Qualidade de vida

Qualidade de Vida e Bem-Estar

Tempo de Leitura: 4 minutos.

Você sabe o que é qualidade de vida? Qualidade de vida é o jeito que cada um escolhe viver bem. Qualidade de vida é uma opção pessoal. Só que, para tomar uma decisão consciente, as pessoas precisam de informações. É por isso que qualidade de vida tem a ver com escolhas de bem-estar, mesmo que limitadas pelos padrões de convivência social.

Uma vida de qualidade envolve o bem físico, emocional e psicológico, o meio em que a pessoa vive, como são suas relações sociais, com família e amigos, e também como é sua saúde e bem-estar.

A saúde é, quase sempre, um dos primeiros itens que vem à cabeça quando pensamos em bem-estar, pois um depende do outro: a saúde contribui para melhorar o bem-estar de um indivíduo e a qualidade de vida interfere na saúde.

Nesse âmbito, a saúde emocional é muito importante, estar bem consigo mesmo e com o mundo ao seu redor, se conhecer, saber o que realmente gosta.

Para manter uma boa qualidade de vida, é preciso ter hábitos saudáveis, cuidar do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, definir objetivos de vida que fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre seu próprio destino.

O tempo é com certeza um dos problemas que mais atrapalham a manter uma qualidade de vida atual, pois as pessoas têm cada vez uma separação menor entre prazer e trabalho, fazendo com que muitas vezes não sobre tempo para buscar atividades que ajudem a manter seu corpo e mentes sãos. Isso deixa claro que a organização é uma etapa importante do processo para se atingir uma vida de qualidade.

A falta de organização e a imposição de padrões pelas mídias fazem com que muitas vezes as pessoas procurem por extremos com a intenção de atingir corpos perfeitos ou outras buscas que tem menos a ver com seu bem-estar do que parecem.

Pesquisas mostram que nossas relações sociais têm relação direta com nossa saúde, tanto que muitas vezes os problemas de relações interpessoais são relacionados com problemas de saúde, como problemas emocionais, cardiovasculares e problemas gástricos.

O estresse é um dos problemas que evitam que uma boa qualidade de vida seja alcançada. O comportamento quase automático tomado no cotidiano muitas vezes impede a consciência do que fazer e por onde começar a ter seu bem-estar.

O trabalho é a uma das maiores causas de estresse das pessoas, desencadeando ansiedade em muitos casos. O estresse é uma porta de entrada para maus-hábitos, como alimentação desregulada, aumento excessivo do consumo de álcool, o tabagismo e o uso de antidepressivos também entram na lista.

A busca pelo relaxamento pode ser feita de várias formas, desde a ingestão de alimentos relaxantes, capazes de atuar contra a ansiedade, a prática de exercícios físicos, a escolha de um momento para fazer algo que seja realmente interessante e pessoal.

Diante de tudo que foi exposto, podemos concluir que o segredo para ter uma vida feliz e longa e saudável é: invista na qualidade dela! Fazer terapia é um dos investimentos!

Texto escrito por: Ludmila Ribeiro Franco Oliveira

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Terapia ajuda a trabalhar melhor

Como a terapia pode ajudar os colaboradores no ambiente de trabalho?

Tempo de leitura: 3 minutos

Estamos na era do conhecimento exponencial, na qual as constantes transformações influenciam nossa relação com o mundo e trazem uma necessidade frequente de adaptação. No ambiente de trabalho, elas são rápidas e fazem com que, nós eternos aprendizes, busquemos a todo momento desenvolver novas habilidades.

A busca pelo sucesso na carreira é muitas vezes estressante, pois lidar com as dificuldades do ambiente corporativo muitas vezes provocam reações indesejadas e frustrações. Abrir mão da saúde física e mental, além do convívio familiar, pode causar desequilíbrio e insatisfação, levando cada vez mais profissionais para terapias, psiquiatras e até mesmo a mesas de cirurgias.

As causas mais comuns geradas por essa falta de equilíbrio são: ansiedade, fadiga, problemas familiares, insônias, dores de cabeça, irritabilidade e impaciência. Algumas formas de minimizarmos ou até driblarmos a falta de equilíbrio é estar com a saúde em dia. Os checkups anuais são fundamentais, não deixando para ir ao médico quando sentir algum sintoma diferente, fora do seu estado normal. Lembre-se de que o autocuidado é um grande aliado e o autocontrole é fundamental para um profissional de sucesso.

A máxima de que se nada mudarmos teremos sempre os mesmos resultados, vale em situações profissionais de muita pressão. O processo terapêutico nos ajuda a ajustar as expectativas, priorizar necessidades e nos permite ampliar o autoconhecimento, proporcionando autocompaixão a partir do momento em que aprendemos a encarar de frente as falhas com compreensão e despertando uma perspectiva positiva sobre nossas escolhas.

O trabalho é um ofício que deve ser acima de tudo prazeroso, que proporcione satisfação, descobertas, novos aprendizados e, portanto, avaliar o que realmente é importante no que se refere às missões e metas profissionais. Não permita que o estresse determine a vida diária e crie um plano de ação para melhorar a rotina, privilegiando o bem-estar e a autoestima.

Com disciplina, podemos criar mais tempo para o que é realmente é valioso, e, como consequência, os níveis de baixa produtividade no trabalho reduzirão consideravelmente. E os beneficiários disso? Claro que nós, profissionais, e também as empresas, que terão colaboradores mais engajados, produtivos e felizes!

 

Texto escrito por: Priscila Ximenes

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Como lidar com o retorno após as férias?

Desânimo na volta das férias: O que fazer?

Tempo de leitura: 3 minutos

Acabaram as férias e agora? É fato que para muitas pessoas retornar ao trabalho após as férias pode ser um grande peso, dar ansiedade, angústia, insônia, desânimo, cansaço, dores musculares, dores de cabeça, etc.

Normalmente estes sintomas podem surgir nas duas primeiras semanas após o retorno ao trabalho, pois a pessoa precisa readaptar-se à rotina de tarefas e preocupações do dia-a-dia.

Mas vale ressaltar que se os sintomas não forem tratados, podem ocasionar problemas mais graves como: síndrome do pânico, doenças gástricas e do coração.

Se isso acontece com você, procure analisar qual o gatilho para tamanho desconforto, que pode estar diretamente ligado a insatisfação profissional, podendo ser com a empresa, com o ambiente de trabalho, com a sua chefia ou quem sabe com a sua própria carreira.

Outro ponto importante é que devemos nos preparar psicologicamente e entender que as férias são fundamentais, no entanto, é um período que tem seu início, meio e fim. Podemos começar a preparar também o ambiente de trabalho, de maneira que torne esse retorno, menos doloroso e mais organizado.

 

DICAS PARA EVITAR ESTA SITUAÇÃO:

 

Se planeje financeiramente: Normalmente as férias geram gastos específicos, como viagens e passeios, sendo assim, planeje seu orçamento para não ter problemas financeiros após o seu retorno.

Cuide de sua ansiedade: Durante suas férias procure se desligar dos problemas do trabalho e tente descansar até o último dia. Tente ter uns dias de descanso após o retorno de uma viagem, isso é fundamental para que você se organize para o retorno. Evite ficar pensando no que deve fazer ou nos problemas que terá na volta ao trabalho.

Adapte-se no primeiro dia: O primeiro dia é para observação e adaptação, não adianta querer mostrar serviço. Admita que precisa se familiarizar com o que está acontecendo na empresa.

Organize seu espaço: Reorganizar sua mesa pode ser uma ótima maneira de voltar ao trabalho. Aproveite para planejar suas pendências e projetos. Se possível jogue fora papéis ou materiais que não precisará mais.

Adquira e mantenha hábitos saudáveis: Ao retornar às suas rotinas é fundamental que você tenha momentos de prazer. Procure se dedicar a atividades que goste de fazer, por exemplo: prática de esportes, algum hobby, etc. A ideia é ter prazer nas pequenas coisas e continuar com a “bateria recarregada”.

Reveja o seu trabalho: Se o seu retorno ao trabalho esta “pesando” em sua vida, talvez seja hora de refletir se está conduzindo sua carreira de forma adequada. Esta reflexão é muito importante e com base em suas análises pode dar outro rumo em sua carreira. Existem várias possibilidades, transferência de área ou participar de um recrutamento interno, ou até mesmo buscar uma nova recolocação no mercado de trabalho.

Enfim, o importante é você entender os motivos que te deixam tão frustrado por voltar das férias. Tente pensar de forma diferente e aproveite o descanso que você teve para voltar à rotina com muita energia, pensar em novos projetos, metas e, quem sabe, planejar as próximas férias.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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saúde mental e saúde física

Como a saúde mental pode afetar o seu corpo

Tempo de leitura: 4 minutos

A saúde mental deve ser entendida sob a ótica sistêmica, ou seja, não é possível separar corpo e mente. Hoje sabemos que as doenças mentais ou emocionais têm repercussão direta em nosso corpo e vice-versa.

A OMS – Organização Mundial da Saúde afirma que “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a mera ausência de doença ou enfermidade”.

Ainda segundo a organização, diversos fatores podem colocar em risco a saúde mental das pessoas, entre eles: rápidas mudanças sociais, condições de trabalho estressantes, discriminação de gênero, exclusão social, estilo de vida não saudável, violência e violação dos direitos humanos.

Um exemplo bem claro sobre o impacto das doenças emocionais em nosso corpo é o caso da depressão, que além dos sintomas específicos, tais como tristeza profunda, isolamento social, falta de entusiasmo com a vida, se soma a fatores de risco reconhecidos como causadores das doenças cardiovasculares, casos de obesidade, tabagismo, pressão alta, colesterol alto, diabetes, sedentarismo, entre outros.

O mesmo se dá com outras doenças como a síndrome de burnout e a ansiedade, que afetam diretamente a nossa saúde, com sintomas físicos tais como: dores de cabeça, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, distúrbios gastrintestinais, etc.

Importante ressaltar que ter uma boa saúde mental envolve ações para criar condições de vida e ambientes que permitam às pessoas adotar e manter estilos de vida saudáveis.

DICAS PARA TER UMA BOA SAÚDE MENTAL

Planejamento e organização: tenha o hábito de organizar sua rotina pessoal e profissional. Existem diversos aplicativos que podem te ajudar a planejar suas atividades e melhorar a administração de seu tempo. Lembre-se de dividir sua agenda entre atividades pessoais e profissionais.

Dedique-se a momentos de lazer: tenha o hábito de sair de sua rotina diária, pois a maioria das pessoas acaba se envolvendo apenas com responsabilidades e trabalho. Precisamos descansar, viajar, ter momentos de descontração e lazer.

Pratique atividades físicas: as atividades físicas são extremamente importantes para nossa saúde física e emocional, um corpo saudável é mais disposto, estimula a motivação, felicidade e até o aumento da produtividade.

Preste atenção aos seus sentimentos: aprenda a entender os seus sentimentos, não os ignore, pois lidar com os problemas e situações adversas é fundamental. Busque o autoconhecimento, aprenda a lidar com seu estresse e ansiedade.

Aprenda a dizer “não”: não aceite ou se acumule de responsabilidades, por receio dizer não. Isso evitará que você faça mais coisas do que realmente deveria. Se respeite e valorize as suas vontades.

Cuide da alimentação: ter uma alimentação equilibrada e saudável te ajudará em seu bem estar. Busque alimentos que te tragam disposição e energia para enfrentar a rotina diária. 

Cuide de seus relacionamentos: é fundamental conviver ao lado das pessoas que você ama. Saia com amigos, fique com sua família e procure estabelecer novos vínculos de amizade.

Caso você tenha dificuldades para lidar com suas emoções, sentimentos e isto esta prejudicando a sua saúde emocional, busque ajuda de um profissional especializado. Ele poderá te auxiliar na busca do autoconhecimento e desta forma, aprenderá a lidar com as situações adversas de sua vida.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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5 sinais de que você é viciado em stress

5 sinais de que você é viciado em stress

Tempo de leitura: 3 minutos

O estresse nada mais é do que uma reação de nosso corpo as situações que podem ser prejudiciais, ou seja, ocorre uma reação química em nosso corpo para que evitemos as situações que nosso cérebro entende como “perigo”.

Os principais sintomas físicos do estresse são: aumento da frequência cardíaca, respiração acelerada, contração muscular e aumento da pressão arterial.

Quando estamos em uma situação de estresse, o nosso cérebro libera hormônios como cortisol, noradrenalina e adrenalina, que são as mesmas substâncias produzidas pela atividade física, que nos levam ao prazer e bem-estar, além de ativar as respostas do corpo diante de situações emergenciais.

Essa situação ocorre com todas as pessoas, para fazer com que nosso corpo reaja a situações, no entanto, a exposição ao excesso de estresse nos prejudica.

Frente a este cenário percebemos que existem pessoas que sofrem com o estresse e outras que parecem sentir prazer quando se encontram sobre pressão e tensão, sendo ainda mais produtivas.

Existem pessoas que parecem se beneficiar com o estresse e esta situação demonstra estar diretamente ligada ao estilo de vida e a personalidade de cada um, demonstrando serem “viciadas” em adrenalina.

Neste caso, é fundamental avaliar quais as motivações para se estar constantemente “estressado”, lembrando que é necessário ter momentos de relaxamento com o objetivo de equilibrar a saúde física e emocional.

PARA VOCÊ SABER SE ESTÁ “VICIADO EM ESTRESSE” REFLITA SOBRE AS SEGUINTES PERGUNTAS:

  1. Você se desliga durante conversas pensando em outras coisas?
  2. Você se sente apressado ou impaciente onde quer que esteja, porque sempre tem que realizar outra tarefa em outro lugar?
  3. Você se sente desconfortável, preocupado, nervoso quando não tem algo a fazer?
  4. Você acha que não têm tempo livre e abandona as interações sociais e os passatempos em favor de procurar cenários estressantes?
  5. Você está percebendo conseqüências negativas para a sua saúde, tendo sintomas como: fadiga, aumento da freqüência cardíaca, pressão alta e insônia alteração do apetite, ansiedade, irritabilidade?

 

O QUE FAZER?

O primeiro passo é reconhecer e aceitar que está viciado em estresse, mudando principalmente, a sua forma de ver esta situação.

É fundamental trabalhar nas mudanças de hábitos mentais e comportamentais, para cuidar de sua saúde física e emocional, pois viver desta forma por um longo período poderá te prejudicar.

O ideal é procurar um profissional especializado para te ajudar a analisar melhor a necessidade de “viver estressado”, bem como te ajudará na indicação de técnicas como meditação, exercícios de respiração e exercícios físicos mostraram reduzir os níveis de estresse.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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por que não deve se cobrar tanto

Por que você não deve se cobrar tanto?

Tempo de leitura: 4 minutos

Existem muitas pessoas que são realmente generosas com todos que a cercam, que se preocupam em agradar e colaborar com o outro. E isso sem dúvida é muito positivo.

Mas você já percebeu o quanto é mais fácil ser gentil com os demais do que consigo mesmo?

Acredito que as pessoas não tem a real intenção de ser críticas consigo mesmas de forma consciente, mas de alguma forma adquiriram o hábito de perfeccionismo, autocobrança e em alguns casos auto punição.

Quando a autocrítica acontece, você começa a criar bloqueios internos ao se forçar demais a fazer algo que pode estar além das suas capacidades e acaba se sentindo angustiado e inseguro, como se as outras pessoas fossem melhores que você em tudo, gerando grande esforço e desgaste mental para superar esta situação, que na verdade é criada por nós mesmos.

Você se acostuma a não se motivar ou se encorajar e quando está sendo duro consigo mesmo, acaba criando um inimigo interno que sabotará cada movimento seu em direção ao que você acha correto ou deseja modificar.

Sem dúvida, quando temos esta atitude, acabamos despertando o gatilho para frustrações e outros sentimentos que, aos poucos, afundam nossa autoestima e saúde mental como um todo.

Com este hábito de perfeccionismo, podemos gerar em nós mesmos uma grande ansiedade e culpa. Ansiedade em querer fazer cada vez mais e culpa por achar que não consegue dar conta de tudo, acreditando que a falha está em sua competência.

Importante ressaltar que em muitos casos essa cobrança interna é estimulada desde a infância, quando as famílias, educadores ou pessoas próximas comparam as crianças entre si e de certa forma, exigem desempenhos sempre melhores em relação aos demais.

Nestes casos, é preciso ressignificar as crenças que a pessoa formou ao longo da vida e muitos somente conseguem êxito nesse exercício em processo de psicoterapia, ou seja, promovendo o autoconhecimento e formando novos conceitos sobre cometer erros, ser perfeito, agradar a todos para ser aceita e amada.

No entanto, quando somos adultos, nós podemos e devemos escolher aquilo que fazemos com a nossa vida e se as suas escolhas tem tornado seus dias infelizes e angustiantes, é importante fazer algo a respeito de forma imediata.

DICAS PARA NÃO SE COBRAR TANTO

Segue abaixo algumas dicas que poderão te ajudar a ser menos critico consigo mesmo.

Não faça comparações com outras pessoas: obviamente podemos ter pessoas que nos inspiram a ser melhores a cada dia e isso é positivo. No entanto, fazer comparações e se sentir menos do que os outros não irá te ajudar, apenas reforçará ainda mais a sua autocrítica. Tente ser você mesmo e se desenvolver.

Reforce os seus pontos positivos: é muito bom conhecer nossas fraquezas e pontos a aprimorar, mas procure potencializar as suas fortalezas, ou seja, os pontos em que você tem ciência de que é bom. Procure se focar nas soluções e não nos problemas.

Seja gentil com você mesmo: é muito importante que você se valorize e questione os pensamentos negativos sobre si mesmo. Isso amenizará o sentimento de culpa e crítica.

Busque o seu autoconhecimento: tenha certeza de que buscar o autoconhecimento é fundamental para nos auxiliar a entender nossas emoções e ressiginificar crenças que limitam nossas vidas.

Permita-se cometer erros: tenha ciência de que as pessoas não são perfeitas e todos nós estamos passíveis de cometer erros e se isso acontecer corrija a si mesmo e siga em frente. Perceba que a maioria das pessoas que são muito críticas consigo mesmas, apresentam a tendência de cobrara a mesma postura dos demais.

Portanto, é fundamental você refletir o quando esta sendo crítico consigo mesmo e o quanto isso esta gerando sentimentos e hábitos negativos em seu dia a dia.

Se valorize e seja gentil com a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo!

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Como evitar o burnout

6 maneiras de evitar o burnout

A síndrome de burnout é esta dentro da Classificação Internacional de Doenças como uma “síndrome conceituada como resultado do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”.

Ela é caracterizada pelo esgotamento físico e emocional, que normalmente se manifesta no trabalho, mas a condição psicológica desse esgotamento pode ter efeitos negativos tanto na vida pessoal quanto na profissional.

É fato de que quando uma pessoa esta exausta, seus resultados no trabalho são diretamente afetados, prejudicando sua performance e relacionamentos no ambiente corporativo.

 

DICAS DE COMO EVITAR

É de fundamental importância que ao notar os primeiros sinais de burnout foque em estratégias que ajudem a reduzir o estresse, tais como:

  1. Procure dormir bem: Quando não se descansa o suficiente, ficamos com menos energia para dar conta de tudo o que precisamos realizar ao longo do dia, podendo nos levar ao esgotamento caso esta rotina seja constante.

 

  1. Dê equilíbrio a sua vida: Normalmente a síndrome de burnout ocorre quando temos um acúmulo de estresse, em virtude uma vida desequilibrada. Reflita em que área de sua vida você esta empenhando mais energia e em que áreas você esta dando menos atenção. É importante equilibrar nossas energias para: vida social, lazer, bem-estar emocional, atividades intelectuais, bem-estar físico, espiritualidade e trabalho. Defina pequenos objetivos na vida profissional e pessoal.

 

  1. Aprenda a priorizar: Faça uma lista de todas as suas tarefas (pessoais e profissionais), posteriormente analise e procure entender o que é mais relevante para você e planeje o seu desenvolvimento se possível com prazos. Aprenda a delegar e distribuir responsabilidades.

 

  1. Evite o contato com pessoas tóxicas: Existem pessoas que são extremamente negativas e sempre tem um comentário destrutivo. É claro que receber e avaliar críticas é fundamental para garantir a qualidade de nosso trabalho, no entanto, é importante avaliar quanto o comentário pode se tornar construtivo ou quando a postura adotada pela outra parte é naturalmente negativa.

 

  1. Coloque limite no trabalho e descanse nos finais de semana: É extremamente fácil deixar com que as tarefas do dia a dia consumam toda a nossa rotina, não permitindo que tenhamos tempo para a família, amigos, romances ou atividades extras que nos dêem prazer. Tente planejar suas tarefas com prazos diários, para que possa fazer a manutenção de sua qualidade de vida.

 

  1. Pratique atividades físicas: Fazer uma caminhada, corrida ou ir à academia, por pelo menos 30 minutos por dia, ajuda a aliviar a pressão e aumentar a produção de neurotransmissores que aumentam a sensação de bem-estar. Por isso, mesmo que a vontade para fazer exercício seja muito reduzida deve-se insistir com o exercício até que este comportamento vire um hábito em sua vida.

 

É importante ressaltar que a síndrome de burnout pode afetar qualquer pessoa no âmbito profissional, que seja engajada com as suas responsabilidades e tenha que lidar com estresse diariamente.

 

Por isso, é fundamental estar atento aos sinais de que o equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional está comprometido e neste caso, o ideal é procurar auxílio de um Psicólogo, que poderá te ajudar a identificar a melhor forma de lidar com esta situação.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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chefe está me enlouquecendo

Meu chefe está me enlouquecendo. O que fazer?

Atualmente se fala muito em liderança inspiradora, pois de uns anos para cá é de conhecimento de todos, que o perfil do líder mudou muito, ou seja, a maioria das empresas e especialistas, não valorizam mais aquela figura autoritária, difícil, que faz questão de se colocar como superior.

No entanto, ainda percebemos muitos “chefes com perfil tóxico” no mercado de trabalho e este é um dos principais motivos pelo qual os funcionários ficam infelizes no ambiente profissional.

Um chefe ruim tem a tendência de tornar desconfortável e/ou infeliz o local de trabalho. Ele pode “abusar” de seu poder e os funcionários acabam desmotivando-se e muitas vezes até adoecendo, tanto fisicamente como emocionalmente.

Tenha certeza de que este tipo de experiência impacta não apenas a sua vida profissional, mas a pessoal também, prejudicando o seu bem estar.

Se você esta vivenciando esta situação, seguem algumas dicas para aprender a lidar com um chefe ruim e harmonizar o seu ambiente de trabalho.

DICAS PARA LIDAR COM ESTA SITUAÇÃO:

Procure não “bater de frente” com seu chefe: Assumir esta postura poderá piorar ainda mais o relacionamento e harmonia na empresa, principalmente porque o chefe tem poderes para demiti-lo.  No caso da situação ficar insustentável, vale à pena conversar de forma sigilosa com a área de recursos humanos.

Se posicione: Embora muitos chefes não sejam adeptos a conversas e esta situação te cause receio, vale à pena tentar um diálogo ponderado e honesto. Isso pode não resolver a situação, mas certamente ajudará a colocar para fora tudo o que estiver te deixando angustiado.

Documente as situações: Em alguns casos é aconselhável manter todos os e-mails, mensagens, documentos e situações que considere problemáticas em seu relacionamento profissional com seu chefe. Isto poderá ajudá-lo a se livrar de situações contraditórias no dia-a-dia.

Não fale mal de seu chefe: Falar coisas negativas sobre seu chefe para seus colegas de trabalho poderá ser muito prejudicial ao ambiente de trabalho. Mesmo que você tenha a intenção de apenas desabafar sobre o estilo de gestão do seu chefe, você deve manter os sentimentos negativos guardados para si dentro da empresa.  Lembre-se de que isso pode chegar aos ouvidos de seu chefe.

Busque outras oportunidades dentro da empresa: Uma das maneiras de conseguir se livrar de seu chefe sem sair da empresa, é buscando oportunidades internamente. Muitas empresas realizam a divulgação de vagas para recrutamento interno.

Tenha resiliência e aprenda com erros: Uma das formas de se desenvolver pessoalmente e profissionalmente é aprendendo com os erros. Podem ser os seus erros, dos colegas ou do próprio chefe. Analisar onde o superior está errado, poderá ajudá-lo a não cometer as mesmas falhas em outros momentos de sua carreira.

Cuide de sua saúde física e emocional: Cuidar do seu bem-estar físico e mental é essencial. Ao longo do dia procure fazer uma pausa no trabalho, com o objetivo de relaxar. Faça atividades prazerosas que sirvam como válvula de escape, pode ser qualquer coisa que te dê satisfação como um esporte, meditação, ler um livro, artesanato, etc. Importante lembrar que você não pode controlar como o seu chefe se comporta, mas você pode e deve controlar como você reage frente às situações.

Avalie a possibilidade de sair da empresa: Em determinadas situações, a melhor solução é buscar outra oportunidade profissional. Observe os sinais de que precisa tomar esta decisão, por exemplo: se você tem medo de ir ao trabalho todos os dias, se se sentir fisicamente ou mentalmente inseguro no trabalho, se passar mais tempo pensando em seu chefe do que em seu trabalho, se o estresse do trabalho permeia o resto da vida, se sua autoestima despencou, se fica constantemente doente, entre outros motivos. A partir do momento em que tomar esta decisão de sair da empresa, é importante fazê-lo da maneira mais profissional, planejada e amigável possível. Sair bem de uma empresa e deixar as “portas abertas” é fundamental.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Doenças Psicossomáticas. O que são? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que são doenças psicossomáticas?

As doenças psicossomáticas são a manifestação de uma doença física ou não, motivada por causas mentais (nossas emoções, sentimentos e pensamentos). Vale ressaltar que já foi comprovado, que o corpo físico e a mente estão interligados, ou seja, acabamos somatizando sintomas físicos que a medicina não consegue explicar a origem e nem constituem um quadro clinico específico. Como por exemplo, é muito comum, pessoas com doenças psicossomáticas comparecerem em consultas médicas ou pronto-socorros devido a estes sintomas, mas os médicos costumam apresentar dificuldades para encontrar a causa.

Quais são os sintomas mais comuns das doenças psicossomáticas?

Muitos dos sintomas físicos que podem indicar doenças psicossomáticas são:

  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tremores;
  • Respiração rápida e falta de ar;
  • Suor frio ou excessivo;
  • Boca seca;
  • Enjôos;
  • Dor no estômago;
  • Sensação de nó na garganta;
  • Dor no peito, nas costas e na cabeça;
  • Manchas vermelhas ou roxas na pele.

 

Estes sintomas acontecem porque o estresse e a ansiedade fazem aumentar a atividade nervosa do cérebro, além de elevar os níveis de hormônios no sangue, como adrenalina e cortisol. Muitos órgãos do corpo, como intestinos, estômago, músculos, pele e coração têm ligação direta com o cérebro, e são os mais afetados por estas alterações.

As doenças que podem ser desencadeadas ou agravadas por situações de estresse, principalmente doenças inflamatórias, como artrite reumatóide, ou doenças como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável.

Qual a causa da doença psicossomática?

Podemos destacar muitas situações que facilitam o desenvolvimento da somatização, como por exemplo: depressão, ansiedade e estresse. Normalmente as pessoas mais afetas são as que sofrem situações como:

  • Desgaste profissional e carga horária de trabalho muito extensa;
  • Traumas na infância ou após eventos marcantes;
  • Situações de violência psicológica e de desmotivação;
  • Elevado grua de cobrança pessoal;
  • Ansiedade e tristeza.

 

Quando procurar ajuda?

É fundamental que as pessoas que tiverem sintomas físicos que não são diagnosticados em consultas ou exames clínicos, procurem ajuda psicológica, visando avaliar as causas emocionais destes sintomas.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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ataque de panico

Síndrome do Pânico. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

O que é Síndrome do Pânico?

A Síndrome do Pânico é um dos transtornos de ansiedade que provoca grande sofrimento pessoal e impacto na vida diária das pessoas.

A pessoa que apresenta esta síndrome tem uma repentina sensação de apreensão, medo ou terror, em geral associada com sentimentos de desastre iminente.

Em geral existe uma grande preocupação de que os ataques e suas conseqüências aconteçam novamente, assombrando a pessoa constantemente.

Quais são os principais sintomas?

  • Tontura;
  • Sudorese;
  • Respiração difícil ou ofegante;
  • Medo de ficar louco, morrer ou perder o controle;
  • Arrepios;
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto;
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;
  • Sensação de desmaio e tremores;
  • Sensação de estar com a garganta fechando;
  • Dificuldade para engolir.

 

Quando buscar ajuda?

A partir do momento em que você sentir no mínimo 4 dos sintomas acima relacionados, é importante que busque ajuda de um psicólogo.

O que fazer se você tiver um ataque de pânico?

  • Tente não lutar contra o que você está sentindo;
  • Relaxe e faça exercícios de respiração;
  • Desenvolva e aplique o poder do pensamento e postura positivas;
  • Entenda o seu corpo;
  • Foque em sensações físicas conhecidas;
  • Concentre sua atenção num objeto;
  • Imagine um local que lhe traga felicidade.

 

Lembre-se desses fatos sobre os ataques de pânico:

  • Um ataque de pânico não pode causar insuficiência cardíaca ou um ataque cardíaco;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você parar de respirar;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você desmaiar;
  • Um ataque de pânico não o leva a “enlouquecer”;
  • Um ataque de pânico não pode fazer você perder o controle de si mesmo (poder pode, mas apenas se você permitir).

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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