empatia

Empatia. O que é? Dicas de como desenvolver a empatia.

O que é Empatia?

A empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro e sentir o que eles sentem e pensam. Esta competência comportamental é fundamental para construir relacionamentos significativos e conviver em harmonia.

Existem pessoas que tem uma habilidade natural de sentir empatia e outros têm um pouco mais dificuldade de se relacionar, mas a boa notícia é que podemos desenvolver esta competência.

Uma das coisas mais importantes é que para desenvolver a empatia, devemos aprender a interpretar os sentimentos dos outros, pois na maior parte das vezes, esta comunicação é não-verbal, ou seja, as pessoas emitem sinais do que desejam. Por isso, é fundamental observar os gestos, a postura, a entonação da voz e até o silêncio.

No entanto, antes de interpretar os outros, devemos olhar para nós mesmos e buscar o autoconhecimento, pois quanto mais consciente estivermos de nossas emoções, entenderemos o outro com mais facilidade.

Minha intenção aqui é propor uma analise da situação sobre outra perspectiva, ter empatia com a outra pessoa e se colocar no lugar dela. Ter uma atitude mais humanizada em seus relacionamentos profissionais e pessoais.

Dicas de como desenvolver a empatia:

Abaixo destaco algumas pequenas atitudes que podem juntas fazer uma grande diferença no desenvolvimento de sua empatia.

  • Busque o seu autoconhecimento e entenda suas emoções;
  • Perceba que não é preciso concordar com alguém para sentir empatia por ele;
  • Não acredite que somente a sua visão da situação é a correta, pois todos terão pontos de vista diferentes;
  • Aprenda a ouvir e observar atentamente;
  • Tente não fazer pré-julgamentos;
  • Mostre a outra pessoa que se importa com ela;
  • Pergunte às pessoas como elas se sentem;
  • Pratique a empatia com alguém de sua confiança.

 

Lembre-se de que os relacionamentos, principalmente os profissionais, não precisam ser baseadas apenas na competitividade, pois quando há empatia em uma equipe, as chances de se alcançar bons resultados, é muito maior do que quando é levado em conta apenas o resultado individual. Incentivar esta habilidade, harmoniza o ambiente de trabalho e promove a construção de laços mais ricos na empresa.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Técnica Pomodoro – Melhorar a Atenção, Concentração e a Memória

Melhorar a Atenção, Concentração e a Memória

Estresse e tensão, assim como outros fatores, nos levam a dificuldades de atenção e memória e percebemos isso principalmente no momento em que precisamos focar nos estudos para uma prova ou exame, ou até mesmo na realização de estudos e projetos em nosso trabalho.

Estes momentos de dificuldade de concentração não significam que você possui algum problema, todos passam por isso, é muito comum. Existem técnicas que nos auxiliam a melhorar nossa atenção, concentração e memória e pode ser aplicado em todas as atividades que executamos e a técnica Pomodoro é uma delas!

Criada no fim da década de 1980, a técnica se baseia na ideia de que fluxos de trabalho divididos em blocos podem melhorar a agilidade do cérebro e estimular o foco. Depois de muita pesquisa, o italiano Francesco Cirillo chegou ao período de 25 minutos como sendo o tempo ideal para esses blocos, também conhecidos como “pomodoros”.

Como você deve aplicar a ténica:

1) Faça uma lista com as tarefas que estão pendentes;

2) Programe um cronômetro para 25 minutos (vale usar o despertador do celular);

3) Escolha uma das tarefas e trabalhe nela sem interrupções, ou seja, não vale entrar no Facebook e nem no WhatsApp, por exemplo. Não mude o seu foco de atenção;

4) Quando o despertador tocar, faça uma pausa de 5 minutos (a sugestão mais indicada é que você se levante e faça algum exercício, como caminhada ou alongamento, mas vale qualquer outra coisa que ajude a relaxar);

5) Retome o trabalho depois da pausa por mais de 25 minutos (“pomodoros”);

6) A cada quatro “pomodoros”, faça uma pausa mais longa: 30 minutos até voltar ao trabalho;

7) Risque a tarefa da sua lista depois que terminá-la ou você pode deixá-la em aberto e continuar em outro momento, inciando então outra atividade utilizando da mesma técnica.

No início não é fácil, você irá se distrair, não conseguirá cumprir o “pomorodo” (25 minutos de concentração na atividade), mas isso é uma questão de prática! Anote os momentos em que você não conseguiu concluir o tempo de 25m por algum motivo. Registrar estes momentos em que você se distratiu é muito bom para que consiga perceber quais as fontes de distração e aprender como lidar com elas para evitá-las.

Se lembrar de algo que precisa fazer ou tiver uma ideia enquanto executa um “pomodoro”, anote em um papel como “atividades não planejadas” e volte a trabalhar até terminar os 25 minutos. Se a interrupção for algo que não pode adiar, cancele o “pomodoro” e comece quando retomar.

O ideal é que você utilize da técnica todos os dias que precisar estudar. Criar uma lista de atividades ajuda a estabelecer o seu foco. Você pode anotar quantos “pomodoros” usou, ao lado de cada tarefa da sua lista. A ideia é que, com o passar do tempo, você descubra quantos “pomodoros” usa para fazer suas atividades, o que ajuda a estimar os prazos para realizá-las. Outro ponto positivo é que seu cérebro irá se adaptar a este tempo de concentração e você perceberá que praticamente não precisará do dispertador para a marcação!

Texto escrito por: Cintia Diniz

Se precisar de mais dicas para melhorar a atenção, concentração e memória, fale com um de nossos psicólogos! Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Cintia? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo”.

psicoterapia

Sinais de que você precisa de Terapia

É muito comum as pessoas se perguntarem se precisam ou não fazer psicoterapia, porque ainda existe um grande estigma com relação ao atendimento psicológico e muitas vezes, porque acreditamos que damos conta sozinhos de nossos problemas. Além deste fator, existe a questão financeira, mas tente encarar a psicoterapia como um investimento em você mesmo.

Posso afirmar que todo mundo passa por momentos de tristeza, estresse e conflitos. Vivemos situações que não conseguimos lidar “em carreira solo” e que insistem em continuar, mesmo após tentarmos nos desenvolver e apesar de todo o apoio das pessoas que convivemos, as dificuldades persistem.

Precisamos de psicoterapia quando estivermos enfrentando alguma situação que não sabemos como lidar e como resolver, quando nos sentimos presos a algo que nos incomoda, principalmente se estiver interferindo em sua vida pessoal e profissional.

Portanto se você esta nesta situação ou se identificar com os pontos abaixo relacionados, considere a busca de apoio psicológico o mais breve possível, pois cuidar de sua saúde emocional é muito importante.

  • Sente-se deprimido, estressado, ansioso ou angustiado;
  • Sente dificuldade em lidar com suas emoções;
  • Passou por um trauma e não consegue parar de pensar nisso;
  • Precisa de remédios para dormir ou agüentar o dia a dia;
  • Conflitos nos relacionamentos;
  • Passando por uma fase de sofrimento;
  • Passando por perdas ou separações;
  • Passando por transtornos alimentares, compulsões, fobias, obsessões ou manias;
  • Se sente perdido e busca o seu autoconhecimento.

 

Resumindo, a psicoterapia visa o seu autoconhecimento e nos ajuda a lidar com as nossas emoções. Um psicólogo nos fará perceber as situações que estamos vivendo de forma mais ampla e nos auxiliará a buscar uma solução, sem julgamento ou critica. Tem o papel de nos incentivar a autonomia ao nos fazer perceber, que somos capazes de enfrentar a situação em que nos encontramos.

Texto escrito por: Renata Tavolaro

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Pessoa negativa autoestima ansiedade

Você é uma pessoa negativa?

É muito comum nos dias de hoje observarmos as pessoas reclamando, reclamando e reclamando, ou seja, elas estão sempre potencializando apenas os aspectos negativos e indesejados das situações em que estão vivenciando, não conseguem olhar para as belezas nem desfrutar das levezas da vida, é como se tudo fosse muito difícil de carregar e como se somente elas estivessem passando por problemas.

Então, será que você também é uma pessoa negativa?

Diante ao imediatismo a que estamos vivendo nos dias de hoje, se algo não atinge 100% das nossas expectativas (nem 1% a menos), não conseguimos mais nos atentar para o que deu certo, focamos apenas no que não possibilitou que nossos planos atingissem sua completude, dessa forma podemos dizer que não somos mais preparados para as frustrações que podemos vez ou outra, nos deparar.

Porém, o comportamento de nos mantermos atentos aos aspectos negativos, nos auxilia para que possamos nos proteger de algumas coisas que nos sinalizam perigo, o chamado “instinto de preservação”, mas isso tem que acontecer de forma adequada, sem trazer nenhum prejuízo pessoal, profissional ou social para as nossas vidas, assim como acontece com as pessoas negativas.

Comportar-se sempre esperando condições desfavoráveis pode nos colocar em intensos estados de apreensão e ansiedade, e isso produz como consequência, a diminuição da qualidade de vida gradativamente, pois estamos sempre preparados para nos proteger de situações desagradáveis, esperando a todo o momento pelo pior, e não nos concentramos e nem percebemos momentos que deveriam ser agradáveis e de relaxamento e nem para as partes do processo que deu certo, o acaba afetando, e muito, a nossa autoestima e segurança nas tomadas de decisões.

Para compreendermos de forma efetiva o porquê nos comportamos de maneira a esperar apenas acontecimentos negativos, é essencial que possamos olhar para nossas histórias de vida, pois é ela que nos proporcionará dados para entendermos como deixamos predominar alguns comportamentos e a diminuição de outros.

 O Autoconhecimento

O autoconhecimento, o desenvolvimento de uma boa autoestima e de nossas habilidades sociais, favorece maior aproveitamento dos momentos que vivemos, pois saberemos como devemos ou não agir, o que devemos ou não falar, aprendemos a lidar com situações conflituosas e a encontrar soluções adequadas para elas, sem maximizar os pontos negativos e nem desvalorizar os pontos positivos, ou seja, dessa forma poderemos olhar para as mais diversas situações e compreende-la da forma como ela se apresenta.

E aí? Descobriu se você é uma pessoa negativa?

Dificuldades por si só todos nós temos, por isso é necessário compartilharmos sentimentos e emoções, para aprender a passar pelas situações sem carregar o peso da negatividade. E como você pode desenvolver o autoconhecimento e autoestima? Consulte um psicólogo de sua confiança, e não deixe que a negatividade te prive dos prazeres e alegrias dos seu dia!

Texto escrito por: Andressa Oliva

Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Gostaria de ser atendido/a pela Andressa? Clique aqui e em seguida no botão “Atenda Comigo!”

Como a Constelação Familiar poderá mudar sua vida?

Para responder a este questionamento, é fundamental dar algumas informações sobre esta maravilhosa técnica psicoterapêutica.

A Constelação Familiar foi criada por Bert Hellinger, um psicoterapeuta alemão e consiste em recriar situações que podem ser representadas por voluntários (trabalho em grupo) ou por bonecos (trabalho individual).

Esta técnica possibilita reconstruir a estrutura familiar do paciente, sua árvore genealógica e trabalhar situações, em até 5 gerações passadas. Nela, podemos identificar e retirar bloqueios, que certamente foram estabelecidos em qualquer geração ou membro da família.

Importante salientar, que muitas das situações difíceis que vivemos hoje, tais como: problemas de relacionamento, amor, familiares, financeiros, saúde, etc. estão diretamente relacionados ao sistema familiar do paciente.

Bert Hellinger denomina de “ordens do amor” os seguintes princípios, que atuam independentemente de nossa consciência ou vontade, pois estão diretamente ligados ao “amor profundo” entre nossos antepassados e descendentes:

1)    A necessidade de pertencer ao grupo familiar

2)    A necessidade de equilíbrio nos relacionamentos

3)    A necessidade de hierarquia dentro do grupo familiar

A partir do momento que se trabalha a queixa do paciente, o Constelador (Terapeuta) entra em sintonia com esta desordem no grupo familiar e consegue auxiliar o paciente, devolvendo o fluxo harmonioso ao sistema trabalhado.

De acordo com esta técnica, trazemos “gravado” em nossa “alma” qualquer desarmonia no grupo familiar e em virtude desta situação, desenvolvemos sintomas físicos e/ou emocionais, que podem nos fazer repetir o mesmo destino de gerações passadas.

Trata-se de uma terapia breve, que dura no máximo 3 ou 4 sessões.

Com certeza, é uma vivência transformadora e os seus resultados são extensivos a todo o grupo familiar do paciente.

Texto escrito por: Renata T. 

Se quiser saber mais sobre a Constelação Familiar, consulte um terapeuta na OrienteMe.

7 maneiras que pessoas mentalmente fortes lidam com a rejeição

Uma das coisas mais difíceis de lidar na vida é com a rejeição. É seguro dizer que muitas pessoas, se não a maioria, prosperam quando sabem que são amadas e aceitas pelas pessoas ao seu redor. No entanto, quando as pessoas são continuamente rejeitadas, elas podem sofrer de uma ampla gama de problemas. Alguns deles incluem baixa autoestima, isolamento social e depressão. Felizmente, existem várias estratégias que podem ser incorporadas para ajudar as pessoas a lidar com a rejeição e se tornarem pessoas produtivas e positivas. Abaixo, você encontrará apenas sete das muitas estratégias que as pessoas mentalmente fortes usam para lidar com a rejeição:

  1. Reconheça o desconforto.

Muitas vezes, as pessoas que são rejeitadas contam a si mesmas narrativas fictícias sobre a situação que está se desdobrando. Por exemplo, se uma pessoa não consegue o emprego que queria, ela pode dizer algo como “Eu não queria a posição em primeiro lugar”. Embora esse tipo de monólogo interno possa fazer você se sentir melhor por um momento, é em última análise insalubre porque cria um mundo mental marcado por inverdades. Observe que indivíduos mentalmente fortes discutem suas emoções reais. Ao discutir situações que os fazem sentir-se desapontados, magoados ou constrangidos, esses indivíduos têm o poder de curar a dor de maneira saudável. Assim, se você for sério em aprender como lidar com a rejeição, certifique-se de estar sendo honesto consigo mesmo sobre o que aconteceu.

  1. Eles permanecem aterrados na realidade.

Muitas vezes, a dor da rejeição leva as pessoas a adotar conclusões extremas e fatalistas sobre a realidade. Por exemplo, um indivíduo que é procurado para uma promoção pode concluir que “nunca poderei subir na hierarquia de trabalho”. Pessoas mentalmente fortes não fazem isso. Em vez disso, eles examinam o que aconteceu de maneira lógica e realista, mesmo quando reconhecem as emoções que estão experimentando por causa do que aconteceu. Assim, em vez de celebrar uma festa de pena, esses indivíduos lembram-se de que uma única experiência de vida não determina seu valor, habilidades ou disposição final em relação ao mundo. Ao começar a aprender como lidar com a rejeição, lembre-se de que pensar de maneira objetiva e holística é muito útil.

  1. Celebre sua capacidade de sair da sua zona de conforto.

Se as pessoas entendessem o que a rejeição significa, elas provavelmente não ficariam tão chateadas quando isso acontecesse. Como muitos especialistas em psicologia e gurus do bem-estar sabem, experienciar a rejeição é uma prova de que você tentou ir além dos seus limites atuais para se expandir. Esta é uma maneira muito corajosa de abordar a realidade e deve ser celebrada. Ao tentar sair da sua zona de conforto apenas para ser rejeitado pode ser decepcionante e embaraçoso, a experiência funciona como a base através da qual você aprende a experimentar coisas novas repetidamente (e de maneiras diferentes!) Até atingir os resultados desejados.

  1. Eles não deixam a experiência defini-los.

Um dos perigos de experimentar a rejeição é permitir que o que aconteceu defina sua identidade e percepções do mundo. Pessoas mentalmente fortes sabem que, embora experimentem rejeição em vários pontos de suas vidas, elas também são aceitas e amadas em muitos outros momentos. Além disso, sua presença e personalidade são muitas vezes procuradas e profundamente desejadas por muitas pessoas! Ao reconhecer que todas essas realidades coexistem, indivíduos mentalmente fortes não permitem que uma experiência negativa os defina. Assim, se você realmente quer aprender como lidar com a rejeição, certifique-se de pensar na sua vida de forma holística, em vez de se concentrar em uma ocorrência e permitir que esse momento ofusque tudo o que você fez ou experimentou.

  1. Eles praticam o autocuidado.

Porque a rejeição pode comprometer a autoestima, é imensamente importante cuidar de si mesmo quando você a experimenta. Pessoas mentalmente fortes sabem disso e mantêm um arsenal de estratégias que estão sempre prontas para usar quando experimentam críticas, decepções, etc. Suas estratégias de autocuidado podem incluir desde uma massagem mensal até o desenvolvimento de uma forte prática de ioga. A chave para o sucesso dessa estratégia é fazer algo que realmente funcione.

  1. Eles aprendem com a experiência.

Outra estratégia que você deve considerar implementar ao aprender como lidar com a rejeição é aprender com a experiência. As pessoas mentalmente fortes reservam um tempo para refletir sobre as coisas que acontecem em suas vidas porque sabem que isso lhes proporcionará o conhecimento necessário para tomar decisões mais prudentes no futuro. Assim, ao invés de simplesmente experimentar uma onda de emoções negativas e sentir-se física ou mentalmente cansado como resultado disso, dedique um tempo para aprender com a experiência. O aprendizado pode incluir a aquisição de mais autoconhecimento e também pode ensiná-lo a operar de maneira mais eficaz no mundo.

  1. Eles se movem para frente.

Se você realmente quiser saber como lidar com a rejeição, certifique-se de dominar a arte de seguir em frente. Em muitos casos, as pessoas se encontram paralisadas por experiências negativas. Isso faz sentido, já que experiências como a rejeição podem gerar inúmeras emoções negativas que fazem as pessoas se sentirem letárgicas, desmotivadas, etc. As pessoas mentalmente fortes estão cientes de que experiências negativas como rejeição podem levá-las à estagnação e implementam estratégias para continuar em movimento, em frente. As estratégias podem incluir qualquer coisa, desde ir à academia com mais frequência para manter o corpo em movimento, se juntar a um grupo de trabalho em equipe, de modo que permaneça no caminho do progresso profissional.

Use estas estratégias para lidar com a rejeição

Se você nunca experimentou a rejeição, saiba que você provavelmente irá em algum momento. Com essa realidade em mente, é importante acessar e implementar estratégias que ajudarão você a lidar com a rejeição e a se tornar uma pessoa mais forte como resultado dela. Utilize algumas ou todas as sete estratégias acima mencionadas para manter-se no caminho para o progresso perpétuo em face da rejeição!

Escrito por: Maria Lúcia T.

Referências: Power of Positivity

Formas de Aprendizagem e Evolução

Segundo Confúcio, há três principais maneiras para aprender e se desenvolver como ser humano:

  1. A primeira é por experiência própria, onde o indivíduo passa por alguma situação e aprende através dela.
  2. A segunda é por imitação, aonde a pessoa aprende através de experiências de terceiros.
  3. A terceira é por reflexão ou meditação. Nesta se aprende através do pensamento, onde é preciso se imaginar ou se colocar em determinada situação hipotética.

A primeira forma de aprendizado é a mais direta e sofrida, mas também a mais comum. Todos nós passamos por situações difíceis que precisamos suportar como indivíduos.

A segunda é geralmente menos intensa, mas mesmo assim pode ser uma grande fonte de aprendizado, especialmente quando se refere a pessoas próximas com quem nos identificamos e compartilhamos sensações.

A terceira é a mais difícil e sutil, pois é necessário ter um elevado grau de empatia e estar aberto para imaginar situações não vividas.

Se você está fechado ou não se coloca no lugar das pessoas ao seu redor, ficará sempre limitado à sua verdade. Aprender por reflexão ou meditação é o caminho menos sofrido, pois acontece em outro plano – o plano do pensamento. Ainda que seja uma experiência mais abstrata, o indivíduo se imagina passando por coisas que nunca passou a fim de crescer sem precisar passar por determinada situação.

Vivemos em constante evolução, independente da forma de aprendizado: experiência própria, imitação ou meditação. Por isso, é muito importante se conhecer para que sofra cada vez menos com as situações. Sofrer faz parte da vida, mas é necessário ter consciência sobre o que está acontecendo para optar sobre a melhor forma de reagir em cada momento. Quanto mais você se conhecer e tiver empatia, maiores são as chances de você sofrer menos na jornada da evolução.

Se precisar de ajuda neste processo, consulte um terapeuta na OrienteMe. Os profissionais que atendem na plataforma estudaram a mente humana e poderão te orientar no caminho da sua evolução.

Você sabe o que é Psicologia Analítica?

Dentre as diversas abordagens existentes no trabalho psicoterapêutico, temos a abordagem Junguiana, também conhecida como Psicologia Analítica, que engloba todo o arcabouço teórico criado por Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço que iniciou seus estudos em Zurique. Por meio dos seus estudos, observações e experiências ele compreende a dinâmica do inconsciente e de que forma esta dinâmica rege a psique. Um trabalho denso e essencial para a compreensão da mente humana.

A teoria junguiana é muito vasta, e aqui vamos delinear os principais conceitos, como:

  • Inconsciente Coletivo, significando um sistema herdado por cada geração, dinâmico e ativo;
  • Inconsciente Pessoal, no qual o inconsciente não apenas recebe conteúdos elaborados em tempos distantes, mas também produz seus próprios temas, rearranja os que herdou e trabalha em conjunto com o consciente;
  • Complexos, elementos que, desconectados da consciência, refugiam-se no inconsciente, mas continuam a exercer influência sobre o comportamento humano, tanto negativa quanto positiva, ao incentivar o exercício do potencial criativo do indivíduo;
  • Personas que são os papéis sociais desempenhados por cada um de nós, as famosas máscaras que todos desenvolvem no processo de interação social;
  • Arquétipos, imagens primitivas, estreitamente relacionadas à criação da nossa espécie, são embriões das características humanas, latentes em cada ser;
  •  O processo de Individuação, pelo qual a pessoa evolui de um estado de identificação profunda com o ambiente à sua volta, para outro de sintonia com o Si-mesmo, o centro de sua personalidade individual;
  • “Eu” ou ego, que é o centro da Consciência, simboliza os impulsos inferiores da personalidade;
  • Sombra, a parte mais escondida do ser humano, legada, segundo Jung, das formas mais primitivas de vida;
  • Sigízia, ou arquétipo da alteridade, diz respeito à oposição entre masculino e feminino na mente, o ‘animus’ corresponde à face masculina da mulher, enquanto a ‘anima’ refere-se ao lado feminino do homem;
  • Tipos Psicológicos, ou seja, os tipos de Personalidade.

Durante o atendimento, o psciólogo conversa de forma livre com seu paciente e, quando necessário, ele conduz e orienta o discurso para entender melhor as questões trazidas sem perder o foco. Também utiliza de outras ferramentas como a interpretação dos sonhos, desenhos, pinturas, expressões artísticas em geral, além da fala para que auxiliem no processo psicoterapêutico. O objetivo é que o paciente alcance o autoconhecimento como forma de lidar de modo criativo com seus problemas. Não é apenas um meio para resolver problemas, mas também um meio para desenvolver a personalidade, através do processo de Individuação.

Fontes: Casa Jatobá e InfoEscola.

Texto escrito por: Cintia M. D.

7 passos para não se deixar influenciar por pensamentos negativos!

A terapia cognitiva, segundo Judith Beck (1997), baseia-se no modelo cognitivo que levanta a hipótese de que as emoções e os comportamentos das pessoas são influenciados por sua percepção dos eventos.

Não é uma situação isolada que determina o que o indivíduo sente, mas o modo como ele interpreta tal situação. De um modo geral esses pensamentos são rápidos e avaliativos e não são resultantes de deliberação e raciocínio. Portanto, esses pensamentos parecem surgir automaticamente, de repente, provocando uma emoção como marca. LEIA MAIS