Terapia ajuda a trabalhar melhor

Como a terapia pode ajudar os colaboradores no ambiente de trabalho?

Tempo de leitura: 3 minutos

Estamos na era do conhecimento exponencial, na qual as constantes transformações influenciam nossa relação com o mundo e trazem uma necessidade frequente de adaptação. No ambiente de trabalho, elas são rápidas e fazem com que, nós eternos aprendizes, busquemos a todo momento desenvolver novas habilidades.

A busca pelo sucesso na carreira é muitas vezes estressante, pois lidar com as dificuldades do ambiente corporativo muitas vezes provocam reações indesejadas e frustrações. Abrir mão da saúde física e mental, além do convívio familiar, pode causar desequilíbrio e insatisfação, levando cada vez mais profissionais para terapias, psiquiatras e até mesmo a mesas de cirurgias.

As causas mais comuns geradas por essa falta de equilíbrio são: ansiedade, fadiga, problemas familiares, insônias, dores de cabeça, irritabilidade e impaciência. Algumas formas de minimizarmos ou até driblarmos a falta de equilíbrio é estar com a saúde em dia. Os checkups anuais são fundamentais, não deixando para ir ao médico quando sentir algum sintoma diferente, fora do seu estado normal. Lembre-se de que o autocuidado é um grande aliado e o autocontrole é fundamental para um profissional de sucesso.

A máxima de que se nada mudarmos teremos sempre os mesmos resultados, vale em situações profissionais de muita pressão. O processo terapêutico nos ajuda a ajustar as expectativas, priorizar necessidades e nos permite ampliar o autoconhecimento, proporcionando autocompaixão a partir do momento em que aprendemos a encarar de frente as falhas com compreensão e despertando uma perspectiva positiva sobre nossas escolhas.

O trabalho é um ofício que deve ser acima de tudo prazeroso, que proporcione satisfação, descobertas, novos aprendizados e, portanto, avaliar o que realmente é importante no que se refere às missões e metas profissionais. Não permita que o estresse determine a vida diária e crie um plano de ação para melhorar a rotina, privilegiando o bem-estar e a autoestima.

Com disciplina, podemos criar mais tempo para o que é realmente é valioso, e, como consequência, os níveis de baixa produtividade no trabalho reduzirão consideravelmente. E os beneficiários disso? Claro que nós, profissionais, e também as empresas, que terão colaboradores mais engajados, produtivos e felizes!

 

Texto escrito por: Priscila Ximenes

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Como lidar com o retorno após as férias?

Desânimo na volta das férias: O que fazer?

Tempo de leitura: 3 minutos

Acabaram as férias e agora? É fato que para muitas pessoas retornar ao trabalho após as férias pode ser um grande peso, dar ansiedade, angústia, insônia, desânimo, cansaço, dores musculares, dores de cabeça, etc.

Normalmente estes sintomas podem surgir nas duas primeiras semanas após o retorno ao trabalho, pois a pessoa precisa readaptar-se à rotina de tarefas e preocupações do dia-a-dia.

Mas vale ressaltar que se os sintomas não forem tratados, podem ocasionar problemas mais graves como: síndrome do pânico, doenças gástricas e do coração.

Se isso acontece com você, procure analisar qual o gatilho para tamanho desconforto, que pode estar diretamente ligado a insatisfação profissional, podendo ser com a empresa, com o ambiente de trabalho, com a sua chefia ou quem sabe com a sua própria carreira.

Outro ponto importante é que devemos nos preparar psicologicamente e entender que as férias são fundamentais, no entanto, é um período que tem seu início, meio e fim. Podemos começar a preparar também o ambiente de trabalho, de maneira que torne esse retorno, menos doloroso e mais organizado.

 

DICAS PARA EVITAR ESTA SITUAÇÃO:

 

Se planeje financeiramente: Normalmente as férias geram gastos específicos, como viagens e passeios, sendo assim, planeje seu orçamento para não ter problemas financeiros após o seu retorno.

Cuide de sua ansiedade: Durante suas férias procure se desligar dos problemas do trabalho e tente descansar até o último dia. Tente ter uns dias de descanso após o retorno de uma viagem, isso é fundamental para que você se organize para o retorno. Evite ficar pensando no que deve fazer ou nos problemas que terá na volta ao trabalho.

Adapte-se no primeiro dia: O primeiro dia é para observação e adaptação, não adianta querer mostrar serviço. Admita que precisa se familiarizar com o que está acontecendo na empresa.

Organize seu espaço: Reorganizar sua mesa pode ser uma ótima maneira de voltar ao trabalho. Aproveite para planejar suas pendências e projetos. Se possível jogue fora papéis ou materiais que não precisará mais.

Adquira e mantenha hábitos saudáveis: Ao retornar às suas rotinas é fundamental que você tenha momentos de prazer. Procure se dedicar a atividades que goste de fazer, por exemplo: prática de esportes, algum hobby, etc. A ideia é ter prazer nas pequenas coisas e continuar com a “bateria recarregada”.

Reveja o seu trabalho: Se o seu retorno ao trabalho esta “pesando” em sua vida, talvez seja hora de refletir se está conduzindo sua carreira de forma adequada. Esta reflexão é muito importante e com base em suas análises pode dar outro rumo em sua carreira. Existem várias possibilidades, transferência de área ou participar de um recrutamento interno, ou até mesmo buscar uma nova recolocação no mercado de trabalho.

Enfim, o importante é você entender os motivos que te deixam tão frustrado por voltar das férias. Tente pensar de forma diferente e aproveite o descanso que você teve para voltar à rotina com muita energia, pensar em novos projetos, metas e, quem sabe, planejar as próximas férias.

 

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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orientação_vocacional

Entenda o que é a Orientação Vocacional e Profissional

A Orientação Vocacional e Profissional é um processo psicológico que auxilia as pessoas na escolha de uma profissão adequada às suas características pessoais, o que possibilitará maiores níveis de satisfação profissional.

Trata-se de um trabalho realizado, na maioria das vezes, em uma fase delicada do desenvolvimento humano: a adolescência.

Fase delicada, ao contrário do que muitos imaginam, não significa “fase de rebeldia” em palavras amenas, mas um período de mudanças físicas, psíquicas e sociais. 

É a fase de construção de uma identidade. Etapa destinada à definição do indivíduo, dos seus valores e objetivos a serem alcançados. Portanto, representa um estado de reflexão, dúvidas e angústias.

Juntamente com as alterações pessoais há a interferência do ambiente externo, composto pelo mercado de trabalho cada vez mais exigente e pelas tecnologias que avançam em grandes velocidades e dificultam a manutenção do equilíbrio psicológico, já que, infelizmente, não existem delimitações claras e precisas entre as questões reais e as virtuais.

Por tudo isso, a Psicologia dispõe de estudos e instrumentos que permitem a realização de um processo de Orientação Vocacional e Profissional amplo e eficaz. Amplo no que diz respeito aos eixos de interferência no momento da escolha profissional, como: autoconhecimento, senso crítico, habilidades, potencialidades, aptidões e conhecimentos acerca das atividades profissionais; e eficaz na diminuição dos sentimentos de insegurança, angústia e, conseqüentemente, na identificação de atividades que mantenham a harmonia entre as ações e os anseios pessoais. 

Texto escrito por: Priscila V. da Rocha Takaki – Psicóloga especialista em Psicologia Clínica: Terapia Cognitivo-Comportamental e Sexualidade humana.

Se você está nessa fase ou conhece alguém em situação semelhante, procure um psicólogo habilitado para a realização da orientação vocacional e profissional. Na OrienteMe, é possível falar com especialistas todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Priscila? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

Como evitar o burnout

6 maneiras de evitar o burnout

A síndrome de burnout é esta dentro da Classificação Internacional de Doenças como uma “síndrome conceituada como resultado do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”.

Ela é caracterizada pelo esgotamento físico e emocional, que normalmente se manifesta no trabalho, mas a condição psicológica desse esgotamento pode ter efeitos negativos tanto na vida pessoal quanto na profissional.

É fato de que quando uma pessoa esta exausta, seus resultados no trabalho são diretamente afetados, prejudicando sua performance e relacionamentos no ambiente corporativo.

 

DICAS DE COMO EVITAR

É de fundamental importância que ao notar os primeiros sinais de burnout foque em estratégias que ajudem a reduzir o estresse, tais como:

  1. Procure dormir bem: Quando não se descansa o suficiente, ficamos com menos energia para dar conta de tudo o que precisamos realizar ao longo do dia, podendo nos levar ao esgotamento caso esta rotina seja constante.

 

  1. Dê equilíbrio a sua vida: Normalmente a síndrome de burnout ocorre quando temos um acúmulo de estresse, em virtude uma vida desequilibrada. Reflita em que área de sua vida você esta empenhando mais energia e em que áreas você esta dando menos atenção. É importante equilibrar nossas energias para: vida social, lazer, bem-estar emocional, atividades intelectuais, bem-estar físico, espiritualidade e trabalho. Defina pequenos objetivos na vida profissional e pessoal.

 

  1. Aprenda a priorizar: Faça uma lista de todas as suas tarefas (pessoais e profissionais), posteriormente analise e procure entender o que é mais relevante para você e planeje o seu desenvolvimento se possível com prazos. Aprenda a delegar e distribuir responsabilidades.

 

  1. Evite o contato com pessoas tóxicas: Existem pessoas que são extremamente negativas e sempre tem um comentário destrutivo. É claro que receber e avaliar críticas é fundamental para garantir a qualidade de nosso trabalho, no entanto, é importante avaliar quanto o comentário pode se tornar construtivo ou quando a postura adotada pela outra parte é naturalmente negativa.

 

  1. Coloque limite no trabalho e descanse nos finais de semana: É extremamente fácil deixar com que as tarefas do dia a dia consumam toda a nossa rotina, não permitindo que tenhamos tempo para a família, amigos, romances ou atividades extras que nos dêem prazer. Tente planejar suas tarefas com prazos diários, para que possa fazer a manutenção de sua qualidade de vida.

 

  1. Pratique atividades físicas: Fazer uma caminhada, corrida ou ir à academia, por pelo menos 30 minutos por dia, ajuda a aliviar a pressão e aumentar a produção de neurotransmissores que aumentam a sensação de bem-estar. Por isso, mesmo que a vontade para fazer exercício seja muito reduzida deve-se insistir com o exercício até que este comportamento vire um hábito em sua vida.

 

É importante ressaltar que a síndrome de burnout pode afetar qualquer pessoa no âmbito profissional, que seja engajada com as suas responsabilidades e tenha que lidar com estresse diariamente.

 

Por isso, é fundamental estar atento aos sinais de que o equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional está comprometido e neste caso, o ideal é procurar auxílio de um Psicólogo, que poderá te ajudar a identificar a melhor forma de lidar com esta situação.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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chefe está me enlouquecendo

Meu chefe está me enlouquecendo. O que fazer?

Atualmente se fala muito em liderança inspiradora, pois de uns anos para cá é de conhecimento de todos, que o perfil do líder mudou muito, ou seja, a maioria das empresas e especialistas, não valorizam mais aquela figura autoritária, difícil, que faz questão de se colocar como superior.

No entanto, ainda percebemos muitos “chefes com perfil tóxico” no mercado de trabalho e este é um dos principais motivos pelo qual os funcionários ficam infelizes no ambiente profissional.

Um chefe ruim tem a tendência de tornar desconfortável e/ou infeliz o local de trabalho. Ele pode “abusar” de seu poder e os funcionários acabam desmotivando-se e muitas vezes até adoecendo, tanto fisicamente como emocionalmente.

Tenha certeza de que este tipo de experiência impacta não apenas a sua vida profissional, mas a pessoal também, prejudicando o seu bem estar.

Se você esta vivenciando esta situação, seguem algumas dicas para aprender a lidar com um chefe ruim e harmonizar o seu ambiente de trabalho.

DICAS PARA LIDAR COM ESTA SITUAÇÃO:

Procure não “bater de frente” com seu chefe: Assumir esta postura poderá piorar ainda mais o relacionamento e harmonia na empresa, principalmente porque o chefe tem poderes para demiti-lo.  No caso da situação ficar insustentável, vale à pena conversar de forma sigilosa com a área de recursos humanos.

Se posicione: Embora muitos chefes não sejam adeptos a conversas e esta situação te cause receio, vale à pena tentar um diálogo ponderado e honesto. Isso pode não resolver a situação, mas certamente ajudará a colocar para fora tudo o que estiver te deixando angustiado.

Documente as situações: Em alguns casos é aconselhável manter todos os e-mails, mensagens, documentos e situações que considere problemáticas em seu relacionamento profissional com seu chefe. Isto poderá ajudá-lo a se livrar de situações contraditórias no dia-a-dia.

Não fale mal de seu chefe: Falar coisas negativas sobre seu chefe para seus colegas de trabalho poderá ser muito prejudicial ao ambiente de trabalho. Mesmo que você tenha a intenção de apenas desabafar sobre o estilo de gestão do seu chefe, você deve manter os sentimentos negativos guardados para si dentro da empresa.  Lembre-se de que isso pode chegar aos ouvidos de seu chefe.

Busque outras oportunidades dentro da empresa: Uma das maneiras de conseguir se livrar de seu chefe sem sair da empresa, é buscando oportunidades internamente. Muitas empresas realizam a divulgação de vagas para recrutamento interno.

Tenha resiliência e aprenda com erros: Uma das formas de se desenvolver pessoalmente e profissionalmente é aprendendo com os erros. Podem ser os seus erros, dos colegas ou do próprio chefe. Analisar onde o superior está errado, poderá ajudá-lo a não cometer as mesmas falhas em outros momentos de sua carreira.

Cuide de sua saúde física e emocional: Cuidar do seu bem-estar físico e mental é essencial. Ao longo do dia procure fazer uma pausa no trabalho, com o objetivo de relaxar. Faça atividades prazerosas que sirvam como válvula de escape, pode ser qualquer coisa que te dê satisfação como um esporte, meditação, ler um livro, artesanato, etc. Importante lembrar que você não pode controlar como o seu chefe se comporta, mas você pode e deve controlar como você reage frente às situações.

Avalie a possibilidade de sair da empresa: Em determinadas situações, a melhor solução é buscar outra oportunidade profissional. Observe os sinais de que precisa tomar esta decisão, por exemplo: se você tem medo de ir ao trabalho todos os dias, se se sentir fisicamente ou mentalmente inseguro no trabalho, se passar mais tempo pensando em seu chefe do que em seu trabalho, se o estresse do trabalho permeia o resto da vida, se sua autoestima despencou, se fica constantemente doente, entre outros motivos. A partir do momento em que tomar esta decisão de sair da empresa, é importante fazê-lo da maneira mais profissional, planejada e amigável possível. Sair bem de uma empresa e deixar as “portas abertas” é fundamental.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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controle emocional no ambiente de trabalho

Técnicas para manter o controle emocional no trabalho

Percebe-se hoje em dia que as pessoas estão trabalhando cada vez mais em virtude de vários motivos, tais como: metas agressivas, situação econômica do país, muitas cobranças, acumulo de funções, entre outros motivos.

Em virtude deste cenário que estamos vivendo, é muito comum encontramos dificuldade para conciliar a vida profissional com qualidade de vida.

É claro que o trabalho é importante para a maioria de nós, pela realização de objetivos pessoais e financeiros, mas isto não pode comprometer o nosso bem-estar e saúde emocional.

Por isso, é fundamental que encontremos o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, para que consigamos atingir altos níveis de performance.

A harmonia dentro e fora do trabalho é muito importante para o desenvolvimento profissional e sem este equilíbrio torna-se quase impossível ser bem-sucedido nas duas áreas da vida, podendo causar problemas de ordem física e psicológica. Tais como:

Problemas Psicológicos: depressão, ansiedade, síndrome de burnout, síndrome do pânico, etc.

Problemas nas relações familiares e sociais: problemas de relacionamento amoroso, com familiares ou de amizades.

Problemas físicos e doenças no corpo: dores na lombar, tendinite, dores de cabeça e musculares, somatizações, etc.

Queda na produtividade: comprometimento de resultados, limitação das habilidades criativas, dificuldade de raciocínio, etc.

DICAS PARA MANTER O CONTROLE EMOCIONAL:

Procure não levar trabalho para casa: É muito comum levarmos os assuntos, problemas e afazeres do trabalho para casa. Atualmente, com a tecnologia e uso do e-mail profissional no celular é muito fácil trabalhar ininterruptamente – mas isso pode acabar sobrecarregando o cérebro. Aprenda a desligar, a criar a sua pausa, seu momento, para que quando retornar ao trabalho, esteja mais descansada, focada e motivada. Tente deixar os assuntos pendentes para serem resolvidos durante o expediente, pois fora do ambiente profissional, o ideal é termos momentos de descanso e de dedicação a nós mesmos.

Cuide de sua saúde: É muito importante fazer uma análise de sua saúde e avaliar o que pode ser melhorada. Preste atenção em sua saúde emocional, física e espiritual. Observe se tem emoções em desequilíbrio, busque ajuda e autoconhecimento.

Aprenda a dizer NÃO: Em determinados momentos de nossa vida pessoal e profissional, temos dificuldade em dizer “não” e isso é um grande problema para a produtividade e o gerenciamento de tempo. Muitas pessoas apresentam a tendência a aceitar todas as demandas que chegam e desta forma acabam se acumulando de trabalho ou de responsabilidades, sem que haja tempo para a execução.

Planeje-se e tenha disciplina: A organização e o planejamento costumam resolver muitos problemas. Sendo assim, planejar e ter disciplina nos horários pode ajudar a equilibrar a sua vida pessoal e profissional. Procure estabelecer uma rotina diária, definindo sempre suas prioridades.

Fique longe de pessoas negativas e pessimistas: Como sabemos o  estresse é um grande causador de problemas emocionais e físicos. Por isso, é fundamental dar valor ao que realmente importa e abstrair muitas coisas que acontecem no dia-a-dia. Para isso, evite o negativismo de outras pessoas que podem lhe causar estresse desnecessário.

Reserve tempo para suas relações: dedicar tempo às pessoas que nos cercam é extremamente necessário. Busque ter momentos ao lado de amigos e familiares, visando para evitar o agravamento de doenças psicológicas.

Evite atitudes intempestivas ou impulsivas: A impulsividade se caracteriza por reações impensadas e repentinas. O comportamento impulsivo pode ser estimulado através de intromissões sociais, como: causar confusões, interromper excessivamente os outros, provocações, tomada de decisões precipitadas, que em sua maioria podem ter implicações agravantes. Lembre-se de que determinadas atitudes impensadas, podem ter conseqüências desastrosas.

Faça exercícios de respiração e meditação: A meditação no trabalho ajuda a aumentar a capacidade de manter o foco, melhora a criatividade e potencializa o autoconhecimento. Ter momentos de relaxamento, são fundamentais para aumentar a sua performance e cuidar de sua saúde emocional.

Estimule sua capacidade de aprendizado: Aprender coisas novas, que não estejam relacionadas à vida profissional, nos ajuda a desenvolver a capacidade de aprendizado e estimula nossa mente. Procure dedicar tempo para aprender novidades que lhe estimulem de forma prazerosa.

Divirta-se: No momento em que perdemos a alegria no trabalho é sinal de que algo não vai muito bem, por isso, divertir-se é tão importante e é o ponto inicial da busca por equilíbrio. A diversão é fundamental na vida profissional e na vida pessoal, então procure sair com os amigos, passear com a família e dar boas risadas na companhia de pessoas queridas para ter bem-estar na vida.

Resumindo, torna-se fundamental refletir que o equilíbrio é muito  importante em nossas vidas, ou seja, tudo que exageramos nos faz mal de alguma forma. Precisamos aprender a equilibrar nossa vida profissional e a vida pessoal, para que tenhamos uma boa saúde emocional.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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O que é uma boa Comunicação?

Definimos como uma boa comunicação o processo de transmissão de informações de forma clara, objetiva e precisa, onde uma pessoa é compreendida pelas demais.

A comunicação é uma das competências comportamentais mais importantes em todos os ambientes que vivemos, familiar, educacional, relacionamentos e no ambiente corporativo.

Para uma boa comunicação, é importante aprender a desenvolver a escuta atenta (ouvir a pessoa verdadeiramente), é preciso fazer perguntas adequadas, manter o foco e saber usar o silêncio quando preciso.

Vale destacar ainda, que alguns dos problemas de comunicação estão ligados diretamente aos diferentes perfis de personalidade, ou seja, algumas pessoas são mais extrovertidas, outras, mais reservadas; algumas falam abertamente o que pensam enquanto outras guardam para si. Todas as características da personalidade de cada pessoa acabam impactando diretamente na forma de se comunicar.

Para desenvolver a comunicação de forma adequada, é fundamental identificar a base dos problemas, que podem ser de ordem psicológica, física ou técnica.

  1. Psicológica: A pessoa pode ter medo, baixa autoestima, excesso de preocupação, entre outros.
  2. Físicos: Voz muito baixa ou muito alta, problemas de dicção, nasalação, etc.
  3. Técnicos: Desorganização de idéias, vícios de linguagem, dificuldade de vocabulário, etc.

 

Dicas que podem contribuir para uma boa comunicação:

A boa noticia é que todos podem desenvolver a comunicação, sendo assim, preste atenção nas dicas abaixo.

  • Estruture a sua conversa;
  • Mantenha o contato visual;
  • Utilize o recurso de parafrasear e resumir para checar o entendimento do que foi dito;
  • Procure ter consciência e controle da linguagem corporal;
  • Tente ser convincente, criar empatia e gerar interesse;
  • Ouça atentamente a mensagem, para que possa processá-la e fornecer a resposta adequada;
  • Tenha coragem para dizer o que pensa;
  • Se você tem dificuldade em se expressar, pratique antes;
  • Tenha confiança enquanto falar – não se importe com o que os outros pensam.

 

Como desenvolver uma boa comunicação?

Inicialmente é importante fazer uma análise sobre as possíveis causas de seus problemas de comunicação, descobrindo quais são as suas dificuldades, para que possa investir em um desenvolvimento mais focado e assertivo.

Você poderá buscar auxilio de um profissional especializado (psicólogo, fonoaudiólogo etc.) para resolver o seu problema de comunicação.

Invista nesta competência comportamental, pois hoje em dia é uma das mais importantes e impacta diretamente em todas as áreas da vida de uma pessoa.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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burnout saúde mental empresas

Saúde Mental – O que as empresas podem fazer?

O que é saúde mental?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade. ´

Segundo a OMS, as situações de competição são as principais causas de estresse associado ao trabalho. Estatísticas apontam que 1 a cada 5 pessoas no trabalho podem sofrer de algum problema de saúde mental. Esses problemas vão impactar diretamente no ambiente de trabalho, causando perda de produtividade e faltas ao trabalho, entre outros.

Globalmente, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão e 260 milhões vivem com transtornos de ansiedade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Estimativas da instituição afirmam que os dois distúrbios custam à economia US$ 1 trilhão ao ano em perda de produtividade.

Esta situação ocorre em todos os setores e segmentos organizacionais, no entanto, vale destacar os dados do segmento financeiro.

Com base em dados do INSS, obtidos pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, reportagem de Rodolfo Wrolli mostra a “epidemia” que afeta os trabalhadores do sistema financeiro em todo o Brasil, já que a categoria bancária teve crescimento de apenas 1% nesses oito anos. O total de bancários afastados por doença cresceu 30% entre 2009 e 2017. Pelo menos metade desses casos foram decorrentes de transtornos mentais e comportamentais, que cresceram 61,5% no período, e enfermidades relacionadas a lesões por esforço repetitivo, que tiveram incremento de 13%. 

Quais são as principais causas?

Torna-se fundamental identificar nas empresas, quais as principais situações que servem como gatilho para desencadear as doenças emocionais em seus colaboradores.

Abaixo as situações mais recorrentes:

  • Grande carga de trabalho;
  • Tarefas inadequadas às competências dos funcionários;
  • Falta de clareza na definição das funções e objetivos organizacionais;
  • Comunicação ineficaz e falta de apoio das lideranças;
  • Má gestão nas mudanças organizacionais;
  • Políticas inadequadas de saúde e segurança;
  • Bullying e o assédio psicológico;
  • Possibilidade de desemprego.

 

Como as empresas podem prevenir e/ou tratar a saúde mental de seus colaboradores?

É de grande importância que as empresas consigam agir de forma preventiva, evitando este tipo de situação. O melhor a fazer será o tratamento da saúde mental dos colaboradores, garantindo o apoio e reabilitação dos mesmos.

Existem diversas formas de se prevenir e tratar esta situação, como por exemplo:

  • Realizar um mapeamento da saúde mental dos colaboradores através de assessment especializado;
  • Avaliar o grau de risco da saúde mental dos colaboradores;
  • Encaminhar os colaboradores para psicólogos especializados.

 

Desta forma, podemos garantir o acompanhamento da saúde mental dos colaboradores e promover além de boa qualidade de vida, melhor performance nos resultados.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

Se você deseja conhecer o que a OrienteMe pode oferecer para sua empresa e equipe, entre em contato conosco aqui.

empatia

Empatia. O que é? Dicas de como desenvolver a empatia.

O que é Empatia?

A empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro e sentir o que eles sentem e pensam. Esta competência comportamental é fundamental para construir relacionamentos significativos e conviver em harmonia.

Existem pessoas que tem uma habilidade natural de sentir empatia e outros têm um pouco mais dificuldade de se relacionar, mas a boa notícia é que podemos desenvolver esta competência.

Uma das coisas mais importantes é que para desenvolver a empatia, devemos aprender a interpretar os sentimentos dos outros, pois na maior parte das vezes, esta comunicação é não-verbal, ou seja, as pessoas emitem sinais do que desejam. Por isso, é fundamental observar os gestos, a postura, a entonação da voz e até o silêncio.

No entanto, antes de interpretar os outros, devemos olhar para nós mesmos e buscar o autoconhecimento, pois quanto mais consciente estivermos de nossas emoções, entenderemos o outro com mais facilidade.

Minha intenção aqui é propor uma analise da situação sobre outra perspectiva, ter empatia com a outra pessoa e se colocar no lugar dela. Ter uma atitude mais humanizada em seus relacionamentos profissionais e pessoais.

Dicas de como desenvolver a empatia:

Abaixo destaco algumas pequenas atitudes que podem juntas fazer uma grande diferença no desenvolvimento de sua empatia.

  • Busque o seu autoconhecimento e entenda suas emoções;
  • Perceba que não é preciso concordar com alguém para sentir empatia por ele;
  • Não acredite que somente a sua visão da situação é a correta, pois todos terão pontos de vista diferentes;
  • Aprenda a ouvir e observar atentamente;
  • Tente não fazer pré-julgamentos;
  • Mostre a outra pessoa que se importa com ela;
  • Pergunte às pessoas como elas se sentem;
  • Pratique a empatia com alguém de sua confiança.

 

Lembre-se de que os relacionamentos, principalmente os profissionais, não precisam ser baseadas apenas na competitividade, pois quando há empatia em uma equipe, as chances de se alcançar bons resultados, é muito maior do que quando é levado em conta apenas o resultado individual. Incentivar esta habilidade, harmoniza o ambiente de trabalho e promove a construção de laços mais ricos na empresa.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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burnout, estresse, carreira, como lidar

Burnout. O que é? Sintomas, o que fazer e como lidar.

 O que é Burnout?

O termo Burnout tem origem na língua inglesa, a partir da união de dois termos: burn out, que respectivamente significam queimar e fora. A união dos termos é melhor traduzida por algo como “ser consumido pelo fogo”.

A Síndrome de Burnout, como é denominada, revela uma condição de estresse ligado ao trabalho, provocando falta de energia, sensação de sobrecarga emocional constante e de esgotamento físico e mental.  O profissional fica em constante estado de alerta, como se precisasse estar ligado 24 horas por dia. Normalmente trabalha em excesso, não consegue se desligar no trabalho e de suas responsabilidades, permanecendo incessantemente preocupado em verificar notificações do celular e e-mails.

Quais são os principais sintomas do Burnout?

Os principais sintomas psicológicos, são:

  • Irritabilidade
  • Desinteresse
  • Perda do senso de humor
  • Indiferença
  • Distração
  • Insatisfação
  • Perda de memória
  • Indecisão
  • Diminuição da auto-estima

 

A exaustão pode inclusive levar a pessoa à depressão, começando a afetar outras áreas da vida da pessoa e não apenas a profissional.

Como conversar com o meu gestor sobre Burnout? 

Normalmente as pessoas tem receio de expor estes sintomas, pois podem acreditar que isso demonstrará fragilidade no ambiente profissional. No entanto, é primordial conversar com seu gestor o quanto antes e explicar o que esta sentindo. Não espere chegar ao esgotamento completo antes de informá-lo.

O momento de falar é quando você perceber que realmente está indo além das suas energias e que a situação o esta impedindo de desempenhar suas atividades profissionais com tranqüilidade, comprometendo seus resultados.

Importante explicar quais são os sintomas que você esta sentindo. Fale com objetividade e proponha uma solução imediata. O ideal é pedir um afastamento, procurar por um psicólogo e encarar esta situação como algo a ser tratado. Se você for um bom profissional, a empresa com certeza verá benefícios na sua ausência.

Como deixar o ambiente de trabalho mais leve?

Em primeiro lugar é primordial que você faça o diagnóstico com um psicólogo especializado e comece o tratamento de imediato. Pereba que isso não te desmerece e que neste momento o importante é cuidar de si mesmo. Procure encarar como um sinal de alerta para modificar alguns comportamentos em sua rotina de vida.

Seguem algumas dicas que podem ajudá-lo a enfrentar a síndrome de burnout e tornar o seu dia-a-dia no trabalho mais leve:

  • Cuide de sua qualidade de vida: faça atividade física regularmente, durma bem, tome muita água e se alimente bem;
  • Mantenha uma vida social ativa;
  • Reorganize suas tarefas e estabeleça prioridades;
  • Aprenda a dizer não;
  • Tenha um horário para olhar seus e-mails;
  • Busque o autoconhecimento;
  • Tenha um hobby, algo que te de momentos de prazer;
  • Faça planejamentos futuros;
  • Procure ajuda de um psicólogo.

 

Como tratar a Síndrome de Burnout?

O tratamento da Síndrome de Burnout é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos). O tratamento normalmente surte efeito entre um e três meses, mas pode perdurar por mais tempo, conforme cada caso.

Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilos de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e desenvolva atividades de lazer com pessoas próximas – amigos, familiares, cônjuges etc.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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