trabalhar remotamente possa ser uma maneira de ter maior controle de sua vida e horário, também pode fazer o oposto facilmente, assumindo seu território e tempo pessoais. Portanto, se você deseja aproveitar todos os benefícios que o trabalho remoto tem a oferecer, dedique algum tempo a criar hábitos que promovam um equilíbrio saudável entre vida profissional e pessoal.

Quando você trabalha em casa, é muito fácil ajustar o trabalho 24 horas por dia, 7 dias por semana. Mas lembre-se, sua casa é seu lar em primeiro lugar, e seu escritório depois.

E se você deseja ter o equilíbrio entre vida profissional e pessoal que deseja (e merece!). Precisa tratá-lo dessa maneira.

Texto escrito por: Leticia Capuruço

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Técnica respiração calmante

Técnica de Respiração Calmante

Tempo de leitura: 3 minutos

Este período de incertezas e isolamento pode mexer com nosso estado emocional, gerando estresse, ansiedade, pânico, etc., principalmente nas pessoas que já tem tendência e histórico anterior. Portanto, é fundamental aprender a fazer exercícios de respiração e meditação.

É o que vamos chamar de respiração quadrada. Quadrada porque é feita em 4 etapas e todas com a mesma duração. É como um quadrado, uma forma com quatro lados iguais. Neste caso, é uma respiração feita em quatro etapas, com duração semelhante.

Técnica de Respiração:

As quatro etapas são: inspiração, pausa cheio, expiração e pausa vazio.

Preparação:

Sente-se confortavelmente. Observe a sua respiração, percebendo o ritmo da sua respiração. Coloque a sua atenção no seu corpo, deixando todo o resto de lado. Mantenha a boca fechada durante o exercício deixando a respiração acontecer suavemente pelas narinas.

Agora inicie:

1 –  Deixe o ar entrar em seu corpo, enquanto você conta lentamente até três: um….dois….três….

2 –  Segure o ar nos pulmões, contando lentamente até três.

3 –  Solte lentamente o ar, contando lentamente até três.

4 –  Após a expiração mantenha-se sem ar, contando lentamente até três.

1 – Volte ao passo 1 e continue repetindo este ciclo, sem pressa…

Faça inicialmente estes ciclos por um minuto e veja como você se sente.

Se estiver bem, retome e aumente o tempo de exercício para 3 minutos.

Agora pare o exercício e se observe.

Se você tiver feito o exercício corretamente, provavelmente vai estar se sentindo mais relaxado e menos ansioso.

Se estiver sentindo tontura, é provável que você exagerou um pouco nas etapas de inspiração e expiração e não deu as pausas necessárias.

É muito importante um equilíbrio entre as quatro etapas. As pausas são tão importantes quanto inspirar ou expirar.

A tontura tende a passar sozinha, mas se você quiser ajudar a diminuir a tontura, retome o exercício com o cuidado de fazer a respiração DEGAVAR, SEM PRESSA, respeitando cada etapa: inspiração, pausa cheio, expiração e pausa vazio.

O exercício deve ser confortável. Se sentir desconforto, pare e deixe para fazer outro dia.

Você pode achar mais confortável contar até 4 em cada etapa, não importa; o importante é manter uma respiração lenta e regular, em quatro etapas. Faça uma contagem mental, você não precisa falar os números. Mantenha a boca fechada e respire pelo nariz.

Se o exercício te ajudar, pode praticá-lo todo dia. Se quiser, você pode aumentar o tempo do exercício, fazer 5 ou 10 minutos de cada vez.

Sob estado de ansiedade a respiração tende a ficar rápida e superficial e a pessoa frequentemente tem a sensação de não ter ar suficiente. Este exercício corrige esta distorção, ajudando a diminuir o estado de hiperventilação, que causa várias sensações típicas do estado ansioso como tontura e formigamento.

Este exercício é um CALMANTE NATURAL, um típico trabalho de auto-gerenciamento.

Ao trabalhar com a ansiedade precisamos aumentar o sentimento de potência, aprender como podemos influir sobre nosso estado interno.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Depressão no ambiente de trabalho

Como a depressão pode afetar sua equipe?

Tempo de leitura: 4 minutos

Hoje em dia muitas empresas estão preocupadas com a saúde emocional de seus colaboradores, fato que é muito positivo. No entanto, principalmente no ambiente corporativo, ainda existe muito estigma e preconceito por parte das pessoas, em assumir que estão passando por problemas emocionais.

Este fato está diretamente relacionado com o receio de serem “rotuladas”, prejudicadas ou até mesmo perderem seus empregos.

Por isso é fundamental que se entenda claramente o que é a depressão e como ela se manifesta.

A depressão pode ser ocasionada por diversos fatores biológicos e psicológicos, e até mesmo de ordem hereditária.

É muito comum a depressão ser confundida com um estado passageiro de tristeza e isso pode dificultar a busca por ajuda especializada, fato que pode fazer com que a doença se agrave cada vez mais.

Fique atento aos principais sintomas: desânimo, tristeza profunda, isolamento, perda de interesse por atividades que antes davam prazer, falta de atenção e concentração. A depressão afeta a produtividade individual, a capacidade de trabalhar em equipe e o desempenho geral no trabalho.

É muito importante ressaltar que em nosso trabalho, vivemos muitas situações adversas, estresse, cobranças, etc. e estes fatores podem ter grande influência no quadro depressivo.

O primeiro passo é compreender que a depressão é uma doença que seus funcionários podem ter e que devemos respeitá-los assim como se respeita quem não a tem.

O fato de a pessoa ter depressão não significa que não é um bom funcionário, nos mostra apenas que neste momento, precisa de ajuda. Fazer com que se sinta produtivo, sendo funcional em seu trabalho pode ser uma boa forma de recuperação. Sendo assim, é fundamental ter isso em mente e começar a desconstruir crenças equivocadas sobre essa e qualquer outra doença mental, mesmo porque ninguém está imune a elas.

Frente ao cenário de grande crescimento da depressão, torna-se fundamental que as empresas tenham uma atuação mais efetiva, promovendo programas de saúde emocional, um ambiente saudável de trabalho e o bem estar nas equipes.

Percebo que essas práticas contribuem diretamente, para o engajamento dos funcionários, favorecendo que as pessoas queiram se manter trabalhando na empresa.

DICAS PARA PROMOVER UM AMBIENTE CORPORATIVO SAUDÁVEL

Canal aberto para comunicação: muito importante deixar claro para os colaboradores que você enquanto líder, está aberto para falar sobre qualquer tipo de problema que a pessoa esteja passando, seja ele profissional ou pessoal. Estabelecer uma postura de acolhimento e ajuda.

Confidencialidade: as pessoas só irão falar de seus problemas, principalmente no que se refere à saúde emocional, se tiverem certeza de que as informações serão mantidas sob sigilo e, sobretudo que não serão julgadas.

Promova o feedback construtivo: o feedback é fundamental para o desenvolvimento dos colaboradores, mas deve ser um momento construtivo. Devemos ressaltar as características positivas e apontar os pontos de melhoria. Sempre finalize um feedback com um plano de ação.

Exerça o verdadeiro papel de um líder: desenvolva empatia com seus colaboradores, conheça profundamente os membros de sua equipe, delegue, acompanhe e sobre tudo procure inspirar as pessoas. Mostre que o bem estar e o ambiente saudável são valorizados na prática.

Incentive a busca por ajuda profissional: mesmo que a empresa promova campanhas de saúde emocional e tente manter um ambiente saudável, a ajuda de um profissional especializado é fundamental nos casos de depressão. Um psicólogo auxiliará a pessoa na busca do autoconhecimento, bem como aprender a lidar com suas emoções.

Finalizando, preste atenção aos sinais que os colaboradores de sua equipe apresentam e tenha certeza de que cuidar da saúde emocional é extremamente importante.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Qualidade de vida

Qualidade de Vida e Bem-Estar

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Você sabe o que é qualidade de vida? Qualidade de vida é o jeito que cada um escolhe viver bem. Qualidade de vida é uma opção pessoal. Só que, para tomar uma decisão consciente, as pessoas precisam de informações. É por isso que qualidade de vida tem a ver com escolhas de bem-estar, mesmo que limitadas pelos padrões de convivência social.

Uma vida de qualidade envolve o bem físico, emocional e psicológico, o meio em que a pessoa vive, como são suas relações sociais, com família e amigos, e também como é sua saúde e bem-estar.

A saúde é, quase sempre, um dos primeiros itens que vem à cabeça quando pensamos em bem-estar, pois um depende do outro: a saúde contribui para melhorar o bem-estar de um indivíduo e a qualidade de vida interfere na saúde.

Nesse âmbito, a saúde emocional é muito importante, estar bem consigo mesmo e com o mundo ao seu redor, se conhecer, saber o que realmente gosta.

Para manter uma boa qualidade de vida, é preciso ter hábitos saudáveis, cuidar do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, definir objetivos de vida que fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre seu próprio destino.

O tempo é com certeza um dos problemas que mais atrapalham a manter uma qualidade de vida atual, pois as pessoas têm cada vez uma separação menor entre prazer e trabalho, fazendo com que muitas vezes não sobre tempo para buscar atividades que ajudem a manter seu corpo e mentes sãos. Isso deixa claro que a organização é uma etapa importante do processo para se atingir uma vida de qualidade.

A falta de organização e a imposição de padrões pelas mídias fazem com que muitas vezes as pessoas procurem por extremos com a intenção de atingir corpos perfeitos ou outras buscas que tem menos a ver com seu bem-estar do que parecem.

Pesquisas mostram que nossas relações sociais têm relação direta com nossa saúde, tanto que muitas vezes os problemas de relações interpessoais são relacionados com problemas de saúde, como problemas emocionais, cardiovasculares e problemas gástricos.

O estresse é um dos problemas que evitam que uma boa qualidade de vida seja alcançada. O comportamento quase automático tomado no cotidiano muitas vezes impede a consciência do que fazer e por onde começar a ter seu bem-estar.

O trabalho é a uma das maiores causas de estresse das pessoas, desencadeando ansiedade em muitos casos. O estresse é uma porta de entrada para maus-hábitos, como alimentação desregulada, aumento excessivo do consumo de álcool, o tabagismo e o uso de antidepressivos também entram na lista.

A busca pelo relaxamento pode ser feita de várias formas, desde a ingestão de alimentos relaxantes, capazes de atuar contra a ansiedade, a prática de exercícios físicos, a escolha de um momento para fazer algo que seja realmente interessante e pessoal.

Diante de tudo que foi exposto, podemos concluir que o segredo para ter uma vida feliz e longa e saudável é: invista na qualidade dela! Fazer terapia é um dos investimentos!

Texto escrito por: Ludmila Ribeiro Franco Oliveira

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Terapia ajuda a trabalhar melhor

Como a terapia pode ajudar os colaboradores no ambiente de trabalho?

Tempo de leitura: 3 minutos

Estamos na era do conhecimento exponencial, na qual as constantes transformações influenciam nossa relação com o mundo e trazem uma necessidade frequente de adaptação. No ambiente de trabalho, elas são rápidas e fazem com que, nós eternos aprendizes, busquemos a todo momento desenvolver novas habilidades.

A busca pelo sucesso na carreira é muitas vezes estressante, pois lidar com as dificuldades do ambiente corporativo muitas vezes provocam reações indesejadas e frustrações. Abrir mão da saúde física e mental, além do convívio familiar, pode causar desequilíbrio e insatisfação, levando cada vez mais profissionais para terapias, psiquiatras e até mesmo a mesas de cirurgias.

As causas mais comuns geradas por essa falta de equilíbrio são: ansiedade, fadiga, problemas familiares, insônias, dores de cabeça, irritabilidade e impaciência. Algumas formas de minimizarmos ou até driblarmos a falta de equilíbrio é estar com a saúde em dia. Os checkups anuais são fundamentais, não deixando para ir ao médico quando sentir algum sintoma diferente, fora do seu estado normal. Lembre-se de que o autocuidado é um grande aliado e o autocontrole é fundamental para um profissional de sucesso.

A máxima de que se nada mudarmos teremos sempre os mesmos resultados, vale em situações profissionais de muita pressão. O processo terapêutico nos ajuda a ajustar as expectativas, priorizar necessidades e nos permite ampliar o autoconhecimento, proporcionando autocompaixão a partir do momento em que aprendemos a encarar de frente as falhas com compreensão e despertando uma perspectiva positiva sobre nossas escolhas.

O trabalho é um ofício que deve ser acima de tudo prazeroso, que proporcione satisfação, descobertas, novos aprendizados e, portanto, avaliar o que realmente é importante no que se refere às missões e metas profissionais. Não permita que o estresse determine a vida diária e crie um plano de ação para melhorar a rotina, privilegiando o bem-estar e a autoestima.

Com disciplina, podemos criar mais tempo para o que é realmente é valioso, e, como consequência, os níveis de baixa produtividade no trabalho reduzirão consideravelmente. E os beneficiários disso? Claro que nós, profissionais, e também as empresas, que terão colaboradores mais engajados, produtivos e felizes!

 

Texto escrito por: Priscila Ximenes

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Como lidar com o retorno após as férias?

Desânimo na volta das férias: O que fazer?

Tempo de leitura: 3 minutos

Acabaram as férias e agora? É fato que para muitas pessoas retornar ao trabalho após as férias pode ser um grande peso, dar ansiedade, angústia, insônia, desânimo, cansaço, dores musculares, dores de cabeça, etc.

Normalmente estes sintomas podem surgir nas duas primeiras semanas após o retorno ao trabalho, pois a pessoa precisa readaptar-se à rotina de tarefas e preocupações do dia-a-dia.

Mas vale ressaltar que se os sintomas não forem tratados, podem ocasionar problemas mais graves como: síndrome do pânico, doenças gástricas e do coração.

Se isso acontece com você, procure analisar qual o gatilho para tamanho desconforto, que pode estar diretamente ligado a insatisfação profissional, podendo ser com a empresa, com o ambiente de trabalho, com a sua chefia ou quem sabe com a sua própria carreira.

Outro ponto importante é que devemos nos preparar psicologicamente e entender que as férias são fundamentais, no entanto, é um período que tem seu início, meio e fim. Podemos começar a preparar também o ambiente de trabalho, de maneira que torne esse retorno, menos doloroso e mais organizado.

 

DICAS PARA EVITAR ESTA SITUAÇÃO:

 

Se planeje financeiramente: Normalmente as férias geram gastos específicos, como viagens e passeios, sendo assim, planeje seu orçamento para não ter problemas financeiros após o seu retorno.

Cuide de sua ansiedade: Durante suas férias procure se desligar dos problemas do trabalho e tente descansar até o último dia. Tente ter uns dias de descanso após o retorno de uma viagem, isso é fundamental para que você se organize para o retorno. Evite ficar pensando no que deve fazer ou nos problemas que terá na volta ao trabalho.

Adapte-se no primeiro dia: O primeiro dia é para observação e adaptação, não adianta querer mostrar serviço. Admita que precisa se familiarizar com o que está acontecendo na empresa.

Organize seu espaço: Reorganizar sua mesa pode ser uma ótima maneira de voltar ao trabalho. Aproveite para planejar suas pendências e projetos. Se possível jogue fora papéis ou materiais que não precisará mais.

Adquira e mantenha hábitos saudáveis: Ao retornar às suas rotinas é fundamental que você tenha momentos de prazer. Procure se dedicar a atividades que goste de fazer, por exemplo: prática de esportes, algum hobby, etc. A ideia é ter prazer nas pequenas coisas e continuar com a “bateria recarregada”.

Reveja o seu trabalho: Se o seu retorno ao trabalho esta “pesando” em sua vida, talvez seja hora de refletir se está conduzindo sua carreira de forma adequada. Esta reflexão é muito importante e com base em suas análises pode dar outro rumo em sua carreira. Existem várias possibilidades, transferência de área ou participar de um recrutamento interno, ou até mesmo buscar uma nova recolocação no mercado de trabalho.

Enfim, o importante é você entender os motivos que te deixam tão frustrado por voltar das férias. Tente pensar de forma diferente e aproveite o descanso que você teve para voltar à rotina com muita energia, pensar em novos projetos, metas e, quem sabe, planejar as próximas férias.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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saúde mental e saúde física

Como a saúde mental pode afetar o seu corpo

Tempo de leitura: 4 minutos

A saúde mental deve ser entendida sob a ótica sistêmica, ou seja, não é possível separar corpo e mente. Hoje sabemos que as doenças mentais ou emocionais têm repercussão direta em nosso corpo e vice-versa.

A OMS – Organização Mundial da Saúde afirma que “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a mera ausência de doença ou enfermidade”.

Ainda segundo a organização, diversos fatores podem colocar em risco a saúde mental das pessoas, entre eles: rápidas mudanças sociais, condições de trabalho estressantes, discriminação de gênero, exclusão social, estilo de vida não saudável, violência e violação dos direitos humanos.

Um exemplo bem claro sobre o impacto das doenças emocionais em nosso corpo é o caso da depressão, que além dos sintomas específicos, tais como tristeza profunda, isolamento social, falta de entusiasmo com a vida, se soma a fatores de risco reconhecidos como causadores das doenças cardiovasculares, casos de obesidade, tabagismo, pressão alta, colesterol alto, diabetes, sedentarismo, entre outros.

O mesmo se dá com outras doenças como a síndrome de burnout e a ansiedade, que afetam diretamente a nossa saúde, com sintomas físicos tais como: dores de cabeça, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, distúrbios gastrintestinais, etc.

Importante ressaltar que ter uma boa saúde mental envolve ações para criar condições de vida e ambientes que permitam às pessoas adotar e manter estilos de vida saudáveis.

DICAS PARA TER UMA BOA SAÚDE MENTAL

Planejamento e organização: tenha o hábito de organizar sua rotina pessoal e profissional. Existem diversos aplicativos que podem te ajudar a planejar suas atividades e melhorar a administração de seu tempo. Lembre-se de dividir sua agenda entre atividades pessoais e profissionais.

Dedique-se a momentos de lazer: tenha o hábito de sair de sua rotina diária, pois a maioria das pessoas acaba se envolvendo apenas com responsabilidades e trabalho. Precisamos descansar, viajar, ter momentos de descontração e lazer.

Pratique atividades físicas: as atividades físicas são extremamente importantes para nossa saúde física e emocional, um corpo saudável é mais disposto, estimula a motivação, felicidade e até o aumento da produtividade.

Preste atenção aos seus sentimentos: aprenda a entender os seus sentimentos, não os ignore, pois lidar com os problemas e situações adversas é fundamental. Busque o autoconhecimento, aprenda a lidar com seu estresse e ansiedade.

Aprenda a dizer “não”: não aceite ou se acumule de responsabilidades, por receio dizer não. Isso evitará que você faça mais coisas do que realmente deveria. Se respeite e valorize as suas vontades.

Cuide da alimentação: ter uma alimentação equilibrada e saudável te ajudará em seu bem estar. Busque alimentos que te tragam disposição e energia para enfrentar a rotina diária. 

Cuide de seus relacionamentos: é fundamental conviver ao lado das pessoas que você ama. Saia com amigos, fique com sua família e procure estabelecer novos vínculos de amizade.

Caso você tenha dificuldades para lidar com suas emoções, sentimentos e isto esta prejudicando a sua saúde emocional, busque ajuda de um profissional especializado. Ele poderá te auxiliar na busca do autoconhecimento e desta forma, aprenderá a lidar com as situações adversas de sua vida.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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5 sinais de que você é viciado em stress

5 sinais de que você é viciado em stress

Tempo de leitura: 3 minutos

O estresse nada mais é do que uma reação de nosso corpo as situações que podem ser prejudiciais, ou seja, ocorre uma reação química em nosso corpo para que evitemos as situações que nosso cérebro entende como “perigo”.

Os principais sintomas físicos do estresse são: aumento da frequência cardíaca, respiração acelerada, contração muscular e aumento da pressão arterial.

Quando estamos em uma situação de estresse, o nosso cérebro libera hormônios como cortisol, noradrenalina e adrenalina, que são as mesmas substâncias produzidas pela atividade física, que nos levam ao prazer e bem-estar, além de ativar as respostas do corpo diante de situações emergenciais.

Essa situação ocorre com todas as pessoas, para fazer com que nosso corpo reaja a situações, no entanto, a exposição ao excesso de estresse nos prejudica.

Frente a este cenário percebemos que existem pessoas que sofrem com o estresse e outras que parecem sentir prazer quando se encontram sobre pressão e tensão, sendo ainda mais produtivas.

Existem pessoas que parecem se beneficiar com o estresse e esta situação demonstra estar diretamente ligada ao estilo de vida e a personalidade de cada um, demonstrando serem “viciadas” em adrenalina.

Neste caso, é fundamental avaliar quais as motivações para se estar constantemente “estressado”, lembrando que é necessário ter momentos de relaxamento com o objetivo de equilibrar a saúde física e emocional.

PARA VOCÊ SABER SE ESTÁ “VICIADO EM ESTRESSE” REFLITA SOBRE AS SEGUINTES PERGUNTAS:

  1. Você se desliga durante conversas pensando em outras coisas?
  2. Você se sente apressado ou impaciente onde quer que esteja, porque sempre tem que realizar outra tarefa em outro lugar?
  3. Você se sente desconfortável, preocupado, nervoso quando não tem algo a fazer?
  4. Você acha que não têm tempo livre e abandona as interações sociais e os passatempos em favor de procurar cenários estressantes?
  5. Você está percebendo conseqüências negativas para a sua saúde, tendo sintomas como: fadiga, aumento da freqüência cardíaca, pressão alta e insônia alteração do apetite, ansiedade, irritabilidade?

 

O QUE FAZER?

O primeiro passo é reconhecer e aceitar que está viciado em estresse, mudando principalmente, a sua forma de ver esta situação.

É fundamental trabalhar nas mudanças de hábitos mentais e comportamentais, para cuidar de sua saúde física e emocional, pois viver desta forma por um longo período poderá te prejudicar.

O ideal é procurar um profissional especializado para te ajudar a analisar melhor a necessidade de “viver estressado”, bem como te ajudará na indicação de técnicas como meditação, exercícios de respiração e exercícios físicos mostraram reduzir os níveis de estresse.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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por que não deve se cobrar tanto

Por que você não deve se cobrar tanto?

Tempo de leitura: 4 minutos

Existem muitas pessoas que são realmente generosas com todos que a cercam, que se preocupam em agradar e colaborar com o outro. E isso sem dúvida é muito positivo.

Mas você já percebeu o quanto é mais fácil ser gentil com os demais do que consigo mesmo?

Acredito que as pessoas não tem a real intenção de ser críticas consigo mesmas de forma consciente, mas de alguma forma adquiriram o hábito de perfeccionismo, autocobrança e em alguns casos auto punição.

Quando a autocrítica acontece, você começa a criar bloqueios internos ao se forçar demais a fazer algo que pode estar além das suas capacidades e acaba se sentindo angustiado e inseguro, como se as outras pessoas fossem melhores que você em tudo, gerando grande esforço e desgaste mental para superar esta situação, que na verdade é criada por nós mesmos.

Você se acostuma a não se motivar ou se encorajar e quando está sendo duro consigo mesmo, acaba criando um inimigo interno que sabotará cada movimento seu em direção ao que você acha correto ou deseja modificar.

Sem dúvida, quando temos esta atitude, acabamos despertando o gatilho para frustrações e outros sentimentos que, aos poucos, afundam nossa autoestima e saúde mental como um todo.

Com este hábito de perfeccionismo, podemos gerar em nós mesmos uma grande ansiedade e culpa. Ansiedade em querer fazer cada vez mais e culpa por achar que não consegue dar conta de tudo, acreditando que a falha está em sua competência.

Importante ressaltar que em muitos casos essa cobrança interna é estimulada desde a infância, quando as famílias, educadores ou pessoas próximas comparam as crianças entre si e de certa forma, exigem desempenhos sempre melhores em relação aos demais.

Nestes casos, é preciso ressignificar as crenças que a pessoa formou ao longo da vida e muitos somente conseguem êxito nesse exercício em processo de psicoterapia, ou seja, promovendo o autoconhecimento e formando novos conceitos sobre cometer erros, ser perfeito, agradar a todos para ser aceita e amada.

No entanto, quando somos adultos, nós podemos e devemos escolher aquilo que fazemos com a nossa vida e se as suas escolhas tem tornado seus dias infelizes e angustiantes, é importante fazer algo a respeito de forma imediata.

DICAS PARA NÃO SE COBRAR TANTO

Segue abaixo algumas dicas que poderão te ajudar a ser menos critico consigo mesmo.

Não faça comparações com outras pessoas: obviamente podemos ter pessoas que nos inspiram a ser melhores a cada dia e isso é positivo. No entanto, fazer comparações e se sentir menos do que os outros não irá te ajudar, apenas reforçará ainda mais a sua autocrítica. Tente ser você mesmo e se desenvolver.

Reforce os seus pontos positivos: é muito bom conhecer nossas fraquezas e pontos a aprimorar, mas procure potencializar as suas fortalezas, ou seja, os pontos em que você tem ciência de que é bom. Procure se focar nas soluções e não nos problemas.

Seja gentil com você mesmo: é muito importante que você se valorize e questione os pensamentos negativos sobre si mesmo. Isso amenizará o sentimento de culpa e crítica.

Busque o seu autoconhecimento: tenha certeza de que buscar o autoconhecimento é fundamental para nos auxiliar a entender nossas emoções e ressiginificar crenças que limitam nossas vidas.

Permita-se cometer erros: tenha ciência de que as pessoas não são perfeitas e todos nós estamos passíveis de cometer erros e se isso acontecer corrija a si mesmo e siga em frente. Perceba que a maioria das pessoas que são muito críticas consigo mesmas, apresentam a tendência de cobrara a mesma postura dos demais.

Portanto, é fundamental você refletir o quando esta sendo crítico consigo mesmo e o quanto isso esta gerando sentimentos e hábitos negativos em seu dia a dia.

Se valorize e seja gentil com a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo!

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Como evitar o burnout

6 maneiras de evitar o burnout

A síndrome de burnout é esta dentro da Classificação Internacional de Doenças como uma “síndrome conceituada como resultado do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”.

Ela é caracterizada pelo esgotamento físico e emocional, que normalmente se manifesta no trabalho, mas a condição psicológica desse esgotamento pode ter efeitos negativos tanto na vida pessoal quanto na profissional.

É fato de que quando uma pessoa esta exausta, seus resultados no trabalho são diretamente afetados, prejudicando sua performance e relacionamentos no ambiente corporativo.

 

DICAS DE COMO EVITAR

É de fundamental importância que ao notar os primeiros sinais de burnout foque em estratégias que ajudem a reduzir o estresse, tais como:

  1. Procure dormir bem: Quando não se descansa o suficiente, ficamos com menos energia para dar conta de tudo o que precisamos realizar ao longo do dia, podendo nos levar ao esgotamento caso esta rotina seja constante.

 

  1. Dê equilíbrio a sua vida: Normalmente a síndrome de burnout ocorre quando temos um acúmulo de estresse, em virtude uma vida desequilibrada. Reflita em que área de sua vida você esta empenhando mais energia e em que áreas você esta dando menos atenção. É importante equilibrar nossas energias para: vida social, lazer, bem-estar emocional, atividades intelectuais, bem-estar físico, espiritualidade e trabalho. Defina pequenos objetivos na vida profissional e pessoal.

 

  1. Aprenda a priorizar: Faça uma lista de todas as suas tarefas (pessoais e profissionais), posteriormente analise e procure entender o que é mais relevante para você e planeje o seu desenvolvimento se possível com prazos. Aprenda a delegar e distribuir responsabilidades.

 

  1. Evite o contato com pessoas tóxicas: Existem pessoas que são extremamente negativas e sempre tem um comentário destrutivo. É claro que receber e avaliar críticas é fundamental para garantir a qualidade de nosso trabalho, no entanto, é importante avaliar quanto o comentário pode se tornar construtivo ou quando a postura adotada pela outra parte é naturalmente negativa.

 

  1. Coloque limite no trabalho e descanse nos finais de semana: É extremamente fácil deixar com que as tarefas do dia a dia consumam toda a nossa rotina, não permitindo que tenhamos tempo para a família, amigos, romances ou atividades extras que nos dêem prazer. Tente planejar suas tarefas com prazos diários, para que possa fazer a manutenção de sua qualidade de vida.

 

  1. Pratique atividades físicas: Fazer uma caminhada, corrida ou ir à academia, por pelo menos 30 minutos por dia, ajuda a aliviar a pressão e aumentar a produção de neurotransmissores que aumentam a sensação de bem-estar. Por isso, mesmo que a vontade para fazer exercício seja muito reduzida deve-se insistir com o exercício até que este comportamento vire um hábito em sua vida.

 

É importante ressaltar que a síndrome de burnout pode afetar qualquer pessoa no âmbito profissional, que seja engajada com as suas responsabilidades e tenha que lidar com estresse diariamente.

 

Por isso, é fundamental estar atento aos sinais de que o equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional está comprometido e neste caso, o ideal é procurar auxílio de um Psicólogo, que poderá te ajudar a identificar a melhor forma de lidar com esta situação.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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