As múltiplas faces do transtorno de ansiedade

Veja como os médicos diferenciam os seis principais tipos de ansiedade.

FOBIA SOCIAL

Medo exacerbado e irracional de participar de festas, aulas, reuniões e eventos com pessoas desconhecidas. O grande receio de ser avaliado, julgado, ridicularizado ou criticado por estes estranhos. Falar em publico é motivo para travar, suar em bicas, ter taquicardia e até sentir a memória falhar.

FOBIA

Temor crônico e paralisante de objetos, animais ou situações especificas, como medo de buracos, aranhas ou de lugares altos. Esse sentimento pode surgir a partir de uma experiência real ou se principiar por meio de um pensamento particular e até noticia marcante. Já foram descritas mais de 500 versões.

ATAQUE DE PÂNICO

Sem nenhuma razão, o individuo sente que vai morrer: o coração dispara, o corpo estremece, surgem náuseas e vômitos. Muitas vezes, ele corre para o pronto-socorro por acreditar que esta sofrendo um infarto e sai do hospital sem diagnostico. Depois de alguns minutos aflitivos, tudo volta ao normal.

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Sigla para transtorno de ansiedade generalizada. Há uma sensação incômoda e persistente de que algo vai dar errado a qualquer minuto e a vida vai fugir de sua direção quando menos se espera. Nesse ciclo de preocupações sucessivas, os problemas são muito valorizados, enquanto a própria capacidade de resolvê-los é subestimada.

TOC

O transtorno obsessivo compulsivo é marcado por pensamentos invasivos que somente são aliviados quando se repete um comportamento padronizado sem sentido lógico. É o exemplo do sujeito que precisa acender e apagar a luz três vezes senão um parente vai morrer ou aquele que lava as mãos varias vezes seguidas.

ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

Muito corriqueiro em soldados que retornam da guerra e em vítimas de atentados ou desastres naturais, o transtorno de estresse pós-traumático faz com que a experiência ruim não saia da mente e volte a atormentar por meio de flashbacks. Junto com as lembranças, manifestam-se insônia, irritabilidade e pânico.

Escrito por: André Biernath – Revista Saúde é Vital