mentalmente fortes rejeição

7 maneiras que pessoas mentalmente fortes lidam com a rejeição

Uma das coisas mais difíceis de lidar na vida é com a rejeição. É seguro dizer que muitas pessoas, se não a maioria, prosperam quando sabem que são amadas e aceitas pelas pessoas ao seu redor. No entanto, quando as pessoas são continuamente rejeitadas, elas podem sofrer de uma ampla gama de problemas. Alguns deles incluem baixa autoestima, isolamento social e depressão. Felizmente, existem várias estratégias que podem ser incorporadas para ajudar as pessoas a lidar com a rejeição e se tornarem pessoas produtivas e positivas. Abaixo, você encontrará apenas sete das muitas estratégias que as pessoas mentalmente fortes usam para lidar com a rejeição:

  1. Reconheça o desconforto.

Muitas vezes, as pessoas que são rejeitadas contam a si mesmas narrativas fictícias sobre a situação que está se desdobrando. Por exemplo, se uma pessoa não consegue o emprego que queria, ela pode dizer algo como “Eu não queria a posição em primeiro lugar”. Embora esse tipo de monólogo interno possa fazer você se sentir melhor por um momento, é em última análise insalubre porque cria um mundo mental marcado por inverdades. Observe que indivíduos mentalmente fortes discutem suas emoções reais. Ao discutir situações que os fazem sentir-se desapontados, magoados ou constrangidos, esses indivíduos têm o poder de curar a dor de maneira saudável. Assim, se você for sério em aprender como lidar com a rejeição, certifique-se de estar sendo honesto consigo mesmo sobre o que aconteceu.

  1. Eles permanecem aterrados na realidade.

Muitas vezes, a dor da rejeição leva as pessoas a adotar conclusões extremas e fatalistas sobre a realidade. Por exemplo, um indivíduo que é procurado para uma promoção pode concluir que “nunca poderei subir na hierarquia de trabalho”. Pessoas mentalmente fortes não fazem isso. Em vez disso, eles examinam o que aconteceu de maneira lógica e realista, mesmo quando reconhecem as emoções que estão experimentando por causa do que aconteceu. Assim, em vez de celebrar uma festa de pena, esses indivíduos lembram-se de que uma única experiência de vida não determina seu valor, habilidades ou disposição final em relação ao mundo. Ao começar a aprender como lidar com a rejeição, lembre-se de que pensar de maneira objetiva e holística é muito útil.

  1. Celebre sua capacidade de sair da sua zona de conforto.

Se as pessoas entendessem o que a rejeição significa, elas provavelmente não ficariam tão chateadas quando isso acontecesse. Como muitos especialistas em psicologia e gurus do bem-estar sabem, experienciar a rejeição é uma prova de que você tentou ir além dos seus limites atuais para se expandir. Esta é uma maneira muito corajosa de abordar a realidade e deve ser celebrada. Ao tentar sair da sua zona de conforto apenas para ser rejeitado pode ser decepcionante e embaraçoso, a experiência funciona como a base através da qual você aprende a experimentar coisas novas repetidamente (e de maneiras diferentes!) Até atingir os resultados desejados.

  1. Eles não deixam a experiência defini-los.

Um dos perigos de experimentar a rejeição é permitir que o que aconteceu defina sua identidade e percepções do mundo. Pessoas mentalmente fortes sabem que, embora experimentem rejeição em vários pontos de suas vidas, elas também são aceitas e amadas em muitos outros momentos. Além disso, sua presença e personalidade são muitas vezes procuradas e profundamente desejadas por muitas pessoas! Ao reconhecer que todas essas realidades coexistem, indivíduos mentalmente fortes não permitem que uma experiência negativa os defina. Assim, se você realmente quer aprender como lidar com a rejeição, certifique-se de pensar na sua vida de forma holística, em vez de se concentrar em uma ocorrência e permitir que esse momento ofusque tudo o que você fez ou experimentou.

  1. Eles praticam o autocuidado.

Porque a rejeição pode comprometer a autoestima, é imensamente importante cuidar de si mesmo quando você a experimenta. Pessoas mentalmente fortes sabem disso e mantêm um arsenal de estratégias que estão sempre prontas para usar quando experimentam críticas, decepções, etc. Suas estratégias de autocuidado podem incluir desde uma massagem mensal até o desenvolvimento de uma forte prática de ioga. A chave para o sucesso dessa estratégia é fazer algo que realmente funcione.

  1. Eles aprendem com a experiência.

Outra estratégia que você deve considerar implementar ao aprender como lidar com a rejeição é aprender com a experiência. As pessoas mentalmente fortes reservam um tempo para refletir sobre as coisas que acontecem em suas vidas porque sabem que isso lhes proporcionará o conhecimento necessário para tomar decisões mais prudentes no futuro. Assim, ao invés de simplesmente experimentar uma onda de emoções negativas e sentir-se física ou mentalmente cansado como resultado disso, dedique um tempo para aprender com a experiência. O aprendizado pode incluir a aquisição de mais autoconhecimento e também pode ensiná-lo a operar de maneira mais eficaz no mundo.

  1. Eles se movem para frente.

Se você realmente quiser saber como lidar com a rejeição, certifique-se de dominar a arte de seguir em frente. Em muitos casos, as pessoas se encontram paralisadas por experiências negativas. Isso faz sentido, já que experiências como a rejeição podem gerar inúmeras emoções negativas que fazem as pessoas se sentirem letárgicas, desmotivadas, etc. As pessoas mentalmente fortes estão cientes de que experiências negativas como rejeição podem levá-las à estagnação e implementam estratégias para continuar em movimento, em frente. As estratégias podem incluir qualquer coisa, desde ir à academia com mais frequência para manter o corpo em movimento, se juntar a um grupo de trabalho em equipe, de modo que permaneça no caminho do progresso profissional.

Use estas estratégias para lidar com a rejeição

Se você nunca experimentou a rejeição, saiba que você provavelmente irá em algum momento. Com essa realidade em mente, é importante acessar e implementar estratégias que ajudarão você a lidar com a rejeição e a se tornar uma pessoa mais forte como resultado dela. Utilize algumas ou todas as sete estratégias acima mencionadas para manter-se no caminho para o progresso perpétuo em face da rejeição!

Escrito por: Maria Lúcia T.

Referências: Power of Positivity

Redes sociais versus a vida real

“A incrível geração de fotos sorridentes e travesseiros encharcados”

Estamos diante de uma incrível “geração de fotos sorridentes e travesseiros encharcados”. O que é publicado, compartilhado e divulgado nas redes sociais nem sempre condiz com a realidade, com aquilo que se carrega no coração. Nas últimas semanas, nos deparamos com dois casos de suicídio entre jovens de um colégio tradicional de São Paulo, o Colégio Bandeirantes. A notícia das mortes, que ocorreram num intervalo de quinze dias, tomou conta das redes sociais e assustou pais e estudantes em todo Brasil. Paralelamente, outras notícias de casos semelhantes surgiram, como a do Colégio Agostiniano São José e do Colégio Vértice.É complicado tentar compreender essas tragédias. Porém, é claro perceber que vivemos tempos difíceis. Tempos em que, além da necessidade inerente à juventude de encontrar uma identidade que a faça sentir-se incluída e aceita, ainda há a corrida pelo melhor status nas redes sociais, levando essa geração, ainda em formação, a comparar seu dia a dia (tão modesto, real e perfeitamente normal) com a demonstração exagerada de felicidade editada e “photoshopada”. Através de filtros e edições, é exigido um bem-estar irreal, inalcançável e muito plastificado.A insatisfação com a realidade e a competitividade produz uma geração frustrada e descontente consigo mesma. Antigamente, era comum espelhar-se no artista de cinema e tentar reproduzir modismos, costumes e trejeitos de um modelo hollywoodiano ou global. Porém, era fácil distinguir o mundo real daquele glamourizado pelo roteiro, fundo musical e figurino. Hoje, a representação do “teatro da existência” invadiu a realidade e, se não tivermos maturidade e filtro para separar o que é fantasia do que é possível e alcançável, corremos o risco de nos cobrar objetivos inconcebíveis, que fatalmente nos levarão a uma vida de mentiras ou de dor.

Viver uma vida de mentiras é não querer entrar em contato com as próprias emoções; com os medos e dúvidas que invariavelmente nos assolam num momento ou outro; com a solidão; com o tédio; com o anseio desenfreado somado à dificuldade de sermos populares, antenados, cools ou glamourosos.

É querer parecer o que não é para impressionar quem não importa; é maquiar a realidade para ser aceito e amado; é sentir-se cobrado pela exigência da felicidade; é copiar o que não gosta para se sentir incluído; é chorar escondido por não se sentir compreendido.Não é constrangimento nenhum ter uma vida comum, simples, pé no chão, temperada com cebola e alho num fundo de panela sem sofisticação, mas muito singelo. Não é vergonha nenhuma reconhecer que o dia a dia é modesto, rústico e trivial, e que o requinte não é permanente, mas nos visita de tempos em tempos, dando uma variada no nosso vestidinho de chita e nos propondo uma gravata ou um salto agulha de vez em quando.É ilusão acreditar que a felicidade é mais constante e certa para aqueles com o feed de notícias mais farto de viagens, convites, likes ou popularidade. É engano imaginar que o carisma, a importância ou o valor de alguém pode ser medido pelo termômetro das curtidas ou descurtidas.

Temos nos distanciado de nossos filhos, à medida que permitimos que eles acreditem que as histórias que seguem pela tela do celular ou computador têm mais veracidade ou são mais autênticas que a própria realidade que experimentam aqui, do lado de fora. Desligamo-nos de nossos filhos ao permitir que eles passem mais tempo seguindo essas histórias do que construindo a própria narrativa. Ajudamos a construir uma geração despreparada para o mundo real à medida que autorizamos o fascínio por vidas editadas, em que as frustrações, tristezas e dificuldades ficam do lado de fora, criando uma fantasia de que ter problemas e contrariedades não é normal e deve ser combatido a todo custo.Ninguém é cem por cento bem-resolvido. Em um momento ou outro, cada um de nós enfrenta suas próprias batalhas, seus próprios monstros e fantasmas. Acreditar que é possível viver sem tédio, contrariedade, aborrecimento e insatisfação produz ainda mais descontentamento, e gera indivíduos ressentidos com a realidade e incapazes de enfrentar frustrações.Estamos diante de uma incrível “geração de fotos sorridentes e travesseiros encharcados”. O que é publicado, compartilhado e divulgado nas redes sociais nem sempre condiz com a realidade, com aquilo que se carrega no coração. Por isso devemos ser cuidadosos. Não colecionar expectativas, comparações nem exigências sobre-humanas a respeito da felicidade. Não viver acreditando que nossa vida está aquém do que deveria ser só porque não conseguimos manter um estado permanente e intocável de contentamento. Não nos sentir injustiçados só porque encontramos limitações.

Temos que preparar nossos filhos para os sustos, quedas e frustrações. Temos que ajudá-los a entender que a vida é um presente precioso, frágil e imprevisível, e que a felicidade não é um direito, e sim um modo de se relacionar com a existência.

Temos que ampará-los na dor, mas não os iludir a ponto de acharem o sofrimento uma anomalia. Que eles possam entender que viver é complicado sim, que nada cai do céu e que é preciso muita luta para ser realizado e feliz. Para isso, precisam de pais e mães verdadeiros, que olhem nos olhos e não finjam. Que compartilhem suas alegrias, mas também suas dificuldades. Que mostrem os sacrifícios que fazem pela família e o quanto custa um par de tênis novo.E que assim nossos filhos possam compreender que crescer é um processo contínuo, em que temos que aprender a conviver com as limitações, impossibilidades e imperfeições, tentando fazer o melhor que pudermos com o pouco que tivermos.

*O título desse texto foi inspirado na frase de Ludmila Clio: “Somos uma bela geração de fotos sorridentes e de travesseiros encharcados” 

Texto escrito por: Fabíola Simões

As múltiplas faces do transtorno de ansiedade

Veja como os médicos diferenciam os seis principais tipos de ansiedade.

FOBIA SOCIAL

Medo exacerbado e irracional de participar de festas, aulas, reuniões e eventos com pessoas desconhecidas. O grande receio de ser avaliado, julgado, ridicularizado ou criticado por estes estranhos. Falar em publico é motivo para travar, suar em bicas, ter taquicardia e até sentir a memória falhar.

FOBIA

Temor crônico e paralisante de objetos, animais ou situações especificas, como medo de buracos, aranhas ou de lugares altos. Esse sentimento pode surgir a partir de uma experiência real ou se principiar por meio de um pensamento particular e até noticia marcante. Já foram descritas mais de 500 versões.

ATAQUE DE PÂNICO

Sem nenhuma razão, o individuo sente que vai morrer: o coração dispara, o corpo estremece, surgem náuseas e vômitos. Muitas vezes, ele corre para o pronto-socorro por acreditar que esta sofrendo um infarto e sai do hospital sem diagnostico. Depois de alguns minutos aflitivos, tudo volta ao normal.

TAG

Sigla para transtorno de ansiedade generalizada. Há uma sensação incômoda e persistente de que algo vai dar errado a qualquer minuto e a vida vai fugir de sua direção quando menos se espera. Nesse ciclo de preocupações sucessivas, os problemas são muito valorizados, enquanto a própria capacidade de resolvê-los é subestimada.

TOC

O transtorno obsessivo compulsivo é marcado por pensamentos invasivos que somente são aliviados quando se repete um comportamento padronizado sem sentido lógico. É o exemplo do sujeito que precisa acender e apagar a luz três vezes senão um parente vai morrer ou aquele que lava as mãos varias vezes seguidas.

ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

Muito corriqueiro em soldados que retornam da guerra e em vítimas de atentados ou desastres naturais, o transtorno de estresse pós-traumático faz com que a experiência ruim não saia da mente e volte a atormentar por meio de flashbacks. Junto com as lembranças, manifestam-se insônia, irritabilidade e pânico.

Escrito por: André Biernath – Revista Saúde é Vital

OrienteMe - Startup Terapia Online

OrienteMe escolhida como Start-Up de Bem-Estar e Saúde Mental.

A OrienteMe foi escolhida, entre mais de 10.085 analisadas, para estar presente no estudo feito pelo Liga Ventures na categoria de start-ups de bem- estar físico e mental.

“O estudo tem como objetivo compreender como a área de saúde está inovando e de que forma as Health Techs estão sendo desenvolvidas e aplicadas no Brasil.

Em 2015, o consumo de bens e serviços no setor de saúde atingiu R$ 546 bilhões, valor que representa 9,1% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, segundo informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) contidas na Conta-Satélite de Saúde Brasil e publicadas no portal Agência Brasil. Do montante, R$ 231 bilhões foram referentes às despesas governamentais, enquanto que R$ 315 bilhões corresponderam a despesas familiares e de instituições prestadoras de serviço. Ainda de acordo com a pesquisa, a participação do setor no PIB aumentou entre 2010 e 2015: de 6,1% de participação para 7,3%, respectivamente. De acordo com um estudo publicado no The Lancet, importante periódico científico – no qual foram feitas projeções de gastos em saúde para 2040, em mais de 180 países -, as despesas brasileiras no setor representarão 11% do PIB.

Dentro do setor, a tecnologia e modelos digitais têm sido adotados no mercado ao redor do mundo, com os focos de reduzir os custos da área da saúde e ajudar na construção do futuro deste mercado. Simultaneamente aos esforços feitos pelos players deste mercado, os custos continuam crescendo: conforme relatório da PwC (PricewaterhouseCoopers’), os custos para tratar um paciente aumentariam 6,5% em 2017 em relação ao ano anterior. As oportunidades de avanços tecnológicos na saúde são imensas. Uma reportagem do Wall Street.com, por exemplo, aponta que a tecnologia é, provavelmente, o maior mercado a seguir na indústria de Saúde.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as tecnologias de saúde podem ser definidas como o conjunto de conhecimentos e competências em formato de dispositivos, procedimentos e sistemas, desenvolvidos para solucionar problemas de saúde e prover melhorias na qualidade de vida. As healthtechs, que são startups e negócios que apresentam inovações tecnológicas para o setor, têm um papel importante no surgimento dessas tecnologias voltadas para a área de saúde.

No Brasil, a população também tem se interessado por novas alternativas no acesso à saúde. Com a crise econômico-financeira que obrigou os brasileiros a cortarem gastos, passaram a ser consideradas outras opções para o plano de saúde.”

A OrienteMe acredita que a área da saúde pode e deve se adequar as inovações tecnológicas. A evolução da tecnologia pode ajudar a população e entidades em diversas formas, desde otimização de gastos e processos quanto na capacidade de alcance e qualidade. No OrienteMe, a tecnologia pôde quebrar várias barreiras do acesso à terapia no Brasil, seja ela por estigma, por acesso ou até preço. Na OrienteMe é possível acessar um terapeuta através do app ou site, permanecendo anônimo e custando menos do que a metade do preço sugerido para terapia presencial. Um dado muito interessante é que mais do que 75% das pessoas que passaram pela OrienteMe nunca haviam feito terapia na vida.

Fonte: Liga Ventures e OrienteMe

esterase e ansiedade

7 maneiras simples de lidar com o estresse

Se você se sente estressado com frequência, parabéns, você faz parte da raça humana. Nós somos programados pela evolução para experimentar o estresse. Fome, desejo, excitação e agitação são formas de estresse que nos impelem a agir. Nossa abordagem para lidar com o estresse deve ser sobre gestão e não eliminação. Recupere sua saúde mental com essas sete estratégias para gerenciar o estresse.

Lembre-se da grande foto

Parte do aprendizado de como lidar com o estresse está em manter nossas lutas em perspectiva.Embora o foco no presente seja incrivelmente recompensador e seja um mecanismo eficaz de enfrentamento, manter uma visão de longo prazo é benéfico. Você não mantém seu carro na pista olhando para o chão embaixo; você fica na pista olhando para onde você quer ir. A próxima vez que você estiver tentando lidar com o estresse, pergunte a si mesmo o quanto suas preocupações atuais afetarão sua felicidade a longo prazo por uma semana, um mês ou vários anos no futuro. Não é fácil fazer isso no momento, mas, com a prática, você pode aprender a enfrentar preocupações temporárias com uma quantidade saudável de objetividade imparcial.

Não negligencie o momento presente

Concentrar-se no presente é uma estratégia eficaz para lidar com o estresse. Depois de ver o quadro geral e o que você deseja realizar, a escala de um objetivo complexo pode ser assustadora. Quando você está sobrecarregado, concentrar-se na tarefa atual pode reduzir o estresse que você sente ao assumir um projeto desafiador. Às vezes, você precisa ver a grande figura. Às vezes, você deve se concentrar no presente. Estas não são regras absolutas, mas ferramentas para lidar com o estresse.

Exercício, comer bem e dormir

Uma estratégia poderosa para reprogramar sua resposta ao estresse, o exercício libera endorfinas que promovem sentimentos de bem-estar. Exercitar-se pela manhã, cria uma sensação de realização que ajuda a lidar com o estresse durante todo o dia. Cada vez mais, as pesquisas mostram como uma dieta balanceada promove um bioma intestinal saudável afetando a química do corpo no nível de regulação do humor, aumentando sua capacidade de lidar com o estresse. Finalmente, durma o suficiente. Nada mais ajudará se você não estiver dormindo bem.

Desestresse de maneiras que permitam manter seus objetivos

Todos nós nos refugiamos em nosso sorvete favorito, ou vamos para os bares com os amigos depois de uma semana difícil. Entregar-se à comida, álcool ou entrar em coma na frente da TV pode ser atraente. Se você é como a maioria das pessoas e o arrependimento, geralmente, supera sua satisfação temporária, tente substituir essas indulgências por maneiras positivas de lidar com o estresse. Exercitar-se, praticar um hobby com amigos, meditar, ler por prazer, manter um diário, dançar ou ir a um clube são formas positivas de desestressar.

Concentre-se no que você pode controlar

Os problemas do mundo são importantes. Simplesmente assistir as notícias pode ser estressante e, ninguém quer se sentir apático. No entanto, se você está se estressando com coisas que estão fora de seu controle, você está desperdiçando energia. Concentre-se no que você pode controlar e sua capacidade de lidar com problemas maiores aumentará.

Mantenha uma perspectiva positiva

Permanecer positivo não significa ignorar as coisas que lhe causam estresse. Significa reconhecer que uma perspectiva positiva pode ser um elemento crucial para conseguir o que você quer. Significa ser proativo em sua abordagem para resolver problemas e aceitar desafios. Não desanime; ser positivo requer prática!

Assumir a responsabilidade é uma coisa maravilhosa

Apesar de todo debate sobre o determinismo, assumir a responsabilidade por sua vida é bom. Nada parece pior do que ser manipulado por forças fora de seu controle. Todos nós já estivemos lá: presos em um círculo de pensamentos repetindo as maneiras como as pessoas em nossas vidas aumentaram nossas dificuldades. Também sabemos o quão pouco esses pensamentos nos ajudaram a trazer mudanças positivas em nossas vidas. O objetivo de assumir responsabilidades não é absolver outras delas; é para nos capacitarmos. Você ficará surpreso com a forma como gerencia sua própria vida afetará sua capacidade de lidar com o estresse.

Considerações finais

Por mais que todos compartilhemos a experiência comum de estresse, ninguém viveu sua vida. Às vezes, o estresse pode parecer um pouco esmagador. Reconhecer que todos experimentam isso não reduz a importância de lidar com o estresse em nossas vidas.

Felizmente, não precisamos reinventar a roda. Estamos na posição privilegiada de nos beneficiarmos de conselhos respeitados pela ciência comportamental moderna para nos ajudar a aprender como lidar com o estresse e assumir o controle de nosso próprio bem-estar.

Escrito por: Maria Lúcia T.

Referências: Power of Positivity

Se tiver encontrando desafios para lidar com o estresse, fale com um terapeuta! Na OrienteMe, é possível fazer terapia online todos os dias, por meio do smartphone ou computador, de forma anônima, sem ter que marcar horário. Conheça a plataforma! www.orienteme.com.br.

Burnout - Terapia online

O que é Burnout e como evitá-lo?

Você sabia que 30% dos trabalhadores no Brasil sofrem com Burnout?

‘Burnout’ é o nome de uma síndrome que atinge cada vez mais trabalhadores. Nos dias de hoje muitos profissionais se encontram em uma realidade de extrema competitividade e com carga horária e rotina cada vez mais intensa, o que demanda dos funcionários uma dedicação extrema para entregar resultados e alcançar as expetativas da empresa. Porém, as pessoas não são máquinas e tem limites, podendo estes limites serem ultrapassados e chegarem a se tornar esgotamento e estresse profissional.

Burnout é uma alteração do comportamento, de caráter depressivo, cuja principal causa é o desajustamento do indivíduo em relação ao seu trabalho.

Quais são sintomas?

Os principais sintomas de uma pessoa que sofre burnout são:

Exaustão Emocional:“A exaustão emocional caracteriza-se por um esgotar progressivo da energia emocional e física, fazendo com que o trabalhador se levante tão ou mais cansado do que antes”, explica Sónia Gonçalves, doutorada em Psicologia do Trabalho e das Organizações pelo ISCTE e professora no Instituto Piaget. “A pessoa já não se sente com forças para enfrentar novas tarefas ou lidar com mais pessoas e tudo o que antes fazia, requer agora um esforço enorme que a deixa exausta”.

Despersonalização ou cinismo:acontece quando, para compensar a perda de energia, o individuo começa se afastar do trabalho que vê como fonte de estresse. A pessoa começa a ficar mais fria, distante e desligada e tem o seu desempenho diminuído.

Realização profissional diminuída:cada tarefa parece se tornar mais difícil, cansativa, demorando mais tempo para ser feita, com mais incoerências e erros. A competência do trabalhador vai piorando e um ciclo vicioso se instala, onde a pessoa se torna cada vez mais pessimista, se afastando dos colegas.

Como vencer o Burnout?

É necessário entender o burnout e reconhecer seu impacto na vida das pessoas dentro da organização. Então antes de mais nada, é necessário reconhecer os sintomas.

Para prevenir ou tratar o brunout é necessário focar no colaborador e na organização. Individualmente é possível fazer testes de autoavaliações e autoconhecimento, além de gerir o estresse. Por em prática comportamentos saudáveis e alinhar expectativas realistas no trabalho também são formas de mitigar o burnout.

Já a nível organizacional é interessante pensar em programas de bem-estar, sistemas de avaliação (dar espaço ao colaborador dizer o que sente e pensa) para tornar o clima mais agradável e otimista.

Se você sente que sofre de burnout ou simplesmente gostaria de conversar com um terapeuta, a OrienteMe pode ser uma boa solução! Na OrienteMe você pode falar todos os dias com seu terapeuta usando mensagens de texto, áudio, imagem e vídeo e ele responderá todos os dias de segunda a sexta-feira. Experimente!

10 Sintomas da Depressão Pós-parto (DPP)

Existem diversos sintomas de depressão que podem surgir logo após o parto (pós-parto), ou até um ano depois do nascimento do filho (a). Estes sintomas geralmente incluem:

  1. Sentimento de culpa;
  2. Auto-estima baixa;
  3. Sensação de tristeza constante;
  4. Interesse baixo pelo bebê;
  5. Falta de vontade ou capacidade para cuidar de você mesmo e do bebê;
  6. Muito cansaço e desânimo para fazer as coisas;
  7. Falta de vontade de comer (apetite);
  8. Medo da solidão;
  9. Falta de vontade para fazer as atividades diárias;
  10. Dificuldade ou falta de sono.

É normal que a mulher sinta alguns destes sintomas no primeiro mês de vida do bebê, afinal de contas, são muitas adaptações, mudanças e novos desafios na vida da mãe.

A depressão pós-parto (ou DPP) pode ser um sinal quando alguns destes sintomas de estendem por mais de 2 semanas e é importante reconhecer isso logo para que a mulher possa receber o apoio e o tratamento que precisa prontamente. Por isso é aconselhável sempre o acompanhamento de um médico ou consultar um psicólogo para avaliar e tratar a situação.

Homem também pode sofrer depressão pós-parto?

Sim. Muitas vezes estes sintomas podem aparecer no final da gravidez até o primeiro ano da vida do bebê. O aumento das responsabilidades, ligadas ao fornecimento de uma vida boa ao bebê ou dar suporte à mulher, podem estar relacionados aos sintomas de depressão. Entre eles são:

  • Falta de paciência;
  • Irritabilidade;
  • Sensação de tristeza, pensamentos negativos ou choro;
  • Falta de vontade de socializar com as pessoas;
  • Falta de apetite;
  • Dificuldade para se relacionar com o filho;
  • Ansiedade;
  • Sensação de falta de atenção.

É muito importante que a família esteja equilibrada com a chegada de um(a) novo(a)  integrante. Por isso, se o homem também apresenta sinais de depressão pós-parto é aconselhável que busque a ajuda de um terapeuta ou de médico para fazer um tratamento adequado.

Se precisarem de ajuda neste processo, consulte um terapeuta na OrienteMe. A OrienteMe é uma plataforma de terapia online onde é possível falar com um terapeuta todos os dias do conforto da sua casa, sem precisar marcar horário! Experimente!

Inteligência Artificial: O que é e como afetará o mundo da terapia?

Inteligência artificial é um termo usado com frequência na atualidade. Muitos especialistas consideram o fenômeno como um passo determinante para a evolução da espécie humana, nos permitindo analisar volumes expressivos de dados rapidamente para tomarmos as melhores decisões para atingir um objetivo determinado. Outros profissionais, no entanto, ressaltam que os avanços em inteligência artificial também apresentam um grave risco à espécie humana devido ao ritmo de autoaprendizagem acelerado desses sistemas.

Mas afinal, o que é inteligência artificial?

Existem diversas definições para o termo. Uma versão simplificada pode ser: processos feitos por um computador ou máquina que se assemelhem ao pensamento humano. Em outras palavras, todo software (programa de computador) que tiver funções analíticas similar às dos seres humanos pode ser considerado como uma ferramenta de inteligência artificial.

Como a inteligência artificial ajuda a espécie humana?

Imagine o trabalho que existe para provermos comida, energia, saúde e transporte para todas as pessoas de uma cidade. Considere o número de fatores, interesses e condições que precisam ser considerados para termos certeza de que esses recursos estão sendo aplicados da melhor forma possível. É muito difícil prever com confiança se faltará algo ou se estaríamos alocando os recursos da melhor forma.

Agora imagine que exista um sistema inteligente que saiba, por exemplo, quais são as decisões com a maior probabilidade de aumentar o acesso da população inteira a todos esses recursos. Em um ano de seca, qual é a melhor forma de alocar água? Em um ano de surto de febre amarela, qual é a melhor forma de distribuir vacinas? E se recebermos novas informações que podem afetar nossa decisão, como reavaliar todos os fatores ao mesmo tempo? Ainda que seres humanos consigam tomar decisões sobre esses e outros assuntos, a diferença entre um sistema de inteligência artificial e um ser humano é a capacidade de dados que o sistema consegue processar em pouco tempo.

Hoje em dia, a inteligência artificial é aplicada em diversas ciências e indústrias (saúde e produção, por exemplo) e serviços. O Google, por exemplo, possui um sistema de inteligência artificial altamente sofisticado que o permite procurar imagens e falar de forma similar a seres humanos.

Como a inteligência artificial pode ser uma ameaça para a espécie humana?

Ainda que a inteligência artificial traga muitas aplicações positivas na sociedade, existem riscos que não podem ser ignorados. O empreendedor Elon Musk, fundador de empresas como Tesla, SpaceX e Neuralink, explica que alguns tipos de inteligência artificial, denominados general AI (inteligência artificial geral), trazem o perigo de fugirem do controle humano, o que poderia trazer consequências desastrosas.

Imagine, por exemplo, que existisse um sistema altamente evoluído com o objetivo de aumentar a felicidade humana. Inicialmente, qualquer um diria que é um bom objetivo a ser alcançado. No entanto, o que aconteceria se esse sistema interpretasse felicidade humana com o aumento de dopamina e seratonina (substâncias que aumentam a sensação de bem-estar) no cérebro e forçasse todas as pessoas a receberem doses destas substâncias? A consequência seria desastrosa! O grande desafio se encontra em impedir que esse sistema implementasse uma decisão que seria prejudicial à sociedade.

Como a inteligência artificial afetará o mundo da terapia?

A depressão e a ansiedade têm um custo enorme para a sociedade. Estima-se que 3 em 10 funcionários do Brasil sofrem de burnout e são afastados do trabalho ou reduzem sua produtividade (International Stress Management Association). De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão será a principal causa de afastamento do trabalho em 2 anos e pesquisadores da Universidade de Dresden, na Alemanha, estimam que os custos econômicos globais de transtornos mentais seja de 2,5 trilhões de dólares.

Esses dados refletem que a demanda da nossa sociedade para cuidados de saúde mental aumentará no futuro porvir e existem empresas que já possuem aplicações de inteligência artificial nesta área. Um exemplo é o site Woebot, que usa princípios de terapia cognitivo comportamental para falar com pessoas e ajudá-las a se sentirem melhores. Se forem detectados padrões que indicam que a pessoa está em situação de risco, o sistema encaminha uma lista de contatos para quem a pessoa pode chamar e conseguir ajuda humana.

Na medida em que a tecnologia avança, o uso de inteligência artificial será cada vez mais presente em nossas vidas, pois ainda que haja limitações, esses sistemas cada vez mais conseguirão substituir a execução de tarefas de seres humanos. Isso não deve ser visto como algo necessariamente ruim, pois aumentará o acesso de muitas pessoas a serviços de qualidade antes indisponíveis. No entanto, é uma consequência natural de nossa evolução que precisaremos nos adaptar para vivermos bem neste mundo novo.

A OrienteMe oferece terapia online a qualquer momento, conectando pessoas a terapeutas qualificados que passaram por um processo seletivo de três etapas. A plataforma usa a tecnologia para facilitar o acesso a profissionais que podem nos ajudar a lidar com os desafios do cotidiano. Se você precisar de apoio, faça o cadastro e fale ainda hoje com seu terapeuta.

Formas de Aprendizagem e Evolução

Segundo Confúcio, há três principais maneiras para aprender e se desenvolver como ser humano:

  1. A primeira é por experiência própria, onde o indivíduo passa por alguma situação e aprende através dela.
  2. A segunda é por imitação, aonde a pessoa aprende através de experiências de terceiros.
  3. A terceira é por reflexão ou meditação. Nesta se aprende através do pensamento, onde é preciso se imaginar ou se colocar em determinada situação hipotética.

A primeira forma de aprendizado é a mais direta e sofrida, mas também a mais comum. Todos nós passamos por situações difíceis que precisamos suportar como indivíduos.

A segunda é geralmente menos intensa, mas mesmo assim pode ser uma grande fonte de aprendizado, especialmente quando se refere a pessoas próximas com quem nos identificamos e compartilhamos sensações.

A terceira é a mais difícil e sutil, pois é necessário ter um elevado grau de empatia e estar aberto para imaginar situações não vividas.

Se você está fechado ou não se coloca no lugar das pessoas ao seu redor, ficará sempre limitado à sua verdade. Aprender por reflexão ou meditação é o caminho menos sofrido, pois acontece em outro plano – o plano do pensamento. Ainda que seja uma experiência mais abstrata, o indivíduo se imagina passando por coisas que nunca passou a fim de crescer sem precisar passar por determinada situação.

Vivemos em constante evolução, independente da forma de aprendizado: experiência própria, imitação ou meditação. Por isso, é muito importante se conhecer para que sofra cada vez menos com as situações. Sofrer faz parte da vida, mas é necessário ter consciência sobre o que está acontecendo para optar sobre a melhor forma de reagir em cada momento. Quanto mais você se conhecer e tiver empatia, maiores são as chances de você sofrer menos na jornada da evolução.

Se precisar de ajuda neste processo, consulte um terapeuta na OrienteMe. Os profissionais que atendem na plataforma estudaram a mente humana e poderão te orientar no caminho da sua evolução.

Você sabe o que é Psicologia Analítica?

Dentre as diversas abordagens existentes no trabalho psicoterapêutico, temos a abordagem Junguiana, também conhecida como Psicologia Analítica, que engloba todo o arcabouço teórico criado por Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço que iniciou seus estudos em Zurique. Por meio dos seus estudos, observações e experiências ele compreende a dinâmica do inconsciente e de que forma esta dinâmica rege a psique. Um trabalho denso e essencial para a compreensão da mente humana.

A teoria junguiana é muito vasta, e aqui vamos delinear os principais conceitos, como:

  • Inconsciente Coletivo, significando um sistema herdado por cada geração, dinâmico e ativo;
  • Inconsciente Pessoal, no qual o inconsciente não apenas recebe conteúdos elaborados em tempos distantes, mas também produz seus próprios temas, rearranja os que herdou e trabalha em conjunto com o consciente;
  • Complexos, elementos que, desconectados da consciência, refugiam-se no inconsciente, mas continuam a exercer influência sobre o comportamento humano, tanto negativa quanto positiva, ao incentivar o exercício do potencial criativo do indivíduo;
  • Personas que são os papéis sociais desempenhados por cada um de nós, as famosas máscaras que todos desenvolvem no processo de interação social;
  • Arquétipos, imagens primitivas, estreitamente relacionadas à criação da nossa espécie, são embriões das características humanas, latentes em cada ser;
  •  O processo de Individuação, pelo qual a pessoa evolui de um estado de identificação profunda com o ambiente à sua volta, para outro de sintonia com o Si-mesmo, o centro de sua personalidade individual;
  • “Eu” ou ego, que é o centro da Consciência, simboliza os impulsos inferiores da personalidade;
  • Sombra, a parte mais escondida do ser humano, legada, segundo Jung, das formas mais primitivas de vida;
  • Sigízia, ou arquétipo da alteridade, diz respeito à oposição entre masculino e feminino na mente, o ‘animus’ corresponde à face masculina da mulher, enquanto a ‘anima’ refere-se ao lado feminino do homem;
  • Tipos Psicológicos, ou seja, os tipos de Personalidade.

Durante o atendimento, o psciólogo conversa de forma livre com seu paciente e, quando necessário, ele conduz e orienta o discurso para entender melhor as questões trazidas sem perder o foco. Também utiliza de outras ferramentas como a interpretação dos sonhos, desenhos, pinturas, expressões artísticas em geral, além da fala para que auxiliem no processo psicoterapêutico. O objetivo é que o paciente alcance o autoconhecimento como forma de lidar de modo criativo com seus problemas. Não é apenas um meio para resolver problemas, mas também um meio para desenvolver a personalidade, através do processo de Individuação.

Fontes: Casa Jatobá e InfoEscola.

Texto escrito por: Cintia M. D.